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Você abusou…

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by Malvados

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A la twitter

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Obina vai falar… http://tinyurl.com/yjnsqgr

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Desagravo.

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Não há crime sem consequência, e o Palmeiras ainda há de pagar por essa injustiça monstruosa. Mais cedo ou mais tarde vai pagar, infelizmente…

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Há um ano…

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Piove

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My apologies

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Se o barato é louco e o processo é lento, no momento, deixa eu caminhar contra o vento…

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Peço desculpas aos amigos, os virtuais e os de carne e osso, mas há fases na vida em que a tristeza é uníssona. Os que são de casa devem esperar muito mais deste espaço, num momento desses – mas não consigo…

Se um dia criarem uma tecnologia capaz de fazê-lo, apagarei o ano de 2009 da minha vida: o ano da mentira… Acreditei em várias, mas nenhuma me destruiu tanto quanto a ilusão que se enraizou no meu peito sobre a superioridade deste time do Palmeiras.

Nada agora seria útil. Nem um xingo, nem um apontar de dedos, nem um cafuné. Tudo é inútil nesta hora, para o Palmeiras e para o Palmeirense.

For now, I just need more Vicodin.

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Tristeza não tem fim, felicidade sim.

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É muita injustiça…

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Há muita coisa para dizer agora, mas qualquer consideração seria inútil: abrimos mão de um campeonato ganho, muito mais ganho do que o do ano passado, e é preciso refletir em silêncio até encontrar forças para seguir em frente e não desistir de tudo.

Apenas não pode ficar sem registro a atitude de Cipullo ao final da partida em Porto Alegre; expulsar 2 jogadores do elenco pela imprensa, no calor da derrota, é jogá-los na cruz e expor os dois à torcida de uma maneira, digamos, não muito nobre… Agora nos pegaremos às voltas de uma discussão inútil que será alimentada pela ira dos inconformados por dias a fio – e enquanto isso ninguém vai questionar o que realmente deveria ser questionado: em que ponto o Palmeiras se perdeu no seu planejamento para 2009? Que tipo de comando tem este elenco?…

É hora de falar pouco e recuperarmos as forças, todos nós, mas quero deixar aqui registrado o meu inconformismo com essa injustiça: Obina foi o melhor atacante, de fato, que vimos em campo em 2009. Fez 3 no Corinthians, devolveu nossa esperança contra o Goiás metendo mais 3, fez um gol legítimo contra o Fluminense que nos manteria na liderança do certame no dia em que o caldo entornou. Obina sempre lutou em campo, e sempre se deu bem com elenco e torcida. Tomou esporro de um zagueiro de 20 anos que não sabe marcar (a ponto de levar um chapéu de Maxi Lopes dentro da área, nos descontos) e partiu pra cima de cabeça quente porque não poderia ser cobrado ali, de jeito nenhum.

Prezo mais o sangue quente de Obina do que a apatia racional de muita gente dentro deste time. Perdê-lo para 2010, um ano de libertadores tão especial como será (será?), é de uma burrice sem tamanho. E uma injustiça do tamanho do mundo.

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E parece que Obina também foi afastado…

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E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?

Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?

E agora, José?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio – e agora?

Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?

Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José!

Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José!
José, para onde?

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José, Carlos Drummond de Andrade

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Não é que não haja o que dizer agora, é que já dissemos. Faz exatamente 1 mês hoje, o dia em que caimos.

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Post-Corneta

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AVANTI, PALESTRA!!!

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ÚLTIMA CARTADA

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E o Flamengo comprou o Alphavillão 2009… Tomou, #Madame?

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Anjo Alan…

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Nada de novo no front

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“Novamente caiu sobre a cabeça do Palmeiras a justiça que não é cega, mas tem 2 pesos e duas medidas, para puni-lo com a suspensão de um seu jogador, ás vésperas do mais sensacional prélio da atual temporada.

Os homens do “colendo” Tribunal de Penas da entidade bandeirante, na ganancia de punirem, não se prenderam demasiado ao estudo da questão. Não tiveram para com ela a mesma complacencia de há tempos, quando era forçoso que punissem Zarzur, o qual agrediu um “bandeirinha” lá em Santos.

O São Paulo F. C. jogaria no domingo seguinte contra a Portuguesa de Desportos, e Rui estava contundido. Zarzur, assim, tornava-se necessario. E por isso sua punição ficou para a outra semana, quando Rui já poderia jogar. Então surgiu, retumbante, e com ares de triunfadora, a punição do “Beduino”!

Agora não! Tudo se fez de afogadilho! Dacunto fora citado pelo representante? Ah, então ele deveria ser punido! Mas, que duvida! O que? Havia controversia na afirmativa dos membros do Tribunal? Bem, paciencia, o fato é que Dacunto tinha que ser punido antes do jogo de domingo!

A controversia, que poderia provocar a prorrogação da punição, como no caso de Zarzur, residiu nas proprias declarações dos homens do Tribunal de Penas.

O sr. Pedro Antonio Noschese, membro do Tribunal de Penas, afirma que o arbitro Alexandrino não citou, na sumula, violencia proposital. E o sr Paulo de Carvalho diz o contrario!

Então, em que ficamos? Foi ou não foi citado?

Pelo visto há confusão. E confusão suficiente para que a deliberação fosse prorrogada, a fim de que tudo se aclarasse. No entanto, a decisão foi tomada. O dano do Palmeiras, é bem de ver…

Outro detalhe: o ilustre desconhecido que foi o causador de tudo é tão seguro, mas tão seguro, em sua afirmação da “violencia proposital” de Dacunto – violencia que ninguem viu, exceto esse personagem – que se confundiu todo na elaboração do seu relatorio. Ás tantas fez referencia ao jogo como sendo travado entre o Palmeiras e o Juventus, o que estava certo, e em outra ocasião teria escrito Corinthians vs Juventus. Vejam só que firmeza de explanação essa!

Enfim, vingou o ponto de vista dos que pretendiam prejudicar o Palmeiras. Dacunto foi punido.

Não foi essa a primeira, e nem será a ultima. Os acontecimentos de 1942 ainda não se apagaram de nossa mente, para aceitarmos o fato atual como justo e consentaneo com a justiça que deveria imperar no esporte, mas que infelizmente, não impera.”

Artigo de José Iazetti, escrito em 1944, às vésperas de uma decisão entre Palmeiras e São Paulo. Vencemos lá os cagalhões, venceremos em campo novamente aqui as nossas batalhas.

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Meus agradecimentos para o imenso Palestrino José Ezequiel Filho!

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“Em nove meses dá para nascer uma criança. É normal que se recorra disso, mas já esperava por uma punição assim. Estou acostumado. Tive que sair na época da ditadura. Estou acostumado e isso não me afeta nem um pouco. Eu não me conformo é com o Simon, mas essa pena eu já esperava”

“No futebol, quem protesta com clareza e veemência como eu, não é bem visto. Até porque fiz reflexões sobre como é o mundo do futebol e as pessoas ficam incomodadas. Essas são as boas razões pelas quais recebi essa pena pesada”.

Luiz Gonzaga Belluzzo, ontem, à Radio Globo, após receber a pena dos auditores que manipulam o Alphavillão 2009.

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Vamos lá, Palestrino!…

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Prestigiando nosso honrado amigo Fernando Galuppo – porque este dá o sangue pelo Palestra e realmente entende do que está falando:

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GRÊMIO X PALMEIRAS

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NOTA: A classificação atualizada você pode conferir AQUI.

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A la twitter

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Pela prevista no STJD para quem falar a verdade: 270 dias de gancho.

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by Malvados


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REPUBLIQUE-SE

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Ela faliu em 1935.

Ela faliu em 1938. Então Palestra Itália e Corinthians entraram em campo no intuito de angariar uma esmola para seu presidente (conta-se que Porfírio da Paz transitava humildemente entre as duas torcidas da cidade, com sua bandeira esticada, pedindo e colhendo moedas).

Em 1942, a Grande Cafetina se aproveitou da declaração de guerra do Brasil contra o Eixo para confiscar bens e patrimônios das três maiores colônias que migraram para esse estado (alemães, italianos e japoneses), que prosperaram com o suor de seu trabalho, enquanto Ela mamava na pica da ditadura militar. Tentou ainda a todo custo tomar o Palestra Itália, mas essa história conhecemos bem.

Em 1944, Ela, que jamais possuíra patrimônio algum, conseguiu finalmente roubar um estádio, o da “Deustsch Sportive“, conhecido hoje como Canindé – e registrou em cartório, em nome de Cícero Pompeu de Toledo. Vendeu em estado de abandono, onze anos depois, para um conselheiro-laranja.

os rastros

os rastros

caninde01

Sede do Canindé e pista de atletismo, 1944 (Rev. São Paulo #14).

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Nada melhor do que um site bambi e concorridinho para nos contar sua própria história. O escrevente tenta achar alguma glória enquanto narra o episódio, mas não consegue. Clicando na foto, você pode ler a página com todo seu cinismo exposto; aqui destaco somente os pontos mais contundentes desse evento, nas palavras de um leonor que não pode se esquivar:

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De 1942 à 1955 o São Paulo Futebol Clube foi proprietário da área de 70 mil metros quadrados conhecida por Canindé (onde se ergue hoje o Estádio Dr. Oswaldo Teixeira Duarte, da Associação Portuguesa de Desportos).

Anteriormente o local pertencia a Associação Alemã de EsportesDeutsch Sportive, a qual vendera a propriedade ao Tricolor sob imposição de condições específicas (…)

Nota do Cruz – o autor, então, explica-se em outro texto, linkado na página:

Fatalmente a proposta financeira que concluiu essa transação estava abaixo dos valores de mercado, visto que pelo cenário político, impossível ser de outra forma – qualquer posse ligada ao Eixo assim estava desvalorizada, visto que o Governo Federal podia desapropriá-la a custo zero!

NC – Retomando a pérola:

Durante todo o período em que esteve sob égide são-paulina, o Canindé nunca recebeu um jogo oficial do clube (…)

Em 1952 o São Paulo partiu para seu maior empreendimento, a construção do Morumbi. Assim, em 1955 o clube vendeu a um conselheiro, Wadih Sadi, a sede do Canindé. Entretanto, lá permaneceu, sob autorização do novo dono, até 1956, quando a propriedade fora revendida para a Portuguesa de Desportos (…)

Enquanto tricolor, o Canindé não possuía arquibancadas (pois como dito, não recebia jogos). Coube à Portuguesa a construção das mesmas, posteriormente.

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Foto de janeiro de 1944 pertencente ao arquivo do São Paulo mostra o então presidente Décio Pedroso assinando a escritura da compra do terreno do Canindé. Ao seu lado Adulcinio dos Santos, Paulo Machado de Carvalho (de camisa clara), Cicero Pompeu de Toledo (primeiro da esquerda para a direita) e Porfirio da Paz (primeiro da direita para a esquerda)

Foto de janeiro de 1944 pertencente ao arquivo do São Paulo mostra o então presidente Décio Pedroso assinando a escritura da compra do terreno do Canindé. Ao seu lado Adulcinio dos Santos, Paulo Machado de Carvalho (de camisa clara), Cícero Pompeu de Toledo (primeiro da esquerda para a direita) e Porfírio da Paz (primeiro da direita para a esquerda)

texto e legenda: site do MN

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E foi assim que o Deutsche Sportive morreu, assistindo ao extermínio de todos seus esportes amadores sendo perpretado por uma gente oportunista, usurpadora e historicamente preguiçosa. O clube foi delapidado por um conselheiro e vendido à Portuguesa quando já estava abandonado. E sabem o mais interessante disso, sabem o porquê de eu ter escolhido este site para comprovar o que de fato ocorreu (além, é claro, da legitimidade que me foi dada por um autor são-paulino que se diz embasado na História)?

É porque, se você for procurar a trajetória do Deutsche Sportive no Wiki, descobre que o moço aí em cima é quem fornece as informações: ali, onde os jovens de hoje mais consultam referências (para diferentes fins), só há a versão do menino orlandinho… Daí, vendo a coisa distorcida contada por ele, começamos a entender essa massa de alienados que esquenta mais sofás a cada dia. Mas vamos em frente:

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Em 1950, a imobiliária de Adhemar de Barros conseguiu um empréstimo público vergonhoso (viabilizado pelo então Governador do Estado, deixem-me lembrar… Adhemar de Barros!) para comprar e terraplanar uma gleba na região do Morumbi. Essa gleba foi transformada em bairro e ganhou o nome de Jardim Leonor – uma homenagem singela que remete ao nome da esposa de… Adhemar de Barros.

Então é chegada a hora, meninos: conheçam a musa inspiradora da Boutique:

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leonor

Madame vela o corpo do marido em Paris, em 03/69.

fonte: IstoÉ

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Seu perfil, segundo o site oficial do falecido governador biônico:

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“Foi também uma grande promotora política nas campanhas eleitorais. Liderou a criação do Movimento Político Feminino, fundado em setembro de 1947. Criou o Departamento Feminino no Comitê da Vitória na campanha de 1954. Participava dos comícios, organizava festas e reuniões.”

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[adendo inserido em 28/12/2008]:
N.C.: Este texto “oficial” enfeita, na verdade, a real importância que a Leonor de Adhemar teve na consolidação do Golpe Militar que depôs Jango Goulart do poder, em 1964. Foi ela a fomentadora da “Marcha da Família com Deus pela Liberdade”, como vemos (resumidamente) aqui:

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A Marcha da Família com Deus pela Liberdade foi o nome comum de uma série de manifestações públicas organizadas em resposta ao comício realizado no Rio de Janeiro em 13 de março de 1964, durante o qual o presidente João Goulart anunciou seu programa de reformas de base. Congregou segmentos da classe média, temerosos do perigo comunista e favoráveis à deposição do presidente da República.

A primeira dessas manifestações ocorreu em São Paulo, a 19 de março, no dia de São José, padroeiro da família. Articulada pelo deputado Cunha Bueno (…), com o apoio do governador Adhemar de Barros, que se fez representar no trabalho de convocação por sua mulher, Leonor Mendes de Barros, organizada pela União Cívica Feminina e pela Campanha da Mulher pela Democracia, patrocinadas pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais, o IPES.

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Muito já foi dito no blogue a respeito desse tempo, dessa gente, desse estádio. Vejamos então uma nota da IstoÉ, que reporta à época da morte de Adhemar e aborda a repercussão do fato:

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Um dos articuladores civis do golpe militar de 1964, acabou cassado pelo presidente-general Humberto de Alencar Castello Branco. “No fundo, fizemos a revolução contra nós mesmos”, havia constatado amargamente meses antes da cassação. Casado desde 1927 com Leonor Mendes, nos últimos anos de vida Adhemar viveu uma intensa relação com a viúva Ana Benchimol Capriglioni, conhecida nos meios políticos pelo codinome de Dr. Rui. “Ela foi um caso do velho Adhemar, parte de seu último governo”, reconhece Barros Filho. “Quando ele e minha mãe se exilaram na França, ela também o acompanhou.” Em março de 1969, Adhemar morreu em Paris. A fama de sua fortuna era tamanha que, quatro meses depois, um grupo guerrilheiro promoveu um assalto cinematográfico a um cofre com US$ 2,5 milhões, que se encontrava em poder da família de Ana Capriglioni.”

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Apenas para situar melhor o leitor mais novo no contexto que descrevemos: a foto de Adhemar que encontrei à venda no Mercado Livre, datada dos áureos tempos de seu populismo, fala por si só: diria que dispensa comentários, mesmo…

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adhemar

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Em 1951, Ela colocou na tesouraria de seu clube o Sr. Laudo Natel, político muito ligado a um certo Adhemar de Barros. E, como toda sorte de pressão sobre o prejeito Jânio Quadros havia falhado (Madame queria a área do Parque Ibirapuera para construir um estádio), o velho Adhemar resolveu a questão como pôde: o Governo do Estado doou uma área de aproximadamente 90 mil metros quadrados em uma região inabitada conhecida como…. Jardim Leonor! Por esses lados, não havia povo e ninguém se deu conta, e Laudo aceitou de bom grado o presentinho do governador.

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Privadão inóspito, 1960

Privadão inóspito, 1960

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Vale ressaltar, ainda, que qualquer doação de terreno público requer uma contra-partida para toda a comunidade, responsabilidade da qual Madame não se furtou em 04/08/1952, quando assinou esta Escritura Pública de Doação, já amplamente divulgada pelo movimento Morumbi Cidadania. A associação de moradores quer quer o clube cumpra alguns deveres do qual vem se furtando há 56 anos:

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escritura

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Nem estacionamento, nem parque infantil. Mas é importante demonstrar que esse desprezo pela própria comunidade que abriga o clube não foi um fato pontual, nem casual, como nos mostra o JT de março desse ano:

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"Cagar na cabeça" daqueles que a ajudaram lá atrás é um traço recorrente no caráter de Madame.

"Cagar na cabeça" de quem a ajudou no passado é uma característica recorrente da índole de Madame

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História bonita, não? Edificante! Vamos pular então alguns anos, somente para que ela não fique enfadonha, com esse pobre cronista tendo que repetir sempre os mesmos nomes:

Em 1966, o Governador de São Paulo, Adhemar de Barros, é afastado do cargo por corrupção. Assume então seu vice, o Sr. Laudo Natel, à época presidente do SPFW. Claro que este senhor de sorte não se desfez do primeiro emprego: foi, assim, presidente de clube e Governador do Estado ao mesmo tempo, em plena ditadura militar. Com tamanho poder em mãos, ele achou por bem convocar os alunos da rede pública, que precisavam de verba para realizarem suas formaturas, para venderem o famigerado “carnê Paulistão”, cujo dinheiro foi desviado em boa parte para se viabilizar a construção do Panetone Cor-de-rosa.Nessa época, também quem precisasse de um empréstimo bancário não saía do Banco Brasileiro de Descontos (hoje Bradesco) sem ser achacado por algum gerente que o fazia adquirir várias cotas do “Carnê Paulistão”.

E, novamente, continuar seria inútil. Porque podemos ouvir e ver a verdade na voz e nos gestos de Gardenal:

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prova1

os rastros

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Depois de assisitr esse vídeo, vale a referência: aqui vai uma informação retirada da página da própria torcida alienada. Façam as contas da quantidade de dinheiro público desviado:

O volume de concreto utilizado é equivalente à construção de 83 prédios de dez andares. Os 280 mil sacos de cimento usados, colocados lado a lado, cobririam a distância de São Paulo ao Rio de Janeiro.”

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Já em 1970, para tentar tirar a Madame da seca, o Governador Biônico da Ditadura Militar e presidente do SPFW sentava-se no banco de reservas das moças durante jogos decisivos, para poder intimidar o pessoal da arbitragem (nota: qualquer semelhança com a atitude de qualquer coronel de hoje, ali na linha de fundo, deve ser mera coicidência); na final contra a Ponte Preta, quando seu time perdia, o ditador desceu de helicóptero no meio do gramado e foi direto ao vestiário dos árbitros. E foi assim que conseguiram se livrar de uma fila de 13 anos, desfazendo a vantagem da Macaca em uma das finais mais absurdamente roubadas do futebol paulista, dentro da Bambineira, sob o olhar atento do chefe de governo.

[Aqui, em 06/12, faço um adendo] para inserir o texto veiculado esse ano pelo Correio Popular de Campinas, e agradeço ao vigilante amigo Ademir pelo envio:

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Em 1971, essa pressão surtiu efeito novamente. Não é mesmo, Armandinho?

Os que já leram Souvenirs de Madame podem pular o trecho em destaque:

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Os rastros

Os rastros: 1970 (o crime é contra a Ponte)

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Carlos Lacerda e Laudo Natel, o governador biônico e presidente do SPFW que se sentava no banco durante os jogos do seu time para poder controlar os árbitros


Você pode ler a entrevista edificante (cujo trecho reproduzirei) aqui, por completo. Para nossos leitores e amigos, deixo apenas um pedaço bem simbólico, representativo do fermento de alienação que faz inchar a massa leonor; trata-se de uma entrevista de Laudo Natel para o SPNet.

SPNet - No livro do ex-presidente Bastos Neto, ele conta que o Presidente Médici estava receoso de entrar no gramado e ser vaiado devido ao momento turbulento na política brasileira, mas o Sr. o encorajou dizendo que havia “dedicado uma vida para a construção desse estádio e esperava naquele 25 de janeiro esse reconhecimento”. O que aconteceu após a entrada do Sr. e do Presidente Médici em campo?

Laudo – Era a primeira visita do Médici a São Paulo (1970). E convidei primeiro o Costa e Silva, mas ele ficou doente e não pôde vir, até depois veio a falecer. Eu fiquei em dúvida em convidar o Médici, pois já havia convidado o Costa e Silva. Mas o convite é estendido ao Presidente da República, por isso o convidei. O Médici gostava de futebol, aliás ele era são-paulino aqui, acabou vindo. Mas, no dia da inauguração, com o campo lotado, a segurança do Presidente achou que ele não deveria entrar, talvez com receio de ser vaiado. Eu disse a ele: “Presidente, o senhor vai entrar comigo, pois se existe alguém que não pode ser vaiado hoje, esse alguém sou eu. Então, o senhor entra comigo”. Aí, ele aceitou e entrou. Na hora que ele entrou, foi uma ovação do público, deixando-o arrepiado. Tanto é que ele, que já gostava de vir a São Paulo, ficou freguês de vir pra cá. No período em que eu fui governador, ele veio umas vinte e tantas vezes. Mas, a entrada dele foi na inauguração do Morumbi.”

Torcida invejável, né?… Veja uma foto do dia da inauguração do Privadão, em meio à festa repleta dessa gente singela:

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primeirojogo

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Recordando: Laudo foi o presidente do SPFW nos anos mais negros da ditadura, indicado pelo então governador Adhemar de Barros. Era o laranja de confiança para o governador, que planejava desviar dinheiro público e fazer concessões ilegais de terreno para que seu clube (com histórico recorrente de falências e nenhum patrimônio) conseguisse ter um estádio. E o fez, logicamente, por intermédio de sua imobiliária.

E, também logicamente, o governador acabou sendo afastado por corrupção, em 1969.

Mas nessa época Adhemar já tinha feito Laudo Natel seu vice. Então o presidente do SPFW e diretor do Bradesco (instituição que mais enterrou dinheiro escuso na Bambineira) tornou-se também governador biônico de São Paulo – em um contexto onde seu time passava por uma seca de títulos, pois, enquanto erguia o anti-estádio, o clube não ergueu nenhuma taça.

Ao todo se juntaram 13 anos de fila e o time leonor chegava à decisão de um Paulista contra a Ponte Preta. E no seu estádio, recém-inaugurado pelo governador biônico, que já havia adotado o hábito de sentar-se no banco de reservas tricolor para intimidar a arbitragem.

Bons tempos da ditadura militar, auge da glória leonor, onde não era preciso sequer colocar um coronel na linha de fundo para intimidar uma bandeirinha.

Era preciso tirar o time mais querido dos barões da fila. Era preciso mostrar isso para a arbitragem, ostentando poder e aparato militar para que a coisa ficasse clara… então, naquela decisão em 70, Laudo Natel foi além e decidiu fazer uma entrada especial: com o estádio lotado, pousou de helicóptero no meio do gramado, cercado de seguranças, e foi direto para o vestiário de arbitragem “cumprimentar” o caga-regras escalado para o jogo, ninguém menos que Arnaldo César Coelho. Sim, o mesmo Arnaldo global que quer nos ensinar que “a regra é clara“.

Não há porque prolongar o texto nessa postagem. Veja o leitor e amigo e julgue por si só o pênalti anotado por Arnaldo contra a pobre Ponte Preta naquela partida, sob o olhar atento do chefe de governo.

Mais um capítulo essencial na história de Madame:

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Em 1981, quando Madame tomava o segundo chocolate do Botafogo pelas semi-finais do Brasileiro, em plena Gaiola das Loucas, a diretoria esperou o intervalo do jogo para mandar ao vestiário do árbitro Bráulio Zannoto três seguranças armados: Brandão, Maurinho e Chitão – que, curiosamente, eram seguranças da Macaca (e foram contratados só para esse serviço). Conta o árbitro que nada fez, além de ajudar Madame a virar o jogo, porque teve medo das consequências…

Para contar melhor esse episódio, novamente recorreremos ao nosso arquivo do “Souvenirs…”:

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1981 - A vitima é o Botafogo

Os rastros: 1981 - A vítima é o Botafogo

Semifinal do campeonato brasileiro de 1981, SPFW x Botafogo. No primeiro embate no Maracanã, o Bota saiu vencedor por 1 x 0: restava vir para São Paulo e segurar o empate, pois a vantagem era do time paulista em caso de uma vitória para cada lado. Mas Gérson, do Bota, abriria o placar em São Paulo, ainda no começo de jogo, espalhando um balde de água fria no entusiasmo leonor; e em um contra-ataque alvinegro, aos 19 minutos, Mendonça faria 2 x 0, após belíssimo lançamento de Perivaldo. Fatura encerrada?

Se fosse um time de futebol do outro lado, provavelmente sim. Mas se Madame precisa de 3 gols, vai conseguir 3 gols, não importa por quais vias: aos 45 minutos do 1º, após cruzamento na área, Chulapa esbarra nas costas de Gaúcho Coalhada e se atira no chão. Pênalti.

Talvez, não fosse Serginho o protagonista da cena, e o lance poderia até gerar dúvidas, pois Coalhada abriu os braços; mas ali não dava. Quem viu o Chulapa jogar (e lembra do seu “tamanhinho“) sabe que jamais ele seria deslocado daquela maneira, ao contrário, se pudesse fazer o gol, deslocaria quantos marcadores estivessem a sua volta… Mas é pênalti, Chulapa cobra e é gol. O goleiro tenta pegar a bola para retardar o reiníco do jogo; aí Serginho, o frágil, atira o goleiro Paulo Sérgio no chão somente com uma bundada. Reclamação da defesa do Bota, mas o juizão ignora o choro carioca e termina o primeiro tempo.

A senha estava dada: o juíz era covarde, caseiro no mínimo – e então Madame parte para o segundo ato, escrevendo um dos capítulos mais vergonhosos da história do calcio nacional: Assim que Bráulio Zanotto entra no vestiário dos árbitros, percebe a presença de 3 seguranças armados (Brandão, Maurinho e Chitão), todos contratados da Ponte Preta para fazer aquele trabalho esporádico e sujo. Um bandeirinha consegue fugir do vestiário, o outro não.

Alegando que Bráulio estaria “prejudicando” o SPFW, os três desferiram murros em Zannoto, intercalados com chutes no seu tornozelo; um bandeira também apanhou bastante, mas nenhum dos dois teve coragem de parar o jogo ali: voltaram a campo e Ela fez o que quis no segundo tempo, até chegar ao terceiro gol.

Com Zannoto mancando visivelmente.

E, quando fizeram o 3º gol, no placar eletrônico da Bambineira começou a aparecer os horários da ponte aérea para o Rio, mandando o Botafogo para casa. Entre os horários dos vôos, o placar “mandava seu recado”: “Fogão, Fogo, Foguinho, Fumaça, Cinza“.

1981, tempo da ditadura, ainda. Madame já tinha a caneta, escrevia o que queria e ninguém reclamava. Áureos tempos leonores, onde não era preciso sequer manipular procuradores fora de campo.

Anos mais tarde, Bráulio Zannoto contaria em detalhes o ocorrido, dizendo-se arrependido por não ter sequer relatado o que aconteceu na súmula do jogo, pois havia sido ameaçado. O vídeo que você vai ver abaixo é um especial feito pela SporTV com Éverton, herói das meninas naquele embate. Repare em alguns detalhes no vídeo:

1) Veja o desconforto de Éverton ao ser questionado se algum fator no vestiário deu ânimo ao SPFW para virar o jogo; o repórter pergunta claramente a respeito do pré-jogo (já que o Bota ganhara a primeira), e ele responde que, com união, “revertemos uma situação praticamente impossível“. Ou seja, ele responde pensando que o repórter o argüia a respeito dos fatos ocorridos no intervalo.

2) Repare como ele comenta, sem graça, o gol de pênalti anotado por Bráulio. Ele diz “mesmo que foi de pênalti, né?” como quem diz “mesmo com um pênalti daquele…”; note também quanto tempo o narrador e o repórter demoram para acreditar que o juizão realmente havia marcado aquilo.

3) Após o 3º gol, na comemoração, veja que pelo menos dois diretores/conselheiros/seguranças ou sei lá o quê, simplesmente invadem o gramado e se atiram no chão com Éverton para comemorar o feito, na cara do bandeira, que fica atônito e não adverte ninguém (um deles está de calça social marrom e camisa clara, de mangas compridas).

E, finalmente, veja se você daria pênalti naquele lance.

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Poderia continuar até amanhã, destrinchando ano a ano a calhordice dessa gente; Falta o episódio da contraprova de Mário Sérgio, em 1984; tem o Aragão operando o Guarani em 1986; tem o rebaixamento de 1990 que a FPF conseguiu transformar em título paulista em 1991; tem Madame com crise de TPM em 1994, esburacando seu próprio gramado para impedir Palmeiras x Corinthians de realizarem o jogo do título em sua casa…

Mas creio que vocês que me lêem, em sua maioria, têm idade suficiente para não se lembrarem de uma glória ou um título os quais Madame ostenta, que tenha sido ganho na bola, sem a influência sombria da mão que a gente não vê.

De todo modo, deixo abaixo algumas referências importantes sobre caráter Dela, que é preciso consultar para entender porque os “Parmeristas” históricos sempre fizeram questão de nos revelar quem é o verdadeiro inimigo; e inimigo é para ser destruído, não perdoado.

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A verdadeira história do time do Morumbi“, por Marcelo Nacle

Os verdadeiros bandidos“, por Barneschi

Como se fabrica um campeão“, pelo blog Parmerista

A campanha suja de Madame“, por este Cruz

Morumbi, Não!“, pelo blog homônimo

Pra não dizer que não falei dos erros“, por Secondo Tucci

Souvenirs de Madame, por este Cruz

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Este post foi patrocinado pela S4M5UN6

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“O maior produtor de asneiras por pixel quadrado da internet.” A brilhante definição sobre o Escriba do Blog é do amigo Leonardo Ferreira, aliás, 1nh0 continua se superando dia-a-dia.  Portanto, vamos aos tocos:

Escriba Paulo odeia tudo que venha lá da Marginal s/nº e não tenha sido feito por Roque Citadini (por que será hein?), e não seria diferente com a nova cachaça dos maloqueiros; inúmeros clubes de futebol, aqui ou no exterior, se utilizam de produtos politicamente incorretos tais como sites de apostas, bebidas, e outros que tais, mas no Timão não pode, esse marketing mequetrefe vai acabar influenciando as criancinhas à beber pinga ruim! Haja ressaca! Eu e Cráudio tomamos toco, mas o impagável Fred Mercury Prateado, não!

http://blogdopaulinho.wordpress.com/2009/11/06/turma-da-pinga/#comment-159226


Carlinhos-Botucatu-SP
Disse: O seu comentário está aguardando moderação.
Novembro 6, 2009 às 9:32 am | Responder

Marketeiro Escriba, precisa utilizar melhor aquela sua fidedigna fonte – o Google – pois em uma rápida visita constataria que: o Milan é patrocinado por um site de apostas e uma cervejaria, o Manchester por outro site de apostas e por outra cervejaria, o Real Madrid pelo mesmo site de apostas do Milan, o Liverpool por uma cevejaria e o maior dos absurdos: a Internazionale de Milão tem uma enoteca em seu site!
Pelo seu ponto de vista tacanho, jamais esses times tradicionais da Europa poderiam associar sua tradição à jogatina e bebedeira.
Repare no backdrop do time de Vila Leonor, tem uma propaganda de cerveja lá, mas eles podem, os arautos da moralidade, tais quais você, só enxergam defeitos nos outros.
Essa sua implicância com o seu dito time de coração está cada vez mais ridícula.

Um brinde com cachaça à sua propalada credibilidade, bella roba!


Claudio
Disse: O seu comentário está aguardando moderação.
Novembro 6, 2009 às 1:33 pm | Responder

Depois dessa, eu tenho certeza de que você come merda… Porque só isso justifica esse nível de argumentação.

Prefiro a opinião de um outro Paulinho, o Nogueira – gênio da música que você não deve saber quem é, evidentemente:

“Ah Corinthians, cachaça do torcedor”…


FRED MERCURY PRATEADO
Disse:
Novembro 6, 2009 às 8:02 am | Responder

É CACHAÇA DE MUIÉZINHA, O BLOGUEIRO DA MOTO NAO GOSTA DE CACHACINHA, NEM DE MUIÉZINHA, NEM DE MUIÉZINHA…
ELE É MUIÉZINHA, ELE É MUIÉZINHA


Diego Tardelli – um dos artilheiros deste Alphavillão – falou umas verdades, porém, mexeu com um dos amigos dos amigos, aquele que é cantado em prosa e verso por 10 entre 10 jornalistas esportivos deste país e que lançou uma nova camisa na cor: rosa – um must!  Comentei e para deleite do Cráudio nem tomei toco!


http://blogdopaulinho.wordpress.com/2009/11/06/justificativa-do-fracasso/#comment-159412


Carlinhos-Botucatu-SP
Disse: O seu comentário está aguardando moderação.
Novembro 6, 2009 às 2:14 pm | Responder

Equivocado escriba, o jogador é artilheiro do campeonado brasileiro e é fracassado? Tua noção de sucesso é tão correta quanto a credibilidade que acha possuir.

O goleador tem razão, borboleta monarca é um iconoclasta!

Forte abraço.


Escriba do Blog
acha feio ficar devendo, dar calote, ser velhaco. Aliás todos achamos, mas é bonito posar de paladino do crédito e ter patuá de 13 mangos lá na Dona Renata?  Toco no Cráudio!


http://blogdopaulinho.wordpress.com/2009/11/09/boteco-antigo/#comments


Claudio
Disse: O seu comentário está aguardando moderação.
Novembro 9, 2009 às 10:10 am | Responder

De dívida você entende, né? Já pagou a locadora?


Lá vem o Escrib1nh4 novamente atacar o Mirto Cabeção Neves, ele não sossega, pois o Mirtão postou em seu twitter uma mensagem e o nobilíssimo pau-mandado vestiu a carapuça, logo ele, tão probo, tão inocente, tão… “do bem”.  Eu e Cráudio tomamos toco!


http://blogdopaulinho.wordpress.com/2009/11/10/delirios-de-um-homem-sem-coragem/#comment-161133


Carlinhos-Botucatu-SP
Disse: O seu comentário está aguardando moderação.
Novembro 10, 2009 às 1:16 pm | Responder


Acarapuçado Escriba, tua humilde prepotência é algo incomensurável. Deveria corroborar com o lema deste espaço crível e esclarecer as pendengas que pesam sobre Vossa Excelsa pessoa – 02 CPF´s, registro do MSM no endereço do teu mecenas na Cincinato Braga, patuá de 13 mangos lá da Dona Renata, entre outros – antes de cobrar mazelas alheias.

Forte abraço.


Claudio
Disse: O seu comentário está aguardando moderação.

Novembro 10, 2009 às 1:17 pm | Responder

Ué, mas no post logo abaixo (http://blogdopaulinho.wordpress.com/2009/11/10/14371/) você faz exatamente a mesma coisa que o Cabeção. Igualzinho!

Ah, usar o cérebro não é mesmo o teu forte. Eu sempre esqueço…


Veterinário, botânico, contabilista, quase jornalista e agora: colunista de fofocas, dentre outras nobilíssimas atividades, sempre muito bem informado – através daquela fonte fidedigna: o Google – Escriba do blog
concorre agora com Nelson Rubens, Leão Lobo e Sonia Abraão. Toco no Cráudio.


http://blogdopaulinho.wordpress.com/2009/11/12/jogo-sujo/#comments


Claudio
Disse: O seu comentário está aguardando moderação.

Novembro 12, 2009 às 2:18 pm | Responder

Eu tô adorando essa tua guinada de carreira. Continuando assim, você irá desbancar o Leão Lobo rapidinho.

E vale lembrar: antes de você ser procurado por gente da Band, já tinha uns oficiais de justiça e a dona da locadora atrás de você. Um brinde à credibilidade e ao factual!


Escriba
não bebe cachaça, assim como não faz outras coisas desabonadoras, é probo, e esse projeto da Pinga dos Maloqueiros o incomoda sobremaneira, não se conforma – o infeliz – com o sucesso alheio. Cráudio o lembrou de alguns detalhes muito pertinentes, mas adivinhem: toco!


http://blogdopaulinho.wordpress.com/2009/11/13/pinga-ni-mim/#comments


Claudio
Disse: O seu comentário está aguardando moderação.

Novembro 13, 2009 às 10:51 am | Responder

Blogueiro Inho é beijador de mãos de Citadini e do ex-poder corrompido do Corinthians.

Nas horas vagas, brinca de ser jornalista e de inventar denúncias sem provas.

“Estranhamente”, faz isso no mesmo site que teve como endereço de registro um apartamento na Cincinato Braga.

Apartamento que é freqüentado por empresários e jogadores.

Tudo isso avalizado pelo chefe da máfia, o Juquinha.

Deve ser coincidência.


Perdendo completamente a mão, escriba do blog resolveu voltar seu teclado – que pensa ser uma potente bazuca – para Seo Cruz, tal qual um garotinho mimado, atira contra aqueles que ousam colocar o dedo em suas mal curadas feridas.  Ausente nos últimos dias por atividades profissionais, só tomei conhecimento do post contra Seo Cruz ontem a noite.  Tendo em vista tudo o que foi escrito aqui, aqui, aqui, aqui e aqui, só me resta dizer que Seo Cruz é um “pussssta cara”, gente da melhor qualidade, conheci esse “louco” há pouco mais de um ano na Turiaçu, esquina com a Caraíbas, antes do jogo Palmeiras 3 x 1 Patético MG, juntamente com Ademir “o boto da margem direita do Tietê” Castellari e o Carcamano Pharina, foi rapidamente, tempo para uma foto antes dse seguirmos para o jogo, de lá pra cá tornei-me – com muita honra – colaborador do CS, nos falamos por mail vez por outra, tomamos umas no Izidoro certa vez, enfim, tornei-me amigo e admirador do Seo Cruz, um sujeito que neste espaço dá a cara a tapas ao defender sua paixão pelo Palmeiras. Dito isto, só nos resta divulgar os tocos recebidos pelos amigos:  Carol e Daniel.


Carol
Disse: O seu comentário está aguardando moderação.
Novembro 13, 2009 às 12:26 pm | Responder

Uma coisa é o Raphael profissional de fotografia. Outra coisa é o Raphael logueiro. Se não souberem dissociar, me desculpem, mas sou obrigada a chamá-los de ignorantes.

O endereço do Simon foi publicado em vários fóruns e blogs palmeirenses. Pode começar a rastrear e aí denunciar todos eles. Não jogue a culpa pra cima de um só.

E aponte-me quando de fato aconteceu algo que ele tenha incitado.

Espero que esse comentário seja publicado.

Ah, em tempo: podemos denunciar o seu nome pra Receita Federal, né?! Afinal de contas, ter dois CPF’s é crime. Você pode ser enquadrado no artigo 171 do código penal brasileiro que diz:

“Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento”.

Onde você trabalha mesmo?

Daniel Modernel Junqueira Disse: O seu comentário está aguardando moderação.

Novembro 13, 2009 às 12:46 pm | Responder
Devo denunciar você no site Safernet  também?

Da mesma maneira que você está incentivando a violência publicando o nome real e onde o Raphael trabalha…


Mais um furo do Seo Cruz, o keyboard do 1nh0:

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Saint Mark

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miracle_movie

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1) Digamos que ocorra um milagre divino, ou uma rara conjunção astral que permita que tudo dê certo a ponto de fazer com que o Palmeiras jogue bola e ganhe quarta-feira. Neste cenário improvável, ocorreria o que não se deu na quarta-feira passada: voltaríamos à liderança provisória por alguns dias.

2) O FluminenC não percebeu – na verdade, em sua posição desesperadora nem poderia pensar nisso – mas pode ter dado uma grande mão, ontem, para a conquista rubro-negra do título nacional: a vitória do time das Laranjeiras  o colocou na cola do Botafogo (que tomou um nabo do Alphaville), a apenas 2 pontos da linha de rebaixamento. A este sobrou pouco a fazer, a não ser jogar o jogo de sua vida contra o time das putas, no próximo final de semana, em casa, porque a  impressão que fica para todos é a de que o FluminenC não perde até o final.

3) Aí não se trata mais de um milagre: é bem provável que o Botafogo, que não tem time para ser rebaixado e que é obrigado a dar o sangue no próximo jogo, consiga tirar pontos de Madame no Engenhão: senão 2, quem sabe até 3 pontos (o único resultado possível para os alvinegros). Neste caso, continuaríamos na liderança provisória do certame até às 19:30hs de domingo, quando entram em campo Flamengo e Goiás. Aí não há conjunção astral que resolva: é vitória rubro-negra e retomada da liderança, 1 pontinho na frente do vice-líder, o Palmeiras.

4) Chegamos assim à 37º Rodada, onde todos jogarão no mesmo horário, às 17:00hs. Nesta tarde de domingo, contemos com mais uma intervenção dos astros e dos deuses para imaginar que o Verdão vai se impor em casa, diante do Atlético-MG: 3 pontos para a gente (e certamente 3 pontos para Madame, que pega o Goiás-entregão no Serra Dourada). Neste caso, Palmeiras e SPFW iriam a 65 pontos, com o Verdão levando vantagem no saldo de gols. Restaria o Flamengo…

5) O rubro-negro, já com 63 pontos pela nossa previsão, estará no Pacaembu enfrentando justamente nosso maior rival. E sim, os Rivales tinham razão quando diziam que decidiriam este Alphavillão. Nesta altura dos acontecimentos, inclusive, é improvável acreditar que o Corinthians daria uma força para Palmeiras e SPFW ao mesmo tempo, jogando um bolão e entregando de bandeja o título para um dos dois paulistas, seus maiores desafetos.

6) Mas a esperança é a última que morre, e Mano Menezes é um cabeça-dura. Lembro-me do técnico do Grêmio de 2007, que não facilitou em nada a vida do time que havia acabado de contratá-lo e não se importou de assumi-lo na segunda divisão, mesmo sendo ele próprio a última esperança dos gambás: acontece que os gaúchos deram a vida naquele jogo e o Corinthians caiu. Se Mano mantiver a mesma postura (e se o Corinthians jogar um pouco de bola, o que também é difícil), dá para acreditar pelo menos num empatezinho. Some-se a esta esperança o nome de Ronaldo, que enfrentará seu desafeto Flamengo e seu concorrente Adriano, e não pode entrar em campo apenas para pastar. Sim, um empatezinho: é bem provável e eu acredito.

7) Chegaríamos assim na liderança à última rodada do Alphavillão. Por saldo de gols, é verdade, mas líderes – e 1 pontinho a frente do Flamengo, que pega o Grêmio no Maracanã. Neste caso, não quero nem pensar em fazer previsões agora, mas poderíamos nos sagrar campeões com uma vitória convincente contra o Botafogo – que pode ou não estar fora de perigo no último jogo.

Falem a verdade: não é tão impossível assim, é?

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Quem entra no CS sempre é porque tem massa cinzenta bastante para não precisar de explicações, mas não custa repetir o que já dissemos por aqui algumas vezes:

O Futebol é um teatro de guerra. É uma encenação da guerra.

No seu palco, permite-se uma linguagem carregada de retórica que nos remete, vejam vocês, a um campo de batalha, que neste caso é delimitado pelas 4 linhas… o goleiro bate o tiro de meta, o lateral veloz arma o ataque, o meia habilidoso destrói a defesa do inimigo, cujo beque, por sua vez, mata o lance com uma falta violenta. Aí vem aquele nego com um canhão no pé e lança uma bomba que mata o arqueiro adversário. Deu pra entender?…

As torcidas incorporam, a seu modo, este linguajar e este espírito de guerra. E por mais que os torcedores gritem que ‘vão dar porrada e que ninguém vai segurar’ ou que ‘tem um palhaço querendo aparecer e vai morrer’, em 99% das vezes eles apenas pagam seus ingressos, xingam um pouquinho, deixam ali o stress acumulado durante uma semana de trabalho árduo e voltam para casa pensando na próxima batalha – seja ela no campo ou na vida, onde o adversário é sempre mais duro.

Retórica, é apenas disso que se trata essa linguagem da qual usamos e abusamos quando falamos de futebol. Quanto mais torcedor você é, mais uso faz desses termos quando vai falar do assunto. Todo mundo que não é mal intencionado sabe e entende isso.

Quando escrevo neste blogue ácido, portanto, não consigo imaginar que exista algum imbecil que, ao ler o que escrevo, desligue o computador e diga para si mesmo: ‘então tá, agora vou lá dar porrada em fulano’.

As pessoas que aqui frequentam têm vontade própria, livre arbítrio e discernimento – além do quê, se quisessem bater em alguém, estariam na porta do estádio ou do CT preparando uma tocaia para seus desafetos, e não em frente ao PC, estabelecendo um diálogo virtual acerca dos assuntos que mais lhes apaixonam.

Só pode pensar que instigo a violência quem não tem personalidade e vontade própria – a ponto de agir como testa-de-ferro de alguém e escrever apenas textos  encomendados pelo dono dele. O amigo que frequenta o Cruz sabe disso, mas como explicá-lo para um motoboy iletrado que não sabe nem sequer digitar um parágrafo sem errar – quanto mais interpretar um texto?…

Outra coisa: o apelido carinhoso de ‘Seo Cruz’ foi dado pelos amigos que frequentam a casa. No início me irritava bastante (quem me conhece sabe disso), mas como não teve jeito de fazer com que parassem de me chamar assim (eu assinava Raphaello), acabei assumindo a alcunha – até para não confundir minha página pessoal, que apresenta um torcedor irracional, com meu trabalho de jornalista, onde sou obrigado a trabalhar com frieza e isenção.

Em nenhum momento me utilizo de minha condição de fotojornalista que trabalha em um grande veículo para compor uma linha deste blogue – pelos mesmíssimos motivos descritos no parágrafo acima. De todo modo, posso dizer tranquilamente aos amigos que tenho apenas uma fonte de renda, limpa e honesta, como qualquer trabalhador brasileiro. Muita gente que se vende por fora não pode dizer o mesmo, apesar de ser jornalista ou acreditar que possa ser um algum dia.

Este assunto assim se encerra por aqui – quem briga com gente burra comete uma burrice dupla: esta é invencível, já nos ensinava Nélson Rodrigues. Falem mal, mas continuem falando de mim ;). Até porque o que é dele tá guardado, que o diga Magno Malta…

Por último, gostaria de dizer que toda minha tensão eu libero aqui, o que faz com que algumas pessoas imaginem que eu seja mesmo um ser explosivo. Quem está por perto sabe que me faltam um ou dois parafusos, mas garanto aos amigos que só quem não me conhece consegue me odiar desse jeito.

Assunto encerrado, esperemos por um milagre nas próximas 3 rodadas. Abaixo, deixo uma lista de links de amigos a quem só posso agradecer o apoio e pagar uma cervejas no Glorioso e Imortal Cambuci, ou aqui no aprazível Bixiga, onde tenho passado uma temporadas:

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Aquele porco imundo

Cutucou a Onça com a Vara Curta

Maucaratismo, irresponsabilidade, doença…

O mal da liberdade de expressão (1)

O mal da liberdade de expressão (2)

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Estou viajando e não poderei atualizar o CS mais hoje. Porém, com mais um gol impedido do time da ditadura, parece que encerra-se oficialmente qualquer esperança Alviverde, em outra edição do Campeonato de Pontos Roubados.

Vamos aplaudir os assassinos do Futebol…

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Aquele porco imundo

O mal da liberdade de expressão

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…e meu amigão Ademir Castellari, Palestrino raro, que não é de fazer média (e muito menos de se esconder na hora H):

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O mal da liberdade de expressão

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Bom fim de semana, amici!…

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We’re Not Gonna Take It

Nós não vamos aceitar

[CHORUS] [Refrão]
We’re not gonna take it Nós não vamos aceitar,
No, we ain’t gonna take it Não,nós não vamos aceitar !
We’re not gonna take it anymore Nós não vamos aceitar – não mais.
We’ve got the right to choose Nós tivemos o direito de escolher
And there ain’t no way we’ll lose it E não tem jeito de perder.
This is our life, this is our song Esta é a nossa vida- Esta é a nossa música.
We’ll fight the powers that be just, Nós lutaremos contra o poder apenas,
Don’t pick our destiny’cause Não escolha o nosso destino porque-
You don’t know us, you don’t belong Você não nos conhece, você não é um de nós.
[CHORUS] [Refrão]
Oh, you’re so condescending, Oh, você está tão condescendente.
Your gall is never ending Suas chateações nunca acabam,
We don’t want nothin’, Nós não queremos nada-
Not a thing, from you Nada que venha de você.
Your life is trite and jaded, Sua vida é insignificante e cansativa -
Boring and confiscated Enfadonha e confiscada.
If that’s your best, Se este é o seu melhor-
Your best won’t do Seu melhor não serve.
Oh O-o-o o-o-o
Oh O-o-o o-o-o
We’re right, yeah Nós estamos certos.[yeah]
We’re free, yeah Nós estamos livres [yeah]
We’ll fight, yeah Nós lutaremos [yeah]
You’ll see, yeah Você verá. [yeah]
[CHORUS] (2x) [Refrão](2x)
No way Sem chance!
Oh O-o-o o-o-o
Oh O-o-o o-o-o
We’re right, yeah nós estamos certos. [yeah]
We’re free, yeah Nós estamos livres [yeah]
We’ll fight, yeah Nós lutaremos [yeah]
You’ll see, yeah Você verá. [yeah]
[CHORUS] [Refrão]
We’re not gonna take it (No) Nós não vamos aceitar(Não)
No, we ain’t gonna take it Não,nós não vamos aceitar !
We’re not gonna take it anymore Nós não vamos aceitar não mais.
(Just you try and make us) (É só você tentar e nos obrigar)
We’re not gonna take it (come on) Nós não vamos aceitar(vamos lá)
No, we ain’t gonna take it Não,nós não vamos aceitar
(You’re all worthless and weak) (Você é inútil e fraco)
We’re not gonna take it anymore Nós não vamos aceitar não mais
(Now drop and give me twenty) (Agora se abaixe e faça vinte)
We’re not gonna take it Nós não vamos aceitar.
(A pledge pin) (um pino de penhor)
No, we ain’t gonna take it Não,nós não vamos aceitar
(On your uniform) (em seu uniforme)
We’re not gonna take it anymore. Nós não vamos aceitar não mais

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E aí, amici?… Enquanto esperamos a finalíssima de nosso edificante concurso, (vamos dar uma pausa para declararmos a campeã na última rodada do Alphavillão) uma preliminar ‘amistosa’.

Antes de conhecer nossas 2 gloriosas e doces finalistas, nos ajude a eleger o MAIOR BUNDÃO da net: seria a pedante bunda-capataz ou a enrustidíssima bunda-escrava-do-papai? É com você, Cruzão (e Cruzetes que não estejam sofrendo de cólicas pré-mesntruais, porque a cena é feia):

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juquinha

Bunda-capataz, o maior feitor bundão da imprensa nacional

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bannerpaulinho3

Bundinha-escrava, o mais iletrado capacho do submundo do crime.

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Twisted Sister

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Sim senhores, os caras estão no Brasil com sua formação original, direto dos gloriosos anos 70. Não, não é pra qualquer um…

Tive o sagrado privilégio de estar com eles, há pouco, no Hotel Hilton. Mais tarde posto umas fotos, se for possível.

Por enquanto segue uma música-símbolo da banda, que vem bem a calhar no dia de hoje!

Não. Não é pra qualquer um…

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Mudando um pouco de assunto, amici, só um pouquinho. Essa veio direto do Blog do Azenha – e não poderia passar batido. Gostando ou não dos rumos que o Brasil está tomando, as duas capas reproduzidas abaixo (edições de novembro da americana The Economist e da ‘brasileira’ Veja) dão bem a dimensão do tipo de imprensa que temos.

Mais do que isso: comparando as duas capas podemos medir o grau de manipulação a que o cidadão médio (que busca na grande mídia uma fonte confiável de informação) está sujeito:

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Economist

.Veja_Brasil_Afunda.

Sem mais…

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Mocréias, out!

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pic21425.

Gracias, sancarol!

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Também sou contra

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Futebol se ganha dentro de campo. E muitas vezes só se ganha uma partida enfrentando as maiores adversidades: gramado ruim, chuva, adversário truculento e/ou juíz na gaveta. Se não conseguimos, é porque já estava faltando um pequeno detalhe para nosso time, e faz tempo: futebol.

Por contra disso sou contra qualquer anulação de jogo e não acho que o Palmeiras deva ter a chance de refazer qualquer partida que seja; além do quê não adiantaria, pois que não estamos jogando nada. Reproduzo abaixo excelente texto abordando este e outros assuntos, novamente escrito pelo amigo Ademir, do Forza-Palestra.

Em tempo, se houver qualquer verdade nas palavras que disse acima, o campeão nacional deve ser o Flamengo. Seria o mais ‘justo’, pelo menos, se é que este termo possa ter alguma relevância neste teatro de guerra que é o Futebol.

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Do que são feitos os homens…

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Eu sou contra

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Tenho 43 anos de idade. Boa parte deles acompanhando futebol. Sou do tempo em que o futebol era decidido – pelo menos eu acreditava nisso – dentro das quatro linhas. Gol marcado e validado pelo árbitro era gol. Impedimento marcado e que anulava um gol era impedimento. Jogador expulso era suspenso, cartão amarelo era amarelo e vermelho era vermelho. Não havia o ‘malfadado’ tribunal e os vídeos-tapes para condenar, absolver ou mudar resultado de campeonatos.

Veio então a era dos tribunais. Agora é um tal de condenar por falta que o juiz não viu ou que viu e achou normal; tribunal refaz jogos já com resultados sacramentados diuturnamente.

Para mim isso tudo soa muito estranho. Volto a repetir o que disse aqui por diversas vezes: para mim o que acontece no campo de jogo, nos noventa minutos, seja vitória, empate ou derrota de meu time, é o que vale. Se o Simon anulou o gol do Palmeiras contra o Fluminense de forma equivocada – ou mesmo se ele estava na ‘gaveta’, como eu acredito – o resultado tem que ser mantido. Podemos espernear, xingar, processá-lo, até lhe dar uns ‘sopapos pedagógicos’, mas o resultado do campo de jogo é sagrado. Como no bicho: vale o que está escrito.

Por isso, digo – mesmo sob pena de alguns Palmeirenses me criticarem: sou contra anularem o jogo Palmeiras x Sport e marcarem um outro jogo.

Entretanto, há um fato objetivo a ser analisado. Existe a possibilidade da anulação da partida; basta para isso – segundo um dos ‘vagabundos’ do tribunal – que o Sport peça, pois houve um erro de direito, aquele que acontece quando o árbitro por infringir (ou desconhecer) uma das 17 regras do jogo traz prejuízo a uma das equipes. Foi o que supostamente ocorreu ontem. Segundo as informações, e especulações, o juiz da partida entre Palmeiras x Sport ‘apitou’ parando um lance, pois via impedimento na jogada. Quando a defesa parou e Danilo continuou marcando o gol o bandeirinha correu em direção ao centro do gramado o confirmando, pois o impedimento não havia acontecido. Então, o árbitro voltou atrás e confirmou o gol, prejudicando o time do Sport, que havia parado no lance ao ouvir o apito do ‘assoprador’.

Então, vamos entender – segundo a humilde opinião desse blogueiro – o porquê do ocorrido e o que pode acontecer.

Beluzzo e os vigaristas

Quando o presidente Beluzzo lançou sua ira contra o Simon chamando-o de vigarista, ladrão e ‘juiz de esquema’, o que poucos atentaram é que o presidente do Palmeiras estava fazendo mais do que ‘acusar’ um árbitro. Ele mostrou com sua atitude o ‘descontentamento pela maneira com que comporta a maioria nesse meio que teimamos em acompanhar e irracionaliza, talvez por uma paixão cega, surda e muda, e que não cansa de nos escancarar suas entranhas. O que o professor Beluzzo fez, mostrando inclusive como se comportam os ‘doutos’ julgadores do STJD, é que o meio é composto de gente com o rabo preso, gente corrupta, comprometida com esquemas de favores, com paixões clubísticas, com esquemas de corrupção. Por isso, se calaram. Por isso, ontem, o árbitro entrou pressionado no Palestra. O pobre diabo conseguiu – em um único lance – não beneficiar ninguém e prejudicar todo mundo; inclusive ele.

Creio eu que isso é um reflexo de como é o caráter da gente que dirige o futebol brasileiro, mas, principalmente, como as coisa funcionam por aqui. O pobre diabo deve ter recebido a orientação – não tenho como provar isso, mas desconfio que foi dessa maneira – de que o Palmeiras não deveria ser prejudicado de forma alguma na contenda no Palestra Itália, afinal o ‘serviço’ já havia sido feito no domingo, lá no Maracanã, e a repercussão não foi das melhores. Inclusive um renomado economista, por coincidência presidente do Palmeiras, Homem que não é do esquema, resolveu soltar o verbo e mostrar como as coisas funcionam. O(s) esquema(s) estaria(m), estava(m) e está(ão), ameaçado(s).

Além disso, um novo erro, com o clima que se criou, poderia causar uma catástrofe. Então, tome medo de errar; e todos sabemos que a pressão faz com que as decisões sejam tomadas no atropelo. Dessa forma, quando viu Danilo adiantado o pobre (Diabo) se precipitou e apitou o impedimento, mas ao olhar para o lado viu o assistente correndo para o meio campo e, incontinente – lembrando que não poderia prejudicar o Palmeiras, que o Palmeiras já havia sido ‘operado’ no domingo, que por isso a sua integridade poderia estaria ameaçada, que havia sido orientado para ‘abafar o caso’ do jogo da rodada anterior – voltou atrás e confirmou o gol. O restante da história todos sabemos como foi.

É ou não um bando de vigaristas essa gente? CBF, STJD, Comissão de arbitragem, times que se propõe a entrar em esquemas e frustram a paixão de milhares de pessoas que como eu – inclusive disserto sobre futebol na academia – acompanham o ‘esporte das multidões’.

Os sem caráter

Chegamos ao último elo dessa corrente. Se temos os vigarista, se temos o intelectual/presidente que resolveu peitar essa gente, há também aqueles que nada – nesse momento – teriam a ver com isso, mas que foram prejudicados. Por exemplo, o time do Sport.

Ouso a dizer que o Sport, seguindo o pensamento do ressentido Guilherme Beltrão (vice-presidente afastado), não pedirá a anulação do jogo. Se conformará em ser prejudicado (mais uma vez), alegará que com os ‘pobres coitados’ do nordeste sempre funciona assim e não buscará, mesmo que eu ache que isso não devesse funcionar dessa maneira, seus direitos (lembrem-se que há a possibilidade de um tribunal anular uma partida se o erro for de direito, mesmo eu achando isso um absurdo).

O Raphael, do Cruz de Savóia, escreveu em seu blogue que um amigo ouviu os ‘atletas’ do Sport entrando aos gritos de “são-paulo, são-paulo, são-paulo…” nos vestiários após o final do jogo de ontem. Não sei se por uma rivalidade que não existe, não existiu e nunca existirá, entre Sport e Palmeiras (o tamanho dos dois clubes não permite isso), não sei se por uma rivalidade criada pelo imbecil do Beltrão, pela raiva de momento ou por saber que a derrocada da equipe foi exatamente por terem sido eliminados pelo Palmeiras na Libertadores, mas, o que houve foi isso. Quem ouviu e relatou isso a ele fui eu. Eu estava no Palestra, depois do empate sai rapidamente e pude ouvir e presenciar isso.

Aí entra o caráter das pessoas. Se de um lado temos um presidente (Beluzzo) que por amor a sua equipe, por defender uma nação de 15 milhões de torcedores que depositaram esperanças em sua administração e que por acreditar na honestidade pôs em jogo sua reputação, seu cargo e sua história na berlinda (ele pode ser punido por falar a verdade); de outro lado, temos uma gente ressentida, que criou uma ilha da fantasia, que imaginou ser grande o suficiente para nos confrontar, mas que ao caírem na realidade viram que o castelo de cartas (ou de caras) desmoronou. Esses, tenho certeza, não buscarão o direito, não defenderão e não se esforçarão para defender sua torcida, pelo simples fato de que isso pode representar um alento para o Palmeiras, pois um novo jogo pode recolocar o ‘inimigo’ na briga pelo título.

Além disso, os gritos de são-paulo, são-paulo, são-paulo… ontem, nos vestiários do Sport, pode ser sinal que a tal mala-branca pode ter funcionado; ou – quem sabe – que aqueles pobres Diabos (torcedores do Sport) que discriminam seus conterrâneos nordestinos – com tratamentos pejorativos, chamando-os, por exemplo, de ‘Paraibas’ (como se isso fosse demérito) – para mostrar que o Pernambuco é a capital cultural e econômica do nordeste (mesmo que Salvador a seja), tenham que acordar. Pernambuco é lindo, São Paulo não os discriminam. Palmeiras, o gigante, torce para que um dia voltem, afinal, um final de semana em Boa Viagem, antes de um jogo, é impagável.

Não creio, aliás, duvido – repito, duvido – que o tribunal faça algo. A não ser que o recado – direto e não velado – do presidente Beluzzo tenha sido entendido, e que o medo tenha tomado conta dessa gente venal. Se for isso espero que o presidente continue em sua cruzada. Quero para as minhas filhas, e quiçá para meus netos e netas, um futebol e um mundo melhor.

No mais, espero que o resultado do jogo – como eu já disse – seja mantido. Além do mais, com esse ‘futebolzinho mixo’ que estamos jogando, a coisa pode piorar. Ou não é verdade?

Essa é a hora. Nesses momentos é que sabemos de que são feitos os Homens!

Aqui no Palmeiras temos Homens, Beluzzo que o diga. Nos demais…

Forza Palestra!

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Falta revisão

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Há um ano…

Anulação difícil…

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Marcelo Pereira / Terra

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A esperança é um urubu pintado de verde, já dizia o glorioso Mário Quintana, e neste caso não há frase que se aplique melhor às ilusões Palestrinas de que o Sport conseguirá a anulação do jogo de quarta-feira. Primeiro, pelas próprias palavras do promotor de Madame, aquele que costuma sair dos camarotes do Privadão com regalos embaixo dos braços. Segundo, porque o ímpeto do próprio ixpót, já virtualmente rebaixado antes do início do jogo, não será dos mais corajosos.

Digo isso baseado em relatos de amigos que, posicionados perto da boca do vestiário, conseguiram ouvir bem o coro entoado pelo time de cururus, assim que desceram rebaixados, cabisbaixos, para a toca dos visitantes; talvez com raiva do árbitro (e certamente com raiva do Palmeiras, que destruiu seu projeto de um ano inteiro – além de rabaixá-los), o time todo gritava a plenos pulmões, para qualquer jornalista ouvir:

“São Paulo! São Paulo! São Paulo!”

Então é isso aí, amici: contem com um milagre nas 3 próximas partidas, mas não contem com essa corja de mulambos desclassificados para termos a chance de reavermos os 2 pontos perdidos ontem.

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