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Posts Tagged ‘Borboleta’

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Amici: abaixo do texto que digito, segue o “print” da página inicial do WordPress de hoje, 05/01/09, faltando 4 minutos para o fim de mais um dia de batalha árdua. Nela você pode conferir a “classificação” do dia, feita pelo robô que “ranqueia” os blogues escritos em língua portuguesa (no que se refere à audiência, somente).

É verdade, trata-se do tipo de medição mais pontual e fugaz que existe, mas, ainda assim, revela que andamos certo em nosso escracho por aqui, eu e vocês: a máscara da Borboleta vai cair, eu prometo, no próximo post, graças à colaboração que já chegou e que está chegando em forma de comentários. Não parem.

Continuemos combatendo os trolls em seu próprio campo de batalha, dentro do post Coleção de canalhices.

Explico-me, em poucas linhas:

depois de um dia infernal, do qual vocês não têm de tomar ciência, queimou meu PC pessoal, coisa que afeta a todos nós. Praga de quem?

estou escrevendo (e adentrando a madrugada) dentro de uma Lan-House fedida e insuportável, somente para lhes trazer tal satisfação: daqui é impossível raciocinar e tecer posts agendados para o dia de sexta.

passarei essa sexta, para piorar, empenhado em conseguir a renovação do meu passaporte – portanto não posso prever quando desembarco por aqui.

(Alô, empresários Verdes: o CRUZ NÃO TEM NOTEBOOK, LAPTOP, NEM OLIVETTI PORTÁTIL!)

façamos desse infortúnio uma oportunidade para marcar época: coletemos (como já fizemos ontem, de maneira inédita) os argumentos míopes e enviesados da geração VITRINE (Alô, Barneschi!), de modo a construir a memória de um tempo que será, ao certo, esquecido e engolido por gente mais nobre, gente que virá depois de nós. A gente que realmente importa, pois que serão nossos filhos.

NÃO DEIXEMOS QUE NOS CALEM, ESSES IMBECIS DO AGORA!

Eles não vão parar de poluir nossa conversa amistosa, e nós não perderemos a cabeça – mas não faremos silêncio.

O que já colhemos até aqui, no tal post, é inacreditável. É um registro para ser analisado por sociólogos em algum ponto do futuro, creiam.

Prometo que tais registros irão resultar em uma compilação memorável quando eu voltar, nem que tenha de postar da casa do Judas, no dia de sábado.

Continuem com a gente hoje, e um puzta abraço sincero do Raphaello!

E obrigado!

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Coleção de canalhices

. . Atendendo sugestões dos colaboradores, abro este post para colher as várias declarações esfarrapadas da Borboleta Monarca a cada frango que ela engole ao longo dos tempos. Quem se lembrar, deixa a frase pra gente. Vale pérolas do […]

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franga-de-peruca

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Atendendo sugestões dos colaboradores, abro este post para colher as várias declarações esfarrapadas da Borboleta Monarca a cada frango que ela engole ao longo dos tempos. Quem se lembrar, deixa a frase pra gente.

Vale pérolas do tipo:  “o cara errou o chute, senão eu defendia”!

Vamos criar um acervo de mau-caratismo para guardar nos registros da história!

 

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A garota-propaganda da torcida-spam!

A garota-propaganda da torcida-spam!

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“Continuo influenciado pelo PSDB, Revista Veja, Rede Globo, O Estado de São Paulo, Diogo Mainardi, Dora Kramer, Arnaldo Jabor e por todo e qualquer veículo de mídia que satisfaça minha desaprovação ao atual sistema político.”

São as palavras textuais de lippe-lippe, em seu perfil. Sua cor preferida é rosa, “mais puxado para o lilás”, acrescenta.

Seu hobbie é colecionar os perus da Borboleta Monarca no You Tube. “Não consigo parar, são tantos”, confessa.

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1) Madame e sua caixinha de Pandora

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Nada pode soar mais artificial no domingo de um torcedor paulistano: de manhã, vou a pé ao parque com minhas filhas e me deparo com dezenas de uniformes do stablishment, todas cobrindo os corpos de alguns alienígenas do mundo da bola. Aquele bigodinho do Habib’s infestou a pista de cooper feito margaridas nos canteiros da pista. Era uma gente celebrando o sucesso, não a vitória.

Que torcida imensa! – diria a si mesmo um turista desavisado. Mas sabemos que boa parte dessa gente, quando se vê obrigada a falar em futebol, passa 8, 9 meses por ano dizendo frases desse naipe:

“Em Perrnambuco, mesmo, eu sou Ixpót, mas aqui torço é pro São Paulo. Em Minas eu gostava do Cruzeiro!”

“Não sei porque esse exagero doentio. Se meu time ganhar ou perder, quem vai pagar minhas contas na segunda?”

“Eu não acompanho muito, mas sou são-paulina.”

“Eu tô nu pé pimálio e todu mundo toçe pu São Paulo.”

“Eu não perco meu sono com futebol, rapaz!”

“Eu não ligo pra futebol, mas meu namorado é são-paulino.”

“Ele também nunca foi no campo.”

E por aí vai…

Volto a esse assunto, porque é preciso diferenciar um torcedor disso. Eu repito: eles não vestem essa camisa por amor ao clube, ou pelo orgulho de sua história: aquilo não é uma manto, é uma metáfora. O que eles vestem é a forja do sucesso que queriam conquistar, porque, em sua mente, o sucesso é o que vale nesse mundo – e deve ser perseguido a qualquer preço.

Sair com essa camisa na rua, somente agora, é reafirmar sua diferença, sua suposta superioridade perante os outros. É declarar seu apoio à cartilha elitista daqueles que pensam que o Brasil não precisa de quem produz, muito menos de quem o construiu. Eles são modernos, são melhores, eles se bastam. Tudo se consegue com força de vontade, e quem não alcança seus objetivos é somente um pobre de espírito. Que se lamenta, reclama da arbitragem, tem inveja de seu sucesso…

É o time da auto-ajuda. Assim como quem gosta de ler não compra esse tipo de livro, quem gosta de bola não torce para esse time.

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2) Acabou a vergonha, acabou!

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Então não teve pênalti a favor do Verdão, nem a favor do Fluminense? Na rodada anterior, o Flamengo, visitante, deu o azar de pegar um árbitro exemplar. Claro, na casa das marias. E nos descontos: Simon teve a mesma precisão milimétrica do bandeira que corria pelas laterais do Jardim Suspenso, contra Madame. Este, com seu talento raro e notável imparcialidade, conseguiu distinguir, em uma fração de segundos, os 5 centímetros que não ultrapassaram a linha da Borboleta, naquela cabeçada de Alex.

Queria ver o Simon não dando esse penal no Maraca, aos 47 do 2º, com 2 x 3 no placar… Porque acertar, na confortável condição em que acertou, é só obrigação. Colhão, é outra coisa.

Enquanto se dá tudo isso, só Ela cavalga incólume, em seu cavalo branco de parada. Nenhum mal toca sua armadura. Nenhum bandeirinha tem olho clínico para as mãos do imperador. Nem para o braço de Washington, contra o Palmeiras. Mas, se ele sofrer um pênalti no Privadão, esquece. É impressionante como um disfarçe simples, que seja, não se faz mais necessário: simplesmente arrancam os pontos que precisam, com desdém pelo esporte que praticam. E isso só pode ser fruto do emburrecimento do público que, como bem nos explica o Ademir, corre o risco de se transformar de torcedor em consumidor, em poucos anos. Não há mais paixão, só restou o cinismo do pensamento eugênico.

Contratempos? Só uma vez, na 1ª rodada, contra aqueles chorões do sul. Foram 3 pontos. 3 pontos.

Sei que não há justiça no futebol, mas se Deus ligar a TV domingo, quem sabe…

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3) Confete x Crise:

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Uma ediçãozinha especial… Porque o Verdón saiu da disputa, mas a imprença ainda tem um troféu a ser conquistado, com muitas bolinhas para lamber:

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“A festa do hexa fica para a última rodada… “

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Dirigente do Grêmio diz que incentivo para o Goiás pode ser válido

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André Dias reclama de ‘mala branca’. Ceni ironiza.

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Procurador do STJD diz que punirá mala branca

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Marco Aurélio: “O Hernanes é o Kaká que joga no Brasil”

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Conselheiro gremista é preso por tiroteio

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Fluminense aposta que São Paulo será campeão

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Dirigentes do Internacional reagem à provocação de diretor gremista

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Sim. Uma coisa que posso dizer de boca cheia a respeito desse blogue (pois todos os leitores irão concordar) é que não estou aqui para fazer média.

Já falei muita merda, é verdade, sou o primeiro a reconhecer. Mas não vou deixar de emitir minha opinião sobre o Palmeiras quando algo me incomodar, não importa quem eu desagrade. Não aqui, não nesse espaço.

Feita essa introdução onanista, quero deixar registrado: o que vi acontecer ao longo dessa semana com o Verdão é inédito para mim. Nunca vi algo parecido atingir nenhum time de futebol, e sei que vai demorar para aparecer um exemplo similar.

Em dias alternados, a diretoria, o técnico e goleiro abandonaram a torcida, que ficou gritando “Porco” à beira do precipício onde acaba o mundo.

Vamos começar por cima, por aquela gente que passou os últimos meses se vangloriando de ter ganho mais recursos no STJD do que os outros clubes, como se o Brasileirão tivesse uma tabela paralela ranqueando a competência e soberba dos advogados de cada clube. Porque, quando chegou a hora do “pega-pra-capar“, essa mesma esquadra, que entra em campo de paletó e gravata, negou fogo. Foram pegos de surpresa com a suspensão de Diego, ao contrário do Grêmio quando foi punido (diga-se de passagem, com mais severidade).

Tudo por conta dessa vaidade que gerou a falsa certeza que ninguém atingiria o Palmeiras… E porque não são palmeirenses (trata-se de gente que ganha por hora), foram incapazes de associar os fatos; não puderam perceber que não aconteceu por acaso aquela expulsão de Diego, em outra partida decisiva, há pouco tempo, aos 6 minutos de jogo.

Quanto ao técnico que orienta nossa esquadra, vou me abster de emitir outra nota, por enquanto. Porque tenho certeza que ninguém, nesse espaço Verde, atacou Madureira de forma tão virulenta como eu, há pouco tempo atrás, antes do jogo de volta contra a ridícula Lusa. É que àquela altura ninguém deu bola, mas não vou me repetir.

Hoje quero mesmo é falar de Marcos, o Santo de todos nós. Também sei, antes de mais nada, que ele representa a paixão cega dessa torcida e é o maior ídolo que o Palmeiras viu nascer nos últimos 35 anos. Muito mais ídolo que Edmundo, a quem amo incondicionalmente.

Mais que isso: Marcos, em forma, foi o maior goleiro de seu tempo, em toda a esfera da bola. E, se levarmos em conta os progressos da preparação física que mudou o calcio nas últimas décadas, posso dizer, sem medo de vomitar aqui um exagero, que Marcos foi o melhor arqueiro do mundo de todos os tempos. Quem viu, viu.

Por saber disso e um pouco mais, sempre relevei as falhas de Marcos, até porque, foram raras. Contra os ingleses, por exemplo: quem precisa ganhar um jogo na neve, de manhã, valendo um jipe toyota, depois de eliminar o Corinthians de duas Libertadores?

Só as bonecas, que precisam se vender na vitrine, nós não… Por isso, dane-se! Não quero saber se ele falhou em um amistoso no Japão… Nem quero saber se ele chutou o balde naquele jogo em que tomamos 7 gols em 2003, porque ali a razão estava com ele.

Mas, de novo, não estou aqui para fazer média. E tenho um nojo visceral de quem tenta sempre agradar a maioria.

Quando Marcão falhou contra o Flu, eu o defendi. Achei que a arbitragem foi tendenciosa, e que o braço de Washington confundiu os reflexos de nosso arqueiro. Mas, para minha surpresa, vi o Santo sair de campo acusando o golpe. Em uma entrevista descabida, atirou a responsabilidade sobre todos os seus companheiros – e desviou a atenção da mídia, que mal falou daquele primeiro gol no Maracanã, a não ser pela polêmica decisão do árbitro.

Por aqui, engolimos seco. Somente porque Marcos, para um parmerista como eu e você, é Deus.

Mas agora chega. Vamos rasgar os véus da paixão e falar com todas as letras: o que Marcos fez domingo, não se faz no futebol. Mais, não se faz em um ambiente de trabalho, por respeito aos colegas de profissão.

Não pelo peru, que, aliás, foi grotesco (ah, se fosse o Borboleta, quanto sarro não estaríamos tirando…). A atitude após o frango é que foi deplorável.

O arqueiro veterano sabe que a bola entrou porque ele teve um reflexo retardado, mal calculado, e não me interessa se isso foi fruto da idade ou da falta de concentração. Ele sabe que falhou feio – e, mais uma vez, o que incomoda não é isso.

Porque, se o Palmeiras perdesse por 1 x 0 só por conta daquele lance, ninguém aqui estaria lendo isso. Ninguém apontaria o dedo para nosso Santo Imortal por conta de uma falha passageira… O que me revolta é o que aconteceu depois.

Acorda, Palestrino!

Vamos parar com essa ilusão de querer acreditar que aquele arrobo de atacante foi um ato heróico, ou um protesto, ou uma doação de uma alma palmeirense pela camisa que veste. Marcos simplesmente fez o que havia feito há poucas semanas: falhou e transferiu a responsabilidade para os seus companheiros. E, como já havia falhado e criticado todo mundo, se viu exposto e com receio de ser cobrado: então partiu para o ataque, contando com o apelo emocional que tem junto à torcida, evocando seu carisma para livrar-se de uma situação constrangedora e salvar somente a si próprio.

Havia ainda 16 minutos de bola para rolar quando ele partiu pela primeira vez ao ataque. Se contarmos os 5 minutos de acréscimo, vamos a 21, tempo suficiente para afunilarmos um adversário no Palestra.

Mas não… O time todo se desestruturou, somente para assistir, enquanto era desmoralizado, ao espetáculo de um homem só, que era consagrado como herói por 26.000 crentes.

Para o resto do grupo, vaias.

Sei que não vou agradar ninguém com esse texto, mas também não sou Marcão, não quero agradar a massa enfurecida. Quero só reafirmar que poucas vezes vi em campo um jogador tomar uma atitude tão cafajeste.

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“Os grandes só são grandes porque estamos de joelhos!”

(Prudhon)

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“A melhor escola – os joelhos de uma mãe”

(James Russell Lowell)

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“A religião está no coração, não nos joelhos”

(Jerold Douglas Willian)

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“Um lavrador de pé é maior que um fidalgo de joelhos”

(Benjamin Franklin)

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“É melhor morrer em pé do que viver de joelhos”

(Emiliano Zapata)

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Mamonas Assassinas – Joelho

(oxente!)

Se de repente olhar pro lado
E ver que ninguém aí está
É porque ninguém está do seu lado
Por isso, nunca o enxergará.

(refrão)

Nada me faz pensar,
Nada me faz pensar, e
Nada me faz pensar, e
Nada me faz pensar
Nada me faz pensar,
Nada me faz pensar, e
Nada me faz pensar
Acho que não tenho cérebro!

(the bright!)

(oxente.)

(oxente!)

Eu nunca me vi em situação difícil
Talvez tenha me visto numa foto ou num espelho, eu
No meio das “perna” um troço esquisito
Cabelo (cabelo!),
Joelho (joelho!)

Composição: Dinho
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Essa é fresquinha, está na contracapa do Boletim Oficial de hoje: durante o Fórum de Direito Esportivo, em São Paulo, camisas de Rogério Ceni e Marcão foram sorteadas.

O procurador do STJD, Paulo Schimitt, perguntou, brincando, ao ver o uniforme de Ceni: “Com ou sem paradinha?

Inocente, né? Mas olha o que o procurador do STJD falou ao passar pelo manto de Marcos:

Está com cheirinho de gás, hem?

Que engraçadinho, não?

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