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Vamos admitir aqui, pelo bem da justiça: o time da ditadura sempre teve por lá presidentes nefastos, ligados ao regime militar ou às cortes de justiça, ou ao poder público, de alguma forma: nada disso é novidade. Mas a verdade é que o ex-deputado da Arena que hoje toca aquele pardieiro destoa, e muito, do perfil ‘low profile’ de seus antecessores.
Os outros presidentes da Boutique sempre agiram sorrateiramente, como eminências pardas entre os poderosos, na calada da noite ou nas penumbras dos tribunais desportivos. Com alguma elegância faziam isso, há de se admitir.
Mas JJ, por sua vez, é uma puta – e dessas que infestam os muros do Jockey Club à plena luz do dia, exibindo suas banhas, estrias e a decadência de uma carreira que chegou ao fim. Ele quer atenção, e quanto mais seu time triunfa, pior é, porque ele ‘precisa’ aparecer mais que o elenco: já brigou com o Flamengo por conta da ‘taça da bolinhas’, e levou o rubro-negro ao ridículo de promover uma volta olímpica no Maraca com uma mock up de isopor. Depois foi a vez do Palmeiras, de novo, porque JJ não admitia jogar no Palestra, a ponto de fazer a lambança que fez em nosso vestiário.
JJ brigou ainda com a FPF, recentemente, após a manipulação do título nacional de 2008 ter vindo à público. Disse que faria e aconteceria, mas não fez nada: fez brigar com o Corinthians, que havia acatado de bom grado a transferência do derby para Presidente Prudente. Aí ele fez o que que fez com os ingressos e seu muro de Berlim, mas sobre isso já falamos muito.
JJ é responsável por ter alavancado o nome de gente ainda mais medíocre do que ele, se é que isso é possível: conseguiu promover um homem de circo (o filho do anão com a mulher-barbada) para a câmara dos vereadores; conseguiu dar relevância a Casares e seu marketing predatório, que se alimenta da cultura do calcio nacional; deu voz de comando para Jesus e quetais sabotarem nosso estádio e colocou um coronel no camarote, quando não na linha de fundo, para apitar os clássicos pelo ponto eletrônico.
Por tudo isso a violência cresce, e estamos só no começo. A intolerância, a arrogância, a prepotência dessa sub-espécie só pode culminar em um banho de sangue em praça pública: essas palavras não visam ‘instigar a violência’, mas sim registrar a previsão de uma guerra sem proporções entre as torcidas da capital, que se dará por um motivo claro: Juvenal, SPFC e o Morumbi constituem hoje um só barril de pólvora. E o pavio já foi aceso.
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Alex, é tudo verdade – e repercutiu, inclusive, na Mídia Palestrina.
Seo Croce, texto crucial.
A juju implodirá a própria máscara.
…boa tarde fratelli…
…vamos torcer hoje para conseguirmos manter os 100% no ano…
…e já irmos nos preparando para enfrentarmos os rivales e os inimigos…
…mio caro…
…fiquei sabendo de um acontecimento que não sei se é verdade…
…o Gladiador foi convidado para um programa de mesa redonda em uma emissora de MG…
…questionado diante de um membro da organizada da raposa se comemoraria um possivel gol contra o Palmeiras ele disse enfaticamente que não…
…o torcedor se revoltou e pediu explicações…
…ele disse que jamais comemoraria um gol contra um time que ele adora tanto em respeito a torcida palmeirense que o considera idolo e que ele tbm adora…
..e tem mais…
…dias depois ele foi ao ct do Cruzeiro com uma camisa da Mancha…
…mio caro…
..vc sabe de algo…????
Ótimo texto, só uma pequena correção no fim do post. O correto é pavio.
Se o Rojas não tivesse esquecido que estava com a camisa do Chile, e não do clube que jogava, não teria feito aquela tentativa de fraude, pois saberia que não estava imune.
e o Bosco pilha ??
deu em algo?
se um jogador do gamba ou do verdão fizesse isso, seriam 4 semanas de imprensa, mais 120 dias de suspensão, a carteira de motorista apreendida e o nome no serasa.
sem falar na clássica entrevista bebado ao JK vangloriando a poderosa construção do panetone com o nosso dinheiro.
e ninguém fala nada…..
“Só para loucos, isto é só para loucos…
Caretas, não!!”
Lembram do caso Pimenta X Todé ???
Sem contar que o Sargento Tainha, ops, Coronel Marinho deu a ordem pra validar o gol de mão da Imperatriz contra os Bambis, quando a bandeirinha já tinha invalidado o lance…
“Filho do anão com a muher barbada” já valeu o dia.
Marcelo: repare na expulsão do Túlio: o bandeira não sinaliza nada, assim como nada viu o juizão. De repente, ele leva a mão ao ponto eletrônico na orelha para escutar melhor alguma mensagem que chegava de fora do campo; então ele se volta para o gramado e expulsa Túlio: porque foi instruído a fazê-lo, mesmo que não soubesse porquê.
Contra a Portuguesa, os corintianos receberam a inforemação OFICIAL do juíz que o jogo havia sido interrompido e seria remarcado para o dia seguinte. Sua ordem valeu até o momento em que recebeu um telefonema da comissão de arbitragem, mandando que os times voltassem a campo.
Nas conversas em rodas de amigos, essas pevisões se confirmam.
As principais torcidas de São Paulo estão com asco dessa corja. Testemunhei isso no sábado quando tomava cerveja com amigos santistas, corintianos e palmeirenses.
Apenas os alienados ainda acreditam que tudo não passa de uma grande manobra para denegrir a “imagem” de madame.
Pois como o anão chupeteiro os fez acreditar, isso se deve ao fato de todos terem inveja do timinho da bicharada!
O cerco está se fechando!
seo cruz,
que historia e essa de ponto eletronico? nao tava sabendo disso.