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Num gesto humanitário do qual se arrependeriam nos próximos 70 anos, Palestra Italia e SCCP decidiram tentar salvar o clube dos bacanas de sua segunda falência em 3 anos e possibilitaram, assim, que Madame pudesse sobreviver no mundo do calcio longe da proteção dos quatrocentões do Club Paulistano.
Também foram só mais 3 anos para que recebessemos a paga, na primeira demonstração do caráter distorcido e predatório que hoje todos conhecemos bem:
Na sede rivale, uma intervenção militar catapultou à presidência do clube alvinegro um milico são-paulino, e foi custoso tirá-lo de lá.
Um ano a mais, e foi a vez de nossos bravos ascendentes Palestrinos se verem obrigados a defender, apenas com sua coragem, o patrimônio do Palestra Italia e nossa camisa, pois até nosso estádio essa escória tentou levar na mão grande.
Assim agradeceram a esmola que demos para Porfírio da Paz.
Mais 2 anos se passaram, no entanto, e a Deutsch Sportive não teve a mesma sorte… viu seu campo ser roubado e sua sede ser fechada sob o pretexto do ‘fascismo que dominava as instituições’ governadas pelos filhos dos países que formavam o Eixo.
Enfim, é toda a história que já contamos detalhadamente aqui.
Logo, através de acordos escusos e decretos obscuros assinados à sombra da ditadura, o time da opressão conseguiu roubar terreno e material suficientes para construir seu próprio estádio, bem longe dos olhos do povo; enquanto isso, ano após ano, o novo Palmeiras e o sempre SCCP foram tendo seus terrenos fatiados aos poucos, cedendo espaço para a construção da Av. Sumaré e Av. Antarctica (pelos lados Verdes), ou perdendo sua área para as marginais do rio Tietê, no caso dos alvinegros.
Até que chegamos onde chegamos, em 2009, sem que esses fatos jamais tivessem sido devidamente revelados por uma imprensa corrompida - que nasceu com os barões do café e fortaleceu suas empresas sob a mão de ferro dos generais.
Mas hoje não.
A democracia, fortalecida, extrapolou nosso direito ao voto e invadiu os meios de comunicação, catapultada pelo rápido avanço tecnológico das fontes midiáticas. E é aproveitando esse momento de ouro que contamos e recontamos essa história – e convidamos você a revivê-la, participando da II Edição do Jogo das Barricas – a Reparação Histórica de 1938.
Não importa se você é Palestrino ou Corinthiano, venha confraternizar e entender essa idéia. Após o jogo haverá a entrega dos troféus (do primeiro e segundo embates) e um churrasco devidamente regado à cerveja que deve se estender por toda tarde.
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A barrica, protagonista, também estará presente: leve suas moedas e vamos enchê-las novamente, como fizeram nossos ancestrais para salvar o diabo do fogo.
Com a renda, decidiremos o melhor a ser feito: podemos doá-la a JJ, para que ele pague a monstruosa dívida de seu clube com o INSS; podemos dar as moedas ao poder público, para que este construa um estacionamento em frente ao Privadão, já que o governo de São Paulo comemora um calote de 40 anos (essa obra deveria ter sido construída pelo SPFC, como contrapartida da doação do terreno leonor); ou podemos ainda doar essa grana para a Borboleta Monarca pagar seu tratamento – já que o Reffis não consegue reabilitar ninguém.
Endereço e data do Jogo podem ser conseguidos na nossa comunidade, basta se cadastrar. Ou então nos mande um mail, identificando-se corretamente.
Mais informações podem ser encontradas também nesses blogues parceiros que patrocinam o evento:
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Permitam-me algumas citações para reflexão:
Leiam esse post do brilhante jornalista Pedro Alexandre Sanches: http://pedroalexandresanches.blogspot.com/2009/05/na-margem-do-rio-piedra-eu-sentei-e.html
E agora algumas palavras retiradas de um site bambi:
(o bambi) “nasceu da revolta e do inconformismo e se manteve vivo pela determinação; nunca foi gratuito o qualificativo ‘clube da fé’. (…)
Walter Ostrich (Oliver) foi o encarregado de desenhar o distintivo que resultou simples, com um visual limpo e moderno, um triângulo tricolor com as iniciais SPFC encimado. A reunião de fundação foi no dia 27 de janeiro de 1930, no número 28 da praça da República. Discutidos os estatutos, foi eleita a primeira diretoria, com Edgard de Souza Aranha como presidente.
A curiosidade é que entre os dezoito membros do Conselho Deliberativo figurava o jornalista Júlio de Mesquita Filho, de O Estado de S. Paulo. Vários jogadores do Paulistano se inscreveram imediatamente no novo clube: Friedenreich, Joãozinho, Cassiano Passos, Barthô, Clodô, Nestor, Mário Andrada e Sérgio.
Com algumas reformas, o campo da Floresta foi aberto ao público no dia 9 de março, com a realização do Torneio Início da APEA, quando o SPFC enfrentou o Ipiranga. Formiga marcou o primeiro gol do novo clube.
(…)
Como Souza Aranha era também presidente da Light & Power, as negociações para a iluminação da Floresta foram rápidas e no dia 28 de março foi realizado o primeiro jogo noturno de São Paulo.”
Pra bom entendedor…
E que seja com chuva, pois no molhado é que o Palmeiras vai ganhar. Não sei se poderi estar lá no sábado, mas se puder dou uma passada. Anônimo, como deve ser a quem não pode se identificar.
Infelizmente não poderei participar do jogo. Mas faço questão de saber como foi o acontecimento. Estarei ligado!!
espero que a PM tome as medidas cabíveis pra q esse jogo não ocorra
Casares tbm falará à imprensa a respeito disso e vai cobrar um ato de desagravo do dono deste blog
Prezado Cruz,
Gostaria de participar desse evento. Segue meu email para maiores detalhes do Jogo.
Obrigado e um abraço
PS: Parabens pelo Blog.
Filipe,
Alguns alienados que possuem um menor grau de nanismo aprenderam a usar o “control-c / control-v” e acaba dando nisso aí.
Abs.
Sobre o tal Bruno aí, posso afirmar que parei de ler no: “Vou contar a história de 3 clubes…”
Não deveria, mas até explico pq. Um deles NÃO TEM HISTÓRIA.
Dispensa maiores detalhes.
Mesmo com um cruzado machucado, se quiser um jogador que fique lá na frente marcando o goleiro e o “Alan”brado pode contar comigo……
Seu Cruz
Não só vou como jogarei também.
Tá, mentira. Vou ficar tomando cerveja.
Qual a probabilidade de presidentes da SEP e do SCCP sentarem-se à mesa e organizarem uma reedição oficial?
Ao menos, espalharia essa “rivalidade fraternal” existente por aqui além de expor as feridas de um certo aborto histórico.
att
CAI-CAI realmente é vergonhoso, não se preocupem amigos, o que o Palmeiras não fez com eles no dia 08 de março iremos fazer em dobro dia 16 de maio..hehe
Pois pode esperar, que dessa vez controlaremos os ímpetos daqueles napolitanos fominhas – e aí o troco virá, com juros…
O Seo Cruz só pode estar de brincadeira. A família Pacífico arrebentou nosso craque, e o cronômetro já marcava redondos 50 minutos do segundo tempo. Isso sem contar o elástico placar de 13 a 11…
Vitor, o problema é que se a gente começa a meter gols, os caras protagonizam um CAI-CAI VERGONHOSO, como já fizeram o ano passado…
O máximo que o Claudio pode conseguir, é um bom goleiro, porque esse vai ter que trabalhar muito..hehe
O ano passado não compareci, esse ano se tudo der certo irei, e aí sim o timeco adversário vai conhecer o “FEMOMENO”haha
E bem que o Rapha poderia fazer um bolão desse jogo hein?
Eu fico com 9 x 1 para os Palestrinos.
Abraços,
Tá na hora, ou já passou, do Palmeiras ser a instituição que é! Tem que párar de chorar e ser o que é: Grande!
É sempre assim, quando não se vence, sempre chamamos os amigos, no caso da onça…
ui.
Só no mundinho de vocês que corintianos são seus amigos, lugar (blog) cheio de falso moralismo e conceitos recalcados…
posso ser cheerleader do jogo?
E o relógio, Japonês?
Pode por nós aí na bagaça que dessa vez iremos. E o Carcamanos divulgará a peleja tb.
Sem desculpinhas dessa vez hehehe
eu jamais representaria o inesquecivel Porfirio da Paz….nao me sinto á altura dele, uma das pessoas que mais amou o Mais Querido e compôs o mais belo hino de todos
e não sou bibelô
Quero aproveitar o espaço para esclarecer: eu só faço a intermediação entre jogadores e empresas, retirando uma modesta porcentagem da participação dos atletas nas propagandas.
Agora, porcada, não me venham falar que não há revelação de craques em sagradas terras corinthianas. Quem esteve presente na primeira edição do Jogo das Barricas pode ver o golaço que Ronald, o filho dele, enfiou no time de verde. Até adiantando o que o pai faria meses depois…
Por fim, o Tonhão era do Rio Pequeno, jogava no Corinthinha de lá e sempre foi alvinegro. Talvez ele tenha trocado para o lado verde quando apanhou da gigantesca torcida da Lusa.
O loko meu, as acusações do Val são sérias hein:
“Seo Cruz é Empresário de Jogadores, e está querendo usar este evento para ver se encaixa algum de seus pupilos em um time grande, para ele ficar com a Comissão da venda!
Do outro lado os chamados “rivales” tem o Claudio, do mesmo naipe que o SEO Cruz”.
Se isso for verdade, o SEO CRUZ até pode arrumar um jovem talento, já o Claudio acho muito díificl conseguir algum bom jogador pelos lados curintianos..uahauhauhauha
Abraços,
Só se o lippe fosse com os bobes da Dona Florinda.
E dançasse o conga-la-conga, o bibelô.
Viu só, Japonês?
É como um jab seguido de um cruzado de direita.
Agora é só contar o que o Tonhão fez com o Marcão, na tenra juventude do mesmo…
Val, gostei de uma idéia que li aí: vamos levar o Lippe e colocar ele de Porfírio da Paz catando esmola, huahuahuahua….
eI, galera, mais tarde mando os emails.
E CORINTHIANADA: Não ousem comparar TONHÃO, O SUPREMO, com ninguém que tenha cestido essa camisa monocromática aí. Aliás, ele mostrou pra vcs em 93.
não sou bibelô
e não levarei minha bandeira do arco iris nessa tnetativa de futebol….só tem homem feio nesse blog
e italiano nao sabe fazer churrasco, só massa
hahahaha
que hilário é pro tricolor ver palmeirense e corinthiano de mãozinhas dadas…..
Primeiramente faço uma acusação ao “SEO” Cruz com esta história do Jogo das Barricas e a real intenção dele.
Seo Cruz é Empresário de Jogadores, e está querendo usar este evento para ver se encaixa algum de seus pupilos em um time grande, para ele ficar com a Comissão da venda!
Do outro lado os chamados “rivales” tem o Claudio, do mesmo naipe que o SEO Cruz.
Agora esse “Bruno” que perdeu tempo em escrever tanta merda de uma vez só, eu poderia sugerir a ele ir dar 2 horas de bunda.
É uma sugestão que tenho certeza, ele iria ACEITAR e PRATICAR.
Portanto só lhe mando para a PQP! tá certo o ALIENADO.
E segundo, “Meretriz” é a Sra sua mãe, com todo o respeito que as Meretrizes merecem, e o corno do cara que vc chama de pai (pode não ser), que poderia ter usado o 5 contra 1, e evitado que mais um bosta como vc, nascesse.
Teria feito um bem para a humanidade!
Mas já que vc está aí, fazendo peso na Terra, VSFD seo INFELIZ!
abs e bom fim de semana aos amigos!
Aos inimigos, MORRAM MALDITOS!
PS: Estou de bom humor hoje, como sempre!
Todo mundo sabe que o Jacenir jogou muito mais que o Pelé…
Ademar Joaquim, comparar fábio baladinha, o mau caráter, com JACENIR, O GIGANTE, e GUINEI, O GUERREIRO, é sacanagem.
É como comparar Evandro com Tonhão, guardadas as devidas proporções.
Afinal, mil Tonhões não chegam aos pés de GUINEI, O GUERREIRO.
To dentro, ahahahah!
Genial!
Bambi tem que ficar no lugar que lhe é de direito, ou seja, com a cabeça enfiada no próprio cu. Principalmente depois das duas humilhações seguidas a que foram submetidas.
Como é bom, meus caros, mostrar pra essa gentalha o que elas são. Elas se descontrolam, fazem beicinho e até escrevem pergaminhos e, no final, ainda têm que explicar a piada!!!
À peleja, caros rivais! E é sempre bom lembrar que a primeira edição teve uma bela vitória corinthiana, com direito a gol do Ronald…
Ei Lippe, ei Bruno…
Levem suas bandeiras com as cores do arco iris pra ficarem catando esmolas…
Espero conseguir participar desta edição. Quanto ao surto psicótico da “Bruna”, podemos comparar o timéco leonôr a uma montanha. Montanha de merda!
CRUZ:
e vc joga bola???rs..caramba, eu daria um balde pequi pra ver a cena..rsrsrs
Bom jogo, Amici e Rivale
Pergunta que não cala:
bambi só consegue escrever em forma de conto infantil?A compreensão pra elas é mais fácil assim?
Bibelô: nunca vi um não-palmeiras tão PALMEIRAS como vc!!Grata pelo Ibope!
PS:churrasco e cerva…desse jogo não sai gol nem que a vaca tussa..hahahaha!!
Poucos cargos público teve o Porphyrio, né? E só cargo pouco influente, né? Por que, quando consultamos a lista de presidentes e diretores do SPFW nos confundimos com a lista de prefeitos e governadores de SP? E se for ver a linhagem dos fundadores do bambi clube, é só herdeiro de grandes cafeicultores ou ex-governadores do período pré republicano.
Montanha? Você, maldito, deve estar ciente que para chegar
ao topo de uma Serra, deve-se fazer grandes Desvios.
Imagine de uma montanha enlameada, como a esta que vocês construíram sobre a cabeça de um monte de alienados.
Cruz, me mande, por favor, e-mail deste jogo. Vou fazer o possível para levar mais alguns e ajudar a popularizar a verdade.
Sr cruz
vou para este jogo e devo incorporar a classe e a qualidade de valorosos zagueiros rivales – dama, jacenir, guinei, baré, basão, betão, cadú, zelão, fabio ferreira, embu, etc etc mas desta qualidade!!!
Abraços
Saudações rivales
Mas essa historinha já existe.
Barneschi e eu escrevemos, há uns dois anos atrás.
A diferença é que a nossa é real, a do esmegma é um vômito, apenas.
Só senti o cheiro, não me demorei a deixar pra trás.
CHUPA biXarada de merda!!!
lippezinha, realmente, pra você é uma bobagem. Afinal, você é uma merda formatada por juju, e tudo que não é o hálito podre da corja, pra você, tem que ser bobagem. Merda bambi alienada.
Seo Cruz, só li o último parágrafo e já sei do que se trata. Trata-se de um alienado, daqueles que não conhecem a própria história, daqueles que acham que o mundo começou quando o SPFW ganhou a primeira libertadores, ou seja, o time delas esperou quase 50 anos para existir, e ainda arrota conhecimento. Lamentável. Mas, deixa estar, os 120 dias estão se esgotando rapidamente.
Artur AAT, minha sugestão é que o dinheiro arrecado seja repassado à madame sim, mas esse ano com a nobre missão ajudarmos que recuperem aquele gramado que fo o responsável pela ‘fatalidade’ do Borboleta Rosa 01, e para a recuperação do mesmo.
Forza Palestra!
ótima iniciativa !
mas só vejo um problema
todas as opções
a respeito do dinheiro recolhido, são para o bolso das meninas
se realmente recolherem dinheiro
não vão fazer a mesma burrice, de antes, de dar dinheiro pra elas
ô esmegma:
só deixei passar esse vômito esquizofrênico pra ter o prazer de dizer que não li 1/3.
Vou contar a história de três clubes do estado de SP, conforme o acontecimento dos fatos
históricos. Com algum conhecimento sobre esses clubes, é possível identificar quem é quem na
narrativa…
Apreciem!
Existia, de certa feita, em uma certa cidade do estado de São Paulo, três criancinhas, cujos
nomes verdadeiros não posso revelar, mas que serão apresentadas ao leitor como as crianças M-
M-M, que ficarão conhecidas do leitor pelos seguintes codinomes: Mendiga, a mais velha das
crianças. Meretriz, a do meio. E Montanha, a mais nova das crianças.
Mendiga, uma criança maltrapilha e boca-suja. Correm boatos de que os pais de Mendiga eram
nordestinos, que tentavam se misturar aos imigrantes italianos e, que por causa disso,
tentaram transformá-la em uma “ragazza” decente, mas por Mendiga não se identificar com o
estilo de vida europeu, já que seu DNA não permitia, foi abandonada em um orfanato. Mendiga
nega e diz que é filha do povo. Talvez Mendiga seja apenas mais uma “filha do Carnaval”, ou
apenas mais uma filha da p…lebe. Mendiga achava o máximo falar como maloqueira e se misturar
aos personagens mais perigosos possíveis, além de se considerar uma mártir: “Sou uma
sofredora”, dizia a Mendiga. Mendiga não possuía casa própria (mentira dela, ela possuía um
casebre na Zona Leste), então, quando queria reunir convidados para suas festas, geralmente
alugava um espaço maior, que tivesse capacidade para abrigar seus pequenos “mendigos”. Como
mendigo é o que não falta nesse estado, Mendiga geralmente levava muitos convidados às suas
festas. Apesar de conseguir boas somas de dinheiro com os convites para suas festas (sim, os
mendigos sempre davam um jeito de prestigiar a Mendiga-mãe), Mendiga nunca conseguiu reunir o
suficiente para construir uma casa decente para si. Vez por outra, a Prefeitura prestava
auxílio à Mendiga, provendo abrigo e/ou dando algumas esmolas.
Talvez daí tenha surgido o seu nome de Mendiga…
O sonho de Mendiga é tirar um passaporte, conhecer o mundo, enfim, ter uma vida de Madame.
Opa, madame não, diz Mendiga: de princesa…
Mendiga tentou, sem sucesso, angariar fundos para conseguie, enfim, realizar seu sonho: se
associou à bandidos, traficantes, assassinos, bicheiros, entre outros, que lhe prometeram
mundos e fundos. “Serás famosa e conhecida”, diziam os bandidos que explorariam Mendiga até a
última gota… Prometeram até mesmo, vejam só que baixeza e inocência, finalmente construir
uma casa de verdade para Mendiga. Mendiga acreditou piamente nos bandidos e se entregou
completamente aos malvados vilões. Mendiga, com o dinheiro sujo dos criminosos, conseguiu
durante algum tempo, a fama que lhe prometeram. Não sem efeitos colaterais, claro…
Assim que a Justiça descobriu as maracutais das quais Mendiga era cúmplice, seus
“patrocinadores” debandaram, deixando não só o estado, como o país. Mendiga se viu sem
condições de manter o padrão de vida que tentaram lhe dar, custeado com dinheiro ilícito, e
levou o maior tombo de sua vida medíocre: por conta dos crimes que cometera no ano de 2007,
foi obrigado a passar o ano de 2008 encarcerada em lugar chamado “Divisão B”, que era um
recinto destinado à quem agia como “Besta” ou “Bobo” no ano anterior. Por isso o nome Divião
B. Mendiga achou que aquilo seria o fim de sua triste vida, deixando milhões de pequenos
mendigos tristes no mundo. Mal sabia Mendiga que, por questão de 5 anos, quase encotraria com
sua prima mais nova, a Meretriz…
Mas deixemos Mendiga de lado por um momento.
Falemos agora da menina Meretriz, a do meio. Meretriz era uma menina sonhadora: queria ser a
mais bela, a mais famosa, a mais forte, a mais temida, a mais nobre. Meretriz afirma pra quem
quiser ouvir que seus pais são italianos, de nobre estirpe, integrantes da nata, ainda por
cima. Meretriz, na verdade, é prima de Mendiga, ainda que não saiba disso. Os pais de Meretriz
são, na realidade, irmãos dos pais de Mendiga, que se revoltaram quando Mendiga não permitiu
ser criada como uma “ragazza” e resolveram ter sua própria italianinha, para enfim, conseguir
se misturar aos carcamanos que infestavam o estado paulista.
Meretriz nega veementemente: “Ho nobile sangue, io sono una figlia d’Italia”, dizia uma
Meretriz revoltada com os boatos sobre sua ascendência. Meretriz adora falar e se portar como
italiana. É capaz de qualquer negócio para manter as aparências. Inclusive se portar como uma
verdadeira Meretriz, se vendendo a quem lhe puser em melhor situação perante a sociedade
paulistana.
Meretriz possui uma casa própria (pigarro…), “conseguida com muito suor”, diz Meretriz. Na
verdade, Meretriz teve sua casa construída por um de seus primeiros cafetões, o Conde
Matarazzo. Este, ludibriado pela astuciosa Meretriz, achava que estava lidando com uma
verdadeira condessa italiana. Usou seus empregados para levantar a casa de Meretriz e, usando
de toda malícia italiana que lhe corria nas veias, deixou-os na rua da amargura, ao não pagá-
los pelo serviço. Meretriz, antes disso, já havia enganado um determinado cliente, que era
dono da Companhia Antártica, surrupiando-lhe o terreno onde teve sua casa construída,
afirmando que pagaria pelo local em uma vintena de suaves prestações. Pagou três das
prestações e caloteou o restante. Meretriz estava já se portando como uma autêntica
delinquente. Por seus atos, pensava, talvez fosse até recrutada pela Máfia ou Cosa Nostra e aí
sim poderia dizer que fazia parte de uma verdadeira “famiglia” italiana e ninguém poderia
negar.
Meretriz, na sua ânsia de se tornar uma “ragazza” italiana, se associou aos fascistas de
Mussolini durante o período da Segunda Grande Guerra, prestando serviços de espionagem, como
uma verdeira Mata Hari tupiniquim. Mas, como esta, foi desmascarada e, não fosse a já
conhecida benevolência brasileira para com os criminosos, teria sido banida da face da Terra.
Mas não: lhe foi concedida a graça de mudar seu nome de nascimento, para assim “maquiar” seus
atos vergonhosos.
Meretriz, triste com a mudança de planos, que lhe obrigou a abrir mão de seu nome italiano,
ficou com cara de planta e pensou: “já sei que nome vou me dar a partir de agora. Escolherei o
nome de uma planta, uma bem imponente”, decidiu Meretriz.
Apesar disso, Meretriz guardou ressentimentos por causa desse episódio, decidindo se envolver
o menos possível com essa “gentinha”, segundo ela própria. Assim sendo, só participavam de
suas festas quem fosse italiano ou descendente. Negros, mulatos, pardos, nem pensar… Até
mesmo brancos que não tivessem em seu sangue algo italiano, eram sumariamente dispensados e
rejeitados. Meretriz esquecia que quem lhe dava abrigo era a terra brasileira, não a da Bota.
Esquecia que aqueles que levantaram sua casa (ainda que não estivesse quitada) eram
integrantes do povo brasileiro, assim como ela mesma era, apesar de renegar suas origens.
Meretriz, nos dias atuais, teve dois cafetões diferentes. O primeiro era um italiano, que veio
ao Brasil para tentar lavar dinheiro ilegal. Alugou Meretriz até onde deu, abusando da mesma,
como se fosse uma garota de programa qualquer. Meretriz, que queria mordomia e nada de
trabalho, “mamou nas tetas” de seu cafetão, se enchendo de leite com água oxigenada (dizem que
o italiano era loiro e usava água oxigenada para manter as aparências). O problemas foi que,
depois que as vacas gordas do cafetão emagreceram, ele quebrou e deixou Meretriz chupando
dedo, para apaziguar seu costume de mamar nas tetas do dinheiro sujo. Com isso, Meretriz
acabou indo parar na já citada “Divisão B”, onde ficou encarcerada durante todo o ano de 2003.
Quem diria que Meretriz, com todo o luxo de que dispôs, sem pagar nada por isso (apenas se
vendeu, como qualquer outra garota de programa faria, não é?), ficaria encarcerada em um lugar
tão vil, destinado apenas aos piores tipos…
Mas é como diz o ditado popular: “Pra baixo todo Santo ajuda”. Nesse caso, especula-se que o
Santo em questão, que teria ajudado Meretriz a ir para a Divisão B, seria um tal de São
Marcos, mas há controvérsias, já que tal Santo é conhecido por sempre ajudar, sendo inclusive
São Marcos condecorado como Padroeiro da cidade de Manchester, na Inglaterra, onde é venerado
desde 1999, devido a um milagre concedido aos habitantes da cidade.
Atualmente, Meretriz já saiu da “Divisão B” e tenta obter prestígio junto à alta-sociedade
paulistana. Para isso, recebeu uma proposta de um conhecido cafetão nacional, que conhece os
atalhos para conseguir dinheiro fácil. Esse cafetão atualmente faz uso indiscriminado de
Meretriz, enchendo-a de drogas e se aproveitando da situação financeira periclitante de
Meretriz. Meretriz aceita tudo calada, como boa escrava do dinheiro alheio que é. Dizem que
tal cafetão inclusive é envolvido com o Traffico, mas Meretriz não se importa. Ela quer mesmo
é ser conhecida pela nata da cidade e desbancar aquela a quem tece seu mais profundo rancor:
A Montanha!
Montanha é a mais nova das crianças desta história. Apesar disso, alcançou reconhecimento
maior que qualquer das outras duas infantes. Montanha nasceu pobre, muito pobre. Apesar disso,
sempre teve sangue nobre. Os percalços que teve de enfrentar durante o início de sua vida só
serviram para enaltecer ainda mais seus feitos, que demorarão a ser igualados na Terra de Vera
Cruz. Como sugere seu nome, hoje Montanha vê os outros olhando pra baixo. Mas nem sempre foi
assim. Montanha teve, certa feita, de se aliar a outros, pois sua situação financeira e a de
seus pais era caótica. Se aliou para conseguir se sustentar, como fazem hoje aqueles que não
conseguem pagar aluguel sozinhos e dividem seu lar com outro para rachar as despesas. Período
extremamente árduo para Montanha, que sobreviveu da forma que lhe foi permitida à época. Mesmo
assim, nunca abriu mão de sua dignidade, conseguindo algum destaque no cenário paulistano,
através de seu próprio suor, nunca com o dos outros. Montanha juntou, aos poucos e com muita
dificuldade, dinheiro suficiente para construir sua própria moradia. Esse fato nunca foi
totalmente aceito por Mendiga e, principalmente, por Meretriz, que acusavam Montanha de
conseguir construir sua casa com dinheiro alheio. Meretriz, inclusive, espalhou uma estória
(com a letra “E”) de que Montanha havia tentado lhe tomar aquilo que nunca lhe pertenceu
realmente: sua casa. Montanha, que já possuía uma humilde casa, na verdade, foi alvo de mera
inveja e do espírito corrosivo de Meretriz, que havia sido obrigada a mudar de nome por seu
vínculo com Benito Mussolini e o terrível fascismo que este tentava impor ao mundo.
Incoformada com a mudança de seu nome e com os agentes do Governo em seu encalço, Meretriz
tentou atingir alguém para tentar dissipar sua raiva ácida. Para isso, escolheu a Montanha.
Talvez porque Montanha estava se destacando no cenário paulistano, o que deixava Meretriz
inconformada, já que esta sempre teve, como já dito acima, a necessidade de aparecer e querer
sempre ser melhor que os outros, mesmo que para isso precisasse corromper algumas pessoas
importantes ou abrir mão da pouca dignidade de que dispunha. Meretriz chegou ao ponto de pagar
para um certo cidadão inglês, no final de década de 40, para prejudicar a Montanha e lhe
beneficiar, para assim conseguir algum destaque nas páginas dos jornais paulistanos.
Montanha continuou firme, como montanha que é, em sua jornada. Construiu sua imponente casa,
em um lugar que à época era desabitado e pouco popular, ou seja, um lugar desvalorizado no
momento. Mas Montanha construi não uma casa comum, mas um verdadeiro recinto de gala, para
valorizar seus convidados e deixá-los à vontade, quando lá estivessem. Apesar disso, sua casa
só foi finalmente concluída praticamente 10 anos depois de inaugurada para seus convidados.
Apesar dessa mostra de dificuldade, Mendiga e Meretriz tentaram de todas as formas desmerecer
o feito de Montanha, acusando-a de conseguir vantagens junto à figurões da época, citando
inclusive o governador do estado de São Paulo, que na verdade só assumiu o governo DEZ ANOS
DEPOIS de Montanha adquirir o terreno onde construiria sua casa e CINCO ANOS DEPOIS da
inauguração da casa. Mesmo com a falta de destaque de Montanha no cenário paulista, graças ao
orçamento apertado devido à construção de seu suntuoso lar. Meretriz agiu como seus aliados
alemães, no caso Joseph Goebbells, que utilizava a tática de contar a mentira tantas vezes
quanto necessárias, para assim torná-la uma verdade (ainda que imposta goela abaixo). Mas
Montanha sempre foi firme e determinada, como sugere seu nome. Continuou firme como sempre, e,
aos poucos, foi conseguindo novamente alcançar destaque. Destaque esse que continua até hoje,
sólido como nunca, inclusive.
Pois Montanha, diferente das outras crianças, nunca precisou de alguém para pagar suas contas.
Nunca precisou se vender. Nunca precisou vender sua dignidade para lograr êxito em seus
empreendimentos. As dificuldades por que passou quando mais jovem tornaram Montanha uma pessoa
trabalhadora ao extremo, independente, autônoma e com visão de futuro, algo que nunca passou
pela cabeça de Mendiga e Meretriz, que sempre esperaram pelas migalhas e esmolas alheias,
alguém que as pudesse sustentar, pois essas crianças nunca tiveram aquilo que sobra em
Montanha: a verdadeira vontade de vencer, a determinação de crescer e de se impor por si só.
De ser SOBERANO…
Sem esmolas, sem cafetões…
Por isso, Montanha, apesar de ser a mais jovem das três crianças citadas, é a mais vitoriosa.
A mais condecorada. Conhecida mundialmente, o que não nunca aconteceu com Mendiga ou Meretriz.
Mendiga, como citado acima, nem mesmo possui passaporte. Já Meretriz bem que tentou ser uma
celebridade mundial, como Montanha. Produziu uma grande festa em terras tupiniquins, no ano de
1951, convidando a esmo algumas poucas pequenas celebridades internacionais e um monte de
coadjuvantes, para fazer parte de sua festinha. Tal convite foi rejeitado por DEZESSETE dessas
supostas celebridades e coadjuvantes. Meretriz tentou novamente, dessa vez chamando pessoas
menos importantes. O convite foi aceito por alguns desses convidados randomicos, que chegaram
ao Brasil e se deleitaram com nossa culinária e nossas mulheres. Pra eles, a festinha de
Meretriz não importava: afinal, “quem era Meretriz?”, eles pensavam. Mas Meretriz, utilizando
-se de sua argúcia e de uma cara-de-pau sem tamanho, declarou que ela agora era uma
celebridade mundial. Novamente utilizando-se das técnicas aprendidas com seu amigo Goebbels,
tentou enganar a população paulista, brasileira e mundial. Só esqueceu-se de um velho ditado,
que serve até hoje para si: “O mal do esperto é achar que os outros são burros…”. Pra
piorar, Meretriz só tentou impor-se como celebridade mundial MAIS DE 50 ANOS DEPOIS da tal
festinha.
Seria pelo fato de Montanha ter se consagrado pela TERCEIRA VEZ como celebridade mundial? Não
sabemos, caros amigos. Mas assim é Meretriz, sempre invejosa e fútil…
Parecido com Meretriz, Mendiga também tentou se mostrar ao mundo como uma celebridade
internacional. Foi convidada para uma festinha, também em terras tupiniquins, como Meretriz, e
juntamente com outros convidados, esses com renome, difente de Meretriz. Porém, Mendiga era
apenas mais uma convidada, nada mais.
Apesar disso, Mendiga tenta a todo custo fazer com que lhe considerem uma celebridade mundial.
Mesmo que lhe lembrem sempre que não possui nem mesmo passaporte. Mesmo que lhe lembrem que
antes de se formar médico, qualquer cidadão tem antes que prestar vestibular e cursar toda a
faculdade. Mas Mendiga não se importa. Só quer que lhe reconheçam e pronto. Ponto final.
Assim é Mendiga, sempre pobre de espírito e de cultura (principalmente cultura internacional).
A não ser, claro, a cultura do gueto…
Por todos os faros descritos acima, Montanha se tornou a pessoa mais invejada por Mendiga e
Meretriz. O sucesso alheio sempre incomoda os inertes e ineficientes. Esses sempre acham que é
apenas sorte… Mal sabem que Montanha é uma criança de fé. De MUITA FÉ. E de muito trabalho
também…
Atualmente, por causa da soberania de Montanha, Mendiga e Meretriz, as primas que não sabem
que o são, apesar de todo o desprezo que afirmam nutrir por cada uma, estão armando uma união,
para assim, tentar derrubar Montanha. Fizeram um pacto das ruas, não se permitindo mais
visitar Montanha em sua casa. Nem mesmo que Montanha gentilmente ceda sua enorme casa para
ambas, para realizarem suas festas. Mendiga alega que Montanha tratou mal seus filhos quando
estes lá estavam, certa feita. “Mas como posso tratar bem quem vem aqui para quebrar e
depredar minha casa, que construi com tanto trabalho?”, pergunta Montanha. Já Meretriz guarda
rancor por ter atirado gás de pimenta em Montanha, quando MOntanha estava em seu recinto.
Mesmo que tenha sido condenada por tal ato pela Justiça, Meretriz nega com todas as forças.
Mesmo que gravações telefônicas indiquem que um de seus filhos tenha cometido tal ato covarde.
Mesmo que o delegado que investigava o caso ser amigo íntimo e de longa data de Meretriz e o
mesmo não tenha se pronunciado a favor de Meretriz. Pelo contrário, tal delegado amigo de
Meretriz arquivou o caso. Como diz outro antigo ditado, “Quem cala, consente”. E nesse caso,
Meretriz, mesmo a contragosto, consentiu…
E Meretriz que se cuide: nem mesmo em sua casa as pessoas a respeitam mais. Há pouco tempo,
uma pernambucana arretada, que parecia uma cachorra de peruca, foi lá e fez calar Meretriz e
seus filhos, dentro do recinto do meretrício. Será o fim dos tempos para Meretriz?
Mesmo com essa união tão estranha aos olhos de todos (menos para este que vos conta a
história, pois este sabe dos laços familiares que envolvem Mendiga e Meretriz), por sempre
terem dito que se desprezavam, Mendiga e Meretriz não conseguiram obter sucesso em sua
empreitada. Montanha se mostra intransponível. Um verdadeiro Everest de sucesso e soberania.
Nem mesmo com o dinheiro de seu cafetão Meretriz conseguiu abalar as estruturas de Montanha. O
cafetão começa a se irritar com Meretriz. Se ele for embora, o que será de Meretriz? Qual será
seu futuro?
Será que estamos presenciando o nascimento de uma nova Mendiga?
E Mendiga? Conseguirá realizar seu sonho de finalmente conseguir um passaporte e conhecer o
mundo lá fora?
A Montanha, soberana, apenas observa, à distância. E do alto…
Como diz um último ditado: “Se o mundo não vêm à Montanha, a Montanha vai até o Mundo”.
Como já aconteceu outras três vezes…
Autor: Bruno Souza Cruz
Personagem principal: Montanha, ou São Paulo Futebol Clube
Personagens Coadjuvantes: Mendiga, ou Corinthians. Meretriz, ou Palmeiras
Já dizia meu professor de cálculo avançado. Um homem sem história não é um homem.
att.
.
P.S.: Talvez não definam muito bem isso nos cursos de direito
o Lippe vai lá tbm, ai vc faz o papel do Pérfido da Paz
Isaac, Alan e demais: se puderem comparecer, peço q vcs me mandem um email, senão fica difícil coordenar…
cruzdesavoia@gmail.com
adianto apenas que o jogo será em 16 de maio
Idéia genial, essa.
Será que alguem da imprensa vai ter coragem de cobrir o evento?
Rapha, nao se esqueca de me passar os detalhes por E-mail. Ou será enviado para todos?
Abs
quanta bobagem!!!
Cruz, gostaria de participar dessa campanha!
Abraço
Caro Sr. Cruz: gostaria de registrar que este blog está cada dia melhor. Parabéns pelo trabalho. Tomara que em breve possa ser dito o mesmo com relação ao Palmeiras. Abraço.
IMPORTANTE: Amici, por motivos de segurança, os detalhes da realização do Jogo serão passadas apenas via email.