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Posts Tagged ‘FPF’

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O jogo foi definitivamente suspenso no início do segundo tempo, com 0 x 0 no placar, devido ao dilúvio que atinge a capital paulistana. Para piorar, um raio nas proximidades do estádio interrompeu a energia, deixando torcedores e jogadores no escuro.

Não havendo condições (o juizão vai esperar até 19:00hs), o final do clássico deve rolar domingão, às 15:00hs.

18:50hs (adendo) : ao que tudo indica, jogo remarcado para este domingo mesmo, às 15:00hs, pertinho do Palestra Itália (nosso jogo começa às 17:oohs). Dois clássicos a poucos metros de distância, com a torcida do Palmeiras chegando e a do Corinthians saindo.

Alô, PM e FPF: Quero ver quem assume a responsa em caso de uma cagada. As organizadas é que não podem ser culpadas pela “falta de datas”, alegação oficial da Federação para a remarcação desse jogo no dia seguinte.

19:37 – E comemos bola, eu e todos os portais e rádios. O absurdo acontece e a partida recomeça, mesmo que 60% do público já tenha ido embora e o campo esteja alagado, literalmente.

É uma irresponsabilidade atrás da outra dessa gente…

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“Faremos uma esfinge dos jogadores como uma moeda em uma placa no chão, com padrinhos torcedores. Quem quiser ser padrinho do Roberto Dias, por exemplo, vai dar um lance pela Internet. Os quatro maiores lances serão representados por estrelas na moeda”.

“É uma fórmula diferente e inédita, e esperamos que seja copiada, assim como copiaram varias outras coisas nossas”.

“É o São Paulo mais uma vez inovando nesta área, como já fez quando vendeu um pedaço da grama do Morumbi, por exemplo. O Palmeiras, Corinthians e Santos também estão evoluindo nesta área, e eu acho ótimo. Eu quero mais é que isso aconteça mesmo”.

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As palavras acima refletem os devaneios megalomaníacos de Julio Casares – e revela seu gosto duvidoso por uma estética cafona (esfinges, moedas, ouro), bem parecida com a daqueles moradores mais ricos da Barra da Tijuca, que até clone da Estátua da Liberdade já fizeram, na esperança de imortalizar sua subserviência ao dinheiro.

Relevando-se essa impressão subjetiva, admitamos: em todo resto o vice-presidente de marketing do SPFW tem toda razão – seu time é pioneiro em quase tudo, e é difícil copiar a eficiência de tal clube. Senão vejamos:

1) O SPFW é o único time brasileiro que foi à falência duas vezes, e na mesma década.

2) O SPFW é o único clube do Brasil que construiu seu patrimônio sem esforço algum: roubou um estádio (o Canindé) do Germânia com a mão de ferro da ditadura, depenou o imóvel, vendeu para a Portuguesa e ganhou de presente do governo biônico de Adhemar de Barros um terreno para a construção de outro estádio. Na construção, como o próprio presidente do clube admite, cimento e areia foram desviados do Estado para ajudar o time da Ditadura a sair do chão.

3) O SPFW é o único time do país que ostenta 6 títulos nacionais vergonhosos:

em 1977 , na final contra o Atlético MG, o volante leonor Chicão pisou na perna do meia Ângelo até quebrá-la, na cara do juíz, no começo do jogo. Antes disso, já haviam conseguido, na calada da noite, a suspensão do ídolo Reinaldo daquela decisão.

em 1986, precisaram operar (e muito) o pobre Guarani, em Campinas, para sairem do Brinco de Ouro com o segundo troféu

em 1991, o título em si não poderia ser disputado pelos extelionatários do futebol, uma vez que o regulamento da CBF determinava que times de segunda divisão (em seus estados) não poderiam participar da primeira divisão do Nacional. O SPFW conseguiu o feito virando a mesa da FPF em 1990, quando o Nazi Club foi RE-BAI-XA-DO. Este é, talvez, o título mais ilegítimo dos cervídeos.

de 2006 a 2008, bem… não vamos nos repetir mais por aqui – basta consultarmos os dossiês da Mídia Palestrina, onde toda farsa bambi e seu esquema de arbitragens camaradas estão devidamente documentados. Madonna que o diga.

Enfim, Casares tem toda razão: tem coisas que só o SPFW faz por você.

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A carta de demissão do vice-presidente da FPF, Ataíde Gil Guerreiro, é uma peça de cinismo e sordidez, digna de ser estudada por especialistas do comportamento humano. A mentira fica mais perversa quando você considera os fatos já relembrados por Citadini.

E o campeonato fica definitivamente comprometindo, quando a desculpa apresentada pelo homem do Gardenal para se safar é mais um daqueles bilhetinhos intimidatórios, dedilhados no escritório do Stablishment Futebol Clube, lembrando quem é ou quem não pode abrir mão da otoridade:

“O espírito que move o São Paulo é o de alertar os responsáveis pela boa condição do futebol brasileiro”, diz a carta pedindo a cabeça de Tardelli, naquele espírito do “o que é bom para o SPFC é bom para o futebol da nação.”

Porque a manipulação do resultado começa aí, quando Madame se faz de vítima.

Segue abaixo os conteúdos de alguns dos envelopinhos de Gardenal: a carta de demissão do diretor bambi e a ameaça velada a respeito da escalação de Tardelli:

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010203.

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4.

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Tenho que dar palavra ao Rivale, por dois motivos: primeiro, porque invejo o fato do meu clube não ter ninguém com tanto colhão para contar a História como ela é, exceção feita a Belluzzo, assim mesmo só quando lhe dá na telha; segundo, assim a coisa toma outro rumo, e não fica parecendo despeito de palmeirense, para o qual só restaria defender Del Nero em causa própria:

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“Madonna mia!

Não gostaria de entrar neste assunto do árbitro Wagner Tardelli-SPFC-Madonna. Até porque hoje é dia da Imaculada Conceição, importante data do calendário cristão.

Porém, vendo o que andam falando por aí, vi que seria quase obrigatório abordar o assunto. A imprensa, na quase totalidade, procura transformar o presidente da Federação, Marco Polo Del Nero, num vilão e diz que o São Paulo era inimigo dos dirigentes da Federação. Não é bem assim. Ou melhor, não é nada disso.

Se o São Paulo está atritado com Marco Polo, apenas porque o presidente da Federação não vê com bons olhos a escolha do Morumbi como estádio para abertura da Copa-2014, parabéns a Marco Polo!

Qualquer pessoa de juízo fica com frio na espinha só de imaginar o tamanho do vexame de uma Copa do Mundo realizada no estádio do Morumbi, impróprio e irreformável, mas, sinceramente, não creio que haja grande estremecimento entre o SPFC e o dirigente da Federação Paulista.

A imprensa carrega hoje, com todas as tintas, que o São Paulo era inimigo dos dirigentes da FPF, inclusive o tal vice que distribuía para árbitros, em nome do São Paulo, ingressos para ver Madonna. Assim a revelação do piedoso “regalo” para o show seria um ato de hostilidade da FPF contra o SPFC.

A história é outra. O São Paulo esteve rompido com a Federação Paulista até que, no final dos anos 1990, quando precisou de dinheiro para colocar amortecedores nas arquibancadas do Morumbi. Vêm daí a data em que o São Paulo deixou de ser “oposição” à Federação. O ex-presidente Farah pegou recursos do “Fundo de Reserva dos Clubes” e emprestou quase US$3 milhões de dólares para o São Paulo.

Como o Clube não tinha como pagar, o ex-presidente da FPF perdoou a dívida e a transformou em doação, em troca de o São Paulo reestudar a taxa que cobrava para ocupação de seu estádio pelos clubes visitantes. Como vemos, a aproximação do São Paulo com a Federação tem data e valores! O tal discurso de oposição foi às favas!

Mas não ficou apenas nisso a relação de amor e negócios entre o São Paulo e a FPF. Em 2002, foi a Federação quem emprestou dinheiro para o Tricolor contratar o jogador Ricardinho do Corinthians: por volta de R$5 mi foram adiantados pelo ex-presidente Farah.

Em 2003, naquele imbróglio do Campeonato Paulista, havia um empenho unânime para que o São Paulo fosse campeão. Poucas vezes a Federação lutou tanto pelos interesses do São Paulo contra o Corinthians.

A vitória corinthiana, que só foi possível graças à grande força da equipe alvinegra, quase trouxe luto à Federação, e foi alcançada apesar da inércia de um grupo de dirigentes “traíras” do Timão que nunca querem brigar com o São Paulo.

Como vemos a relação entre São Paulo e a Federação Paulista nos últimos anos está longe de ser conflituosa, e, mesmo neste último episódio da escolha do Morumbi, não podemos considerar a Federação como inimiga, se bem que, se tivesse juízo, deveria ter falado publicamente contra o Morumbi.

Sei que os são-paulinos estão dizendo que “dar regalos” a juízes todo mundo dá. Não é bem assim. Eles dão, mas o problema é que se tornou público e eles devem torcer para que fique só nisso.

Por fim esclareço que não irei ao show de Madonna, embora aprecie o trabalho e o talento desta genial cantora.”

Antônio Roque Citadini

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Obs: É triste, mas o Palmeiras está infestado de bundões. Precisou vir um corintiano para defender Del Nero e relembrar algumas verdades.

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Valeu, Lula, Pela dica preciosa!

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Gente, lendo esse texto DUCA!… escrito por Barneschi, peço a licença de entrar na onda, mesmo que seja repetindo em dois dias um texto do nosso arquivo:

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O time mais comum do mundo!…

Não é uma ironia? Tantos anos de empenho financeiro para firmar seu time na imagem do torcedor como uma agremiação ideal, “diferenciada”, ao mesmo passo em que ostenta as características mais banais entre todos aqueles que escreveram a filosofia da bola?

No Chile, temos o Universidad Catolica; no México, é o América. Há o Independiente, na Argentina, como o Real Madrid, na Espanha. Ou o Chelsea, britânico, hoje nas mãos de Felipão. E pela Rússia afora, como nas Arábias…

É aquele time que, em qualquer lugar do Globo, ninguém leva muito a sério. A garotada manja: é o riquinho da rua, que não sabe jogar bola, mas tem dinheiro para comprá-la: papai provém. Então a gente deixa entrar na roda, finge que respeita, mas no fundo todos sabem: trata-se de um bosta que não tem a menor intimidade com a brincadeira. Sempre que perder a bola, vai gritar, chorando, pedindo falta. E os moleques se entreolham, e pensam: “bom, a bola é dele…”.

É assim que essa gente sobrevive. Eles precisam se fazer de vítimas, para ganhar notoriedade e respeito. No Brasil, esse time genérico adota o nome de São Paulo Futebol Clube. Time de merda, como os de seus “co-irmãos”. Um pouco mais sujo, pois se aproveitou da ditadura militar para poder erguer seu patrimônio e angariar os títulos que não conseguia. Não adiantou nada. Porque ninguém mais respeita.

Todo mundo sabe que é puta: é pegar o que quer ali, e depois voltar para casa.

Quando cresce, o garoto meia-foda, enjeitado pelos amigos, é o primeiro a se dar bem: papai paga um curso de fachada e ele já começa de gerente. Mandando naquela gentalha que torce para os outros times… E aí ele pode destilar sua vingança.

STJD, FPF, GLOBO, FSP, LANCE, MP, PQP…. se apoiam em qualquer lixo que possam comprar para afirmar sua existência.

Mas nós (Palmeirenses, lusitanos, corinthianos e peixeiros) faremos tudo para que o riquinho não nos leve embora a bola, que nos deixe brincar.

E assim eles sobrevivem!

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Para quem não entendeu o título, saibam que estou cantando a marchinha de Dacunto. Lá atrás, como agora, no caso da suspensão de Diego, tanto a imprensa, como a torcida e até mesmo o juíz foram pegos de surpresa. Ninguém entendeu o que aconteceu em 1944, assim como é difícil explicar hoje o teor dessa manobra jurídica.

Mas o tempo desvenda a História, gostem, ou não, seus protagonistas. Hoje sabe-se que, em 1944, às vésperas de um embate decisivo, houve uma reunião secreta do então recém-criado “Tribunal de Penas” da FPF, na calada da noite, orquestrada por um certo clube que bate um bolão fora de campo. Um certo clube que sempre foi o dono da caneta, e que tem o costume de se esconder como um fungo invisível nos escrotos do poder.

Hoje eles são mais espertos, aprenderam a desviar o foco, já sabem como confundir o inimigo e municiar a imprensa para que essa os ajudem a acobertar o verdadeiro sentido da coisa.

Não vou xingar o procurador, porque não falo com empregadinho. Não vou me ater ao capacho da sala da presidência de um clube corrupto e amargo.

Só passei para dizer que o Verdão leva esse título, como levou há 64 anos: contra tudo e contra todos. A minha certeza se amplia a cada dia, porque nosso time é melhor do que o time dos outros, e somos prejudicados praticamente toda rodada. Ou seja, seremos campeões, porque essa é a nossa História. É assim, e só assim, que chegamos ao posto máximo, sempre: com um título incontestável.

O que o torcedor tem de enxergar agora é o outro lado da moeda. Quando ela faz isso com a gente, é porque já está se borrando.

Madame, Madame….

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P.S.: Héber Roberto Lopes, o juizão que foi desmoralizado perante a opinião pública por conta do STJD e seus auditores-diretores de clube, apitará Palmeiras x Grêmio. Tanto melhor, pois ganharíamos de qualquer maneira: por 3 x 0.

Para nós, basta que o espírito do glorioso Germânia abraçe nesse sábado o estádio que foi roubado de seu povo. Por essa gente sem alma.

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Nossa Família

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Tudo certo, então tá: antes que espante os mais lúcidos e inteligentes do que eu do convívio dessa página, vou me lembrar da lição de casa… Até onde me lembro, não se deve nunca generalizar um conceito – aprendemos isso em algum tempo da vida, seja em casa, na rua ou na escola; comprovamos que jamais devemos pintar um conjunto de idéias com a mesma cor, sob o risco de começarmos a acreditar, sem percebermos, em uma verdade única ou superior. E os grandes ditadores da História, bem como alguns adolescentes americanos, já nos mostraram o perigo que a humanidade corre quando alguém, com mais ou menos poder bélico, acredita em uma só verdade – ou ainda em nenhuma.O irônico é que se todos vocês concordam comigo, passamos a acreditar na mesma verdade… E sob a luz dessa verdade unânime, lembremos que há sempre, pelo menos, dois lados – duas vias para serem escolhidas. Ou seja, temos que admitir que há gente decente na imprensa, ou em casa de Madame, ou no Ministério Público, ou até mesmo dentro da corporação da PM, em algum corredor de suas instâncias. E, supondo que há gente de bem em todos esses órgãos, vamos imaginar também que ali e acolá trabalhem alguns palmeirenses entre Elas (não que ser palmeirense tenha relação com ser decente, por favor).

É desnecessário afirmar que não acreditamos que o mundo está contra nós, sempre depositaremos fé no ser humano por princípio (somos humanos também, falíveis também). Não estou falando um amontoado de obviedades?

Por que então o Palmeiras, através de quem o representa, não combate seus inimigos no campo deles?

Por que o colunista esportivo palmeirense tem vergonha de se revelar – ou ao menos de fazer justiça ao Palestra? O que ele procura esconder, lançando mão quase sempre do expediente de esculachar nosso time? Por que o cartola palmeirense da Federação diz que nossa casa não presta, e nos sabota tanto ao invés de, pelo menos, ser isento? Por que nossa diretoria nos vende aos cambistas e expõe nossos portões à fúria das massas e da mídia – e nosso torcedor ao risco de vida?

Se há gente boa lá fora, então tá. Mas vou continuar atirando merda para todo lado, até que essa bosta atinja alguém decente que acorde e me faça pedir desculpas. A dita Mídia Palestrina foi o veículo que a família palmeirense desenvolveu para poder trazer o esgoto à tona, mostrar essa podridão à luz do dia, de contar o que sabe, de esclarecer palmeirense mais incautos e… e?

Bom, se for só isso, é punheta.

Se os relatos de Barneschi – assim como tantos outros gerados em forma de comentários em seu post – ficarem dentro dessa comunidade, então picas! Ali tem gente que foi ao estádio, tem testemunha, tem vítima. Tem lesão corporal, tortura. Do outro lado da minha tela tem advogados, líderes de entidades, jornalistas, gente que lida com gente, porra… Eu que sou louco quando escrevo sempre a mesma coisa, ou o outro lado é que se cala?

Quanto mais eu procuro, vejo que o único que pode fazer algo pelo Palmeiras é seu torcedor. E depois de domingo, temos que fazer por nós mesmos, pela vida dos nossos filhos que um dia frequentarão aquele estádio. Ou eles terão também que lidar com a fúria que sublima do ódio destilado de Madame? E a que nível vai estar esse ódio – quanto seu filho aguenta?

Mais quantos ataques o Palestra Itália pode aguentar em sua história? Eu sei que o momento é de festa, mas é no doce da festa que as moscas se juntam… Eu só sei escrever mesmo, não tenho um puto também, então punheta pra mim. Mas faço dessa página um espaço aberto, para que os mais preparados (ou posicionados) pensem em uma forma de levar esse abuso de poder, essa maldade e esse ódio ao conhecimento da sociedade de uma maneira eficiente. Insisto: à sociedade como um todo, àquele indivíduo que se hipnotiza com a menina na janela, porque entre a gente já foi tudo revelado.

E porque a nós, só nos resta nós mesmos.

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