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Diretoria, jogadores e torcida promovem festa antecipada no Palestra. O titulo de fato deve vir na penúltima rodada, com o Verdão jogando fora.

Diretoria, jogadores e torcida promovem festa antecipada no Palestra. O título de fato deve vir na penúltima rodada, com o Verdão jogando fora.

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da redação

Tarde de sol, pinta de feriadão, estádio tomado por uma torcida em estado de graça (cantando do primeiro ao último minuto), time passeando em campo… Às vésperas de fechar seus portões para iniciar um grande salto no tempo, o Palestra Itália e a lembrança dessa tarde de domingo irão deixar saudades na memória do palmeirense. O quinto título nacional do Verdão (que já era previsível há duas rodadas), praticamente foi ratificado hoje, depois de um 2 x 0 no fraco e rebaixado Ipatinga.

Segundo projeções do datacruzis, o time de Perdizes tem agora 95% de chance de abocanhar o troféu oferecido pela CBF, bastando, para tanto, conquistar 2 pontos em 2 rodadas (o time segue 5 pontos a frente do Grêmio, o vice-líder).

A torcida era o retrato do sonho de Ícaro vivido pela Academia esse ano: já pelas 14:00, duas horas antes do confronto que praticamente traria a segunda taça do ano para o Jardim Suspenso, tanto as arquibancadas quanto as cadeiras especiais do Parque Antárctica já estavam completamente tomadas por uma massa apaixonada que não parava um segundo sequer de entoar gritos de incentivo para cada jogador do elenco.

Quem não conseguia esconder o clima “verde” de otimismo era o vice-presidente de futebol do Palmeiras, Gilberto Cipullo. Caminhando calmamente no fosso do gramado, perto do vestiário do Palmeiras, enquanto acenava para o público, o cartola era a imagem da alegria e do sentimento de dever cumprido:

Quando assumimos o Palmeiras, a situação era caótica e a moral do elenco estava em baixa. Não cabe agora enumerar os motivos ou apontar culpados, mas o torcedor se lembra do ar pesado que se respirava dentro do clube, e isso prejudica qualquer comissão técnica, por mais competente que ela seja.”, discursou Cipullo, numa clara alfinetada no grupo que antecedeu Della Mônica. “Mas, com uma gestão profissional, voltada para o futuro do Palmeiras, com ambição e responsabilidade, tudo o que aconteceu de ruim faz parte do passado“, disse o dirigente, evitando pronunciar o nome de Mustafá Contursi, antigo manda-chuva do Palestra Itália. “Agora teremos eleições em janeiro e esperamos que, com o apoio do sócio-torcedor, possamos eleger Belluzzo e dar sequência a esse projeto grandioso iniciado em 2008“, completou.

Outro palmeirense que não conseguia conter o orgulho pelo sucesso de seu trabalho em 2008 era o ex-jogador Toninho Cecílio. Após confraternizar-se com o elenco no vestiário, no final da preleção, o gerente de futebol do Palmeiras fez questão de apontar a marca de seu empenho nesse sucesso: “Cobramos, exigimos, mostramos à diretoria e aos nossos parceiros que o Palmeiras não vingaria no Brasileiro se não conseguisse substituir com qualidade as peças que havíamos perdido após o Paulistão. Conseguimos, nossa insistência rendeu os frutos esperados; chegamos a um consenso e todos enxergaram a necessidade de repor, sem demora, as perdas que sofremos, de Valdívia e Henrique para o mercado europeu. Creio que, sem isso, não teríamos chegado“, sentencia Toninho: “no futebol de hoje, objetividade é meio caminho para o sucesso. De nada adiantaria contratarmos 10 ‘promessas’ e não trazer jogadores de peso para manter esse grupo forte. Parte da torcida criticou os gastos elevados dessas contratações, mas hoje todos estão aí comemorando, enchendo a casa, porque entendem que valeu o investimento.

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O segredo do êxito: foco no futebol e harmonia no clube

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Dois fatores ilustram perfeitamente o quadro que compõe o sucesso alviverde em 2008:

Em primeiro lugar, o Muda Palmeiras e sua aliança com Afonso Della Mônica. Essa união histórica (que afastou o grupo de Mustafá do poder depois de quase 20 anos) trouxe ao Verdão um ambiente raro nas últimas décadas, exceção feita ao período de co-gestão com a Parmalat: paz dentro do clube.

Essa tranquilidade política, quase “inédita” no clube de colônia italiana e sangue quente, propiciou uma realidade onde a diretoria pôde, finalmente, se preocupar com seu time de futebol em primeiro lugar. Não se trata apenas de contratar uma comissão técnica de ponta, ou jogadores caros: o que se viu foi o Palmeiras preocupado com o Palmeiras, apenas. Os cartolas, atentos à precariedade jurídica que reinava no clube, não foram presa fácil do STJD, como em outras épocas; escalas de árbitros “duvidosas” foram prontamente questionadas junto à grande mídia, a cada rodada desse Brasileiro, gerando como resultado apitos mais cuidadosos do que de costume, quando se trata do time de Perdizes… Acredita-se que essa “segurança” trazida pelos novos cardeais do Parque gerou um segundo fator determinante para o sucesso do Palestra:

nunca se viu um Luxemburgo tão manso como nesse segundo semestre. O treinador, taxado de vaidoso e arrogante por boa parte dos torcedores do Brasil (e até mesmo por alguns setores da imprensa), praticamente não apareceu para gerar polêmica. Conta-se nos dedos de uma mão as entrevistas de Luxemburgo, desde agosto. À boca pequena, antigos conselheiros do Palmeiras confessam que nunca viram Luxemburgo tão focado no título quanto agora – e reconhecem, mesmo torcendo o nariz, que ele foi fundamental para a conquista do penta. A comissão de arbitragem, eterno alvo das flechas venenosas do “Madureira”, também agradece a folga dada pelo treinador durante o certame.

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Marcos, ídolo da torcida e inspiração do elenco

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Mas a imagem que fica para o palestrino apaixonado é mesmo a de Marcos, defendendo um pênalti aos 44 minutos do segundo tempo e fazendo a galera comemorar “mais um gol” enquanto esperava o apito final para soltar o coro de “pentacampeão”!

Assim que o juizão ergueu o braço, toda a comissão se atirou em cima de Marcos, que recebeu o abraço coletivo transtornado, entre lágrimas compulsivas:

Tenho que dedicar esse título a todo elenco do Palmeiras“, balbuciou emocionado, para desabafar em seguida, com a espontaneidade que já lhe rendeu fama: “Não quero saber se falta 1 ou 2 pontos: esse time é campeão, porra!!!” – e completou: “Agora sou duas vezes penta!

Com a mesma humildade do comandante verde (Luxa correu para os vestiários aos 42 do segundo, sem dar declarações, enquanto era ovacionado pela torcida), Marcos ainda fez questão de rejeitar novamente a alcunha de “santo”:

É um carinho da torcida, a gente se enche de orgulho, claro. Mas a verdade é que, sem a raça e a vontade de ganhar de toda essa equipe, o ‘São Marcos’ deixaria de cumprir suas promessas“, completou, rindo, o capitão palmeirense.

Marcão, aliás, é um dos mais ansiosos pelo fim do campeonato. Assim que acabar a última rodada, quando o Palmeiras enfrenta o Botafogo em casa (provavelmente no jogo das faixas), o Parque Antarctica deixará de sediar jogos por um ano (pelo menos) para dar início às obras da Arena Palestra Itália. Adiretoria do clube já havia prometido ao goleirão em agosto (quando a pedra fundamental foi lançada com pompa e circustância) que, no jogo de inauguração da Arena, seu busto já estará figurando ao lado da escultura de Divino.

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Lendo hoje a “reportagem” publicada em um dos blogues dos juquinhas, falando sobre a Arena (mais especificamente no bloguezinho do faz-tudo), lembrei-me de uma matéria publicada ao final de 2005, assim que o SPFW confirmou a conquista do seu quarto título nacional. O que você vai ler agora saiu publicado em um jornal paulista de grande circulação e, é óbvio, sem assinatura… Quem escreveu foi um tal de “da redação…”

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Um título histórico

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Após bater o Atlético PR por 3 x 1 em casa, nesse domingo (04/12), o tricolor de Paulo Autuori pôde enfim comemorar a conquista do tetracampeonato brasileiro. A festa, que seria modesta, uma vez que o São Paulo Futebol Clube já arruma suas malas para lutar por mais um mundial no Japão, teve um sabor especial, tanto para o elenco e torcida, quanto pelo significado dessa conquista para todo futebol brasileiro.

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Ceni comemora com os garotos do Morumbi mais uma conquista do Tricolor


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No círculo do esporte, esse triunfo histórico do SPFC já foi batizado como o “título das mãos limpas“. Isso deve-se ao fato da arbitragem ter sido alvo, tardiamente, de um processo de moralização sem precedentes no país tupiniquim. Não obstante ao chororô de Internacional e Corinthians, que perderam pontos nas partidas remarcadas pelo STJD, o que deve ser ressaltado é que Edílson Pereira de Carvalho serviu de instrumento para que se pudesse desmascarar, por aqui, o que a Europa já havia descoberto há anos.

Esquemas envolvendo clubes, jogadores, árbitros e casas de apostas já haviam sido revelados na França, onde o Olimpique, principal protagonista, foi severamente punido; mais recentemente, o mundo acompanhou o exemplo didático vindo do “Lega Calcio” e seu campeonato de resultados arranjados, que deve ter como consequência o rebaixamento de 4 clubes, entre eles a Juventus, que descerá sob a suspeita de ter conquistado vários canecos de modo ilícito dentro da Itália.

Aqui no Brasil, com algum atraso, coube a um clube de ponta como o São Paulo o mérito pela valentia de ganhar na bola um título que já parecia “encomendado”: com as 11 partidas sob suspeitas tendo que ser decididas novamente em campo, o Tricolor Paulista mostrou sua força e reafirmou sua soberania em solo nacional.

Agora, é esquecer essa conquista caseira (porém histórica) e trazer mais um mundial para o imenso salão de troféus do Morumbi. O time, junto com a comissão técnica, embarca ainda hoje para a terra do sol nascente.

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Bem, sou palmeirense, assim como meu blogue. Por conta disso, vou tentar ser imparcial. Vou inventar abaixo um texto que poderia ter sido publicado se outro time tivesse levado esse caneco, mas não o Palmeiras, para que não me acusem de ser tendencioso ou alimentar algum complexo de perseguição. Vamos supor que, em 2005, o campeão tivesse sido… o Corinthians! Provavelmente, a matéria teria esse tom:

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risco?

Presidente e procurador do Superior Tribunal de Justiça Desportiva admitem possibilidade de o título ser cassado

Maurício Oliveira, para o LANCENET:

A parceria com o Grupo MSI e os processos na Justiça Federal – nos quais dirigentes são acusados de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha – poderão tirar do Corinthians o tetra brasileiro. O assunto é tratado com cautela, mas juristas ouvidos pelo LANCE! afirmam que há possibilidade de isso acontecer.

Baseado no fato de que o Corinthians, supostamente, beneficiou-se ao utilizar jogadores contratados com dinheiro ilícito do MSI, o presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, Rubens Approbato Machado, solicitou ao procurador Paulo Schmitd que estude a fundo o Código Brasileiro de Justiça Desportiva para inquirir se o clube, de fato, desrespeitou algum artigo.

Para ganhar o título, o MSI investiu cerca de R$ 150 milhões em contratações. O argentino Tevez, maior expoente e eleito o craque do Brasileirão-2005, custou R$ 40 milhões.

– Não podemos tomar iniciativa sem ter respaldo legal porque isso pode provocar conseqüência inversa. Se não houver fatos e o tribunal não acolher a denúncia, os acusados (o presidente do clube, Alberto Dualib, e demais dirigentes envolvidos na parceria) podem dizer que foram absolvidos – disse Approbato.

– Nós recebemos apenas parte das escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal. Nelas, nada foi comprovado contra o Corinthians. Mas é preciso acompanhar as investigações de perto – afirmou Schmidt.

Segundo o jurista Marcílio Krieger, qualquer clube que disputou competições contra o Corinthians e se sentir prejudicado pode acionar a Justiça. Mas na esfera desportiva, já que, de acordo com o artigo 217 da Constituição Federal, a Justiça Comum não tem poder para dirimir sobre matérias da Desportiva. Isso só pode acontecer se forem esgotadas todas as instâncias desta.

– A questão é: como os clubes vão justificar esse processo. Para isso, um fato novo precisa ser revelado. O fato novo aconteceu com as denúncias apresentadas no fim de semana (de escutas telefônicas feitas pela PF, publicadas no jornal “Folha de S. Paulo” e no site “Terra Magazine”) – afirmou Krieger.

Além do Corinthians, os dirigentes envolvidos poderão ser incursos nos artigos 237, 238 e 239 do CBJD, que se referem prevaricação, corrupção e concussão. A pena pode chegar a até 12 anos de suspensão.

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Será que me fiz claro?…

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Aviso: esse é um post não muito educado no seu linguajar.

Porque essa diretoria que está aí:

1) É conformista e omissa: Não pressionou a Polícia Civil, seja através de advogados ou da imprensa, a se posicionar claramente quanto ao episódio do gás: até hoje não se sabe que tipo de “gás” teria sido usado no vestiário. Sim, usado no vestiário – pois a única coisa que a perícia provou foi que o gás não poderia ter vindo de fora. O Palmeiras alardeou a notícia? Constestou a punição do TJD que nos impôs multa de R$ 10.000,00 e perda de um jogo? Não. Quem cala, consente.

2) É promíscua e corrupta: O Sr. Pica-Pau, aquele diretor que repassava ingressos aos cambistas, segundo apuração interna, foi expulso dos quadros do clube? Não. O sr. Della Monica, aquele que se perpetua no Palmeiras – primeiro como lambe-botas do Turco maldito, a quem traiu pra se eleger presidente, agora como lamber-saco do Turco maldito, para ver se consegue o poder vitalício, tomou alguma atitude em defesa do Palmeiras nesse episódio? Rompeu com a BWA, melhorou a vida do seu torcedor – ou apenas fez majorar os preços dos ingressos – o mais caro do Brasil?

3) É covarde e passiva: Diego Souza pode ser suspenso por um jornalista, Kléber volta ao STJD por ação já julgada, onde foi absolvido. E esses que aí estão assistem tudo calados, sem se manifestarem. Esses que estão aí fazem novamente um “mea culpa” para a imprensa paga, no Boletim de hoje, afirmando que farão uma “sindicância interna” para apurar qual diretor sabia sobre a autoria do gás (e afirmando assim, implicitamente, que acredita que ele foi lançado pela nossa torcida).

4) Não gosta de sua torcida: tentou abertamente elitizar o público antes do Brasileiro, dizendo que era chegada a hora de “ter uma torcida mais qualificada” frequentando o Palestra; deixou o torcedor apanhar feito cachorro na hora da compra de ingressos para a final do Paulista, porque havia entregue os ingressos disponíveis aos cambistas de Seu Gualtieri; assistiu, passivamente, nossa torcida ser espancada dentro de sua casa na final do Paulista, enquanto o Promotor são-paulino, pisando no nosso símbolo, olhava contente para a Mancha Verde.

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Houve um tempo em que o Palestra Itália tinha homens na sua diretoria. Chegou a se retirar de um campeonato porque cansou de ser roubado. À época éramos recém-nascidos e isso não abalou as estruturas de ninguém, mas hoje…

Eu queria ver o que aconteceria se tivéssemos um presidente de verdade, que viesse a público e dissesse: “Vocês estão prejudicando o Palmeiras de todas as formas: usam a imprensa, o Ministério Público e seus procuradores do STJD para tentar frear nosso rumo à liderança, portanto o Palmeiras, que não pode compactuar com essa atitude espúria, que é marcado por uma história limpa e de perseguição, está se retirando do certame”.

Tal atitude, hoje, quando somos gigantes, pararia o campeonato, geraria um quiprocó sem tamanho na imprensa, fomentaria manchetes internacionais ( pense em 2014) e geraria uma crise sem precedentes na CBF e no clube dos 13. Aí, alguém sério teria de aparecer para reestabelecer os rumos da condução do futebol nesse país. Mas não temos um Vicente Matheus, um Fábio Koff, um Euricão em seus áureos tempos. Temos um merda que borra as calças e se apega à cadeira de presidente por vaidade. E só. Estamos sozinhos, amici, enquanto Ali-Babá e os 40 ladrões sitiaram nosso amado clube. Se Diego Souza e Kléber forem punidos, esses bostas não farão nada – como não fizeram quando o Palestra foi punido pelo episódio do gás-sem-provas.

Só mais uma perguntinha para essa corja de imbecis: quando será o lançamento da pedra fundamental da Arena?

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1) Por que você não viu uma matéria sequer na imprensa, destacando os 400 jogos de Marcos, sem que tenham enfiado junto a Borboleta Monarca sendo enaltecida?

2) Como é possível um procurador do STJD, que contribuiu na acusação ao Palmeiras no episódio hilariante da semifinal do Paulista, dizer que a camisa de Marcos está “com cheirinho de gás” – e isso sair na imprensa em forma de piada, numa “notinha frugal”?

3) Por que o Palmeiras “ganha no sufoco” do Vasco, enquanto Madame, quando empata, “gruda no G4”?

4) Por que ninguém faz uma matéria sobre a construção da Arena sem confrontá-la com a reforma da Boutique dela?

5) Por que sempre que se fala (mal) de Luxemburgo nos jornais, invariavelmente colocam ao lado um box elogiando Urtigão Ramalho?

6) Por que qualquer atraso nas quitações das contas de Palmeiras e Corinthians merece tanto destaque, se você jamais lê nada a respeito da dívida de Madame com o INSS, que é a maior entre os grandes da capital? Já falei disso aqui?…

7) Por que a situação administrativa desses dois clubes, para a imprensa, é sempre de “crise”, provocada por “administrações ultrapassadas”, enquanto o presidente do clube leonor é o dirigente que contratou errado o ano inteiro, montou um time que não vai ganhar nada, não tem grana nem patrocínio para reconstruir sua casa e é o mesmo que levou seu time ao rebaixamento em 1990?

8) Por que não houve rebaixamento no Paulista de 1990, segundo jornalistas empenhados que tentam provar a tese, mostrando periodicamente em seus blogs como um mais um é igual a três?

9) Você acredita mesmo que “o mercado europeu encolheu devido à crise econômica internacional“, ou será que foi Ela que não conseguiu vender ninguém?

10) Será que estou certo em bater sempre na mesma tecla, ou você acha que alguma dessas perguntas acima é irrelevante quando debatemos nesses blogs a ética do jornalismo esportivo brasileiro e seu comportamento com o Palestra?
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Bom dia, Palestra! Mais um fim de semana de bola rolando, mais um jogo com o Vaxco e, mais uma vez: não se esqueça de parpitar no Bolão! A reta final está de tirar o fôlego, eis as apostas (bem otimistas) que já chegaram:

PALHAÇO GÓTICO: Palmeiras 2 x 0 Vaxco
FERNANDO KAMERS: Palmeiras 2 x 0 Vaxco
VALMIR, O PREJUDICADO: Palmeiras 3 x 0 Vaxco
PINHO: Palmeiras 3 x 0 Vaxco
IRINEU: Palmeiras 5 x 0 Vaxco
RAPHAELLO: Palmeiras 5 x 1 Vaxco
MAURÍCIO: Palmeiras 6 x 2 Vaxco
ADEMIR: Palmeiras 4 x 1 Vaxco
VINÍCIUS: Palmeiras 3 x 1 Vaxco
FELIPE AZEVEDO: Palmeiras 5 x 2 Vaxco
VÍTOR MV: Palmeiras 3 x 1 Vaxco
FERNANDO DALCIN: Palmeiras 2 x 0 Vaxco
ANDRÉ FALAVIGNA: Palmeiras 3 x 2 Vaxco

Ainda falta muita gente para mandar um palpite – poste o seu AQUI que irei acrescentando ao longo do dia nessa mesma lista, bem acima desse trecho da entrevista que você acompanha agora da Sportv com Belluzzo, falando de Arena, Valdívia, ingressos e dívidas:

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Tenho aprendido a ruminar algumas coisas que leio na imprensinha antes de escrever, o que é um bom exercício de auto-controle, seja para aprender a moderar a linguagem usada nessa página, ou mesmo para analisar com mais frieza alguns absurdos publicados por aí. E duas notas dessa semana que passou merecem destaque, não obstante o momento positivo vivido pelo Palestra, que entra definitivamente na briga pelo título:

POLÍTICA

Evitei, até esse momento, abordar o tema das eleições municipais da capital, até em respeito aos leitores, que têm posições políticas diferentes e nos visitam aqui para falar sobre a única coisa que nos une: o Palmeiras. Mas devo abrir uma exceção agora, devido à sabatina publicada dia 11 de Setembro no Boletim Oficial de Madame. Por lá entrevista-se dois candidatos a prefeito por dia, e todos são convidados, como rege a lei eleitoral. Nessa quinta-feira foi a vez de Ivan Valente e Gilberto Kassab apresentarem seus projetos relativos ao esporte.

E qual não foi minha surpresa ao ver a resposta do canditado do DEM quanto à sua proposta para preparar a cidade como sede para a Copa do Mundo de 2014! Vejam a idéia do atual prefeito, segundo o Boletim:

“Kassab planeja construir a Avenida Perimetral, que ligará a Ponte João Dias ao Estádio do Morumbi, ao custo de cerca de R$20 milhões.”

Fiquem então avisados todos os leitores que consideram a possibilidade de votar no secretário de planejamento de Celso Pitta: ele nem considera a Arena Palestra Itália como uma opção viável, assim como mostra-se disposto a despejar mais dinheiro público (repito: R$ 20 milhões) em benefício do clube Leonor – como se eles já não tivessem ganho o terreno da Bambineira ilegalmente e erguido o Panetone sabe-se lá às custas de quem. Como se já não tivessem construído uma avenida totalmente desnecessária para a cidade, desembocando na porta do estádio, com o único objetivo de levar de carro a torcida-spam para ver os jogos do anti-time (sim, porque nem há transporte público decente por aquelas bandas).

O prefeito que não foi eleito também não apresentou nenhuma alternativa de projeto para a Copa que não fosse essa. Que fique isso bem claro à nação Palestrina, antes de 05 de outubro.

AGENDA SUSPEITA

Começou com o banquete do gás, quando convidaram para nossa festa de fundação a diretoria da Boutique, num primeiro passo para tentarem estabelecer um clima de cordialidade entre o Palmeiras e o time que sabotou o Palestra Itália na semifinal do Campeonato Paulista de 2008, criando aquele factóide no intervalo do jogo.

A última foi a gracinha publicada no Painel FC de domingo, quando Madame se apresentou diante da mídia como um ser condescendente e superior, isentando a diretoria Alviverde de qualquer responsabilidade naquele episódio (e, como não admite sua própria culpa, deixou implícito que a torcida do Palmeiras fica como a única suspeita do evento).

Mas o que não dá para engolir é a Placar do mês de Setembro. Juntaram o Santo e o arqueiro pusilânime na capa, tentando criar uma afinidade entre as torcidas por terem ídolos que o futebol não produz mais hoje em dia. Tudo para continuar propagando aquele clima de paz que só interessa a eles. E Marcão, que já havia caído no conto do vigário no primeiro turno do Brasileirão, quando admitiu ter pedido desculpas à Borboleta Monarca, tomou na testa de novo.

Porque a revista decidiu promover uma enquete entre jornalistas de renome para ver quem seria o melhor entre os dois – gente como PVC, Paulo Calçade e Neto (!), que decidiram que o melhor mesmo é o Borboleta (o placar final dá 322 pontos para ele e 316 para o Santo).

Madame gosta de inverter a ordem das coisas. Primeiro assopra, depois bate: isenta a diretoria Verde de culpa, mas sugere que a Mancha jogou o gás; promove, em um dos veículos a seu serviço, um encontro entre os dois maiores ídolos das duas equipes, para depois dizer que o deles é melhor que o nosso; avisa a CBF, através do Painel da Folha, que faz questão de jogar no Palestra no segundo turno, mas manda deixar uma nota na mesma coluna reforçando a falta de capacidade da nossa Arena para sustentar um jogo de Copa do Mundo. La Nostra Casa não se calou, outros blogs mais contundentes também não deixarão passar em branco mais essa tentativa de repetir a mentira até que se torne verdade.

Mas e o resto da torcida?…
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Painel Cruz de Savóia

TESTA DI CAZZO
(interino e obediente) –
cruzdesavoia@gmail.com

GÁS HILARIANTE

Madame chamou os italianinhos para uma conversa em boa hora, dizendo mais ou menos assim: “Giuseppe, pára de dizer lá pros teus carcamanos que esse gás é coisa nossa que eu até piso na tua casa, va bene? Até pediremos para jogar lá, com a elegância que nos distingue de vocês.”

A partida, que será no dia 19 de outubro, é a única ainda sem local definido pela CBF.

Inocência. Madame, portanto, manda avisar em ofício publicado em seus boletins, através de seus assessores, que a diretoria do Palmeiras não teve culpa alguma naquele episódio. E, como ressalva, deixa implícito que quem jogou o gás foi a torcida dos porcos.

Diplomacia. Como quem cala, consente, a sempre omissa diretoria Verde acatará sugestão da Boutique Leonor. Pelos lados da Barra Funda também se esperava um ofício, mas parece que alguém se esqueceu do texto que havia redigido previamente.

Amendoim. Madame pede ainda aos seus subordinados que avisem de forma bem clara, publicando repetidas vezes e de várias maneiras: a Arena não terá capacidade para acolher qualquer seleção em um jogo de Copa do Mundo. Ela pede para que se enfatize isso só para reafirmar quem é que manda, depois de todos esses tapinhas nas costas.
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