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Posts Tagged ‘Gás’

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20 de Setembro. Há 70 anos deste dia santo:

Você atacou nossa casa, nosso nome, nossa gente. Distribuiu panfletos na porta do Palestra Italia, querendo que a sociedade tomasse conhecimento que ali era o castelo de um bando de fascistas. Espalhou que estávamos contra o Brasil, como se já não fossemos, todos, brasiliani no coração.

Nós nos defendemos com a hombridade que você nunca vai conhecer. Com lanternas ao anoitecer, com barris de combustível se preciso fosse – e se preciso fosse nos juntaríamos às cinzas daquilo que conquistamos nesta terra.

De lá para cá foi sempre essa coisa repulsiva, esse comportamento passivo-agressivo que beira o ridículo. Por vezes você nos enreda em mistérios indissolúveis; o mistério do Armando Marques, o mistério da contraprova, o mistério do gás… E quando menos se espera, ataca, se esquivando às consequências: esburaca o próprio estádio para não ver nossa torcida explodir, tenta matar essa torcida dentro do Pacaembu – porque não sabe perder; pede mais dinheiro público, se esquecendo que é o maior devedor previdenciário entre os clubes do estado. Cunha na mídia a expressão “esquema Parmalat” – porque é muito humilhante para você perder para um povo.

E se eu sou fascista, você não tem raça. Nem fibra, não tem gosto na boca porque não tem alma.

20 de Setembro, há 70 anos deste dia santo:

Nascemos campeões. Você fugiu. Não contava com Adalberto Mendes – e acho que se cagou só de olhar para o queixo de Oberdan Cattani, entrando em campo de Azul. Era a Itália que resistia. Sob aplausos de um povo generoso que você queria ver nos apedrejando. Você fugiu.

A partir dali nos tornamos ainda maiores. Molti nemice, molto onore. O Time do Século. Pra você poder enfiar no cu aqueles jipes toyotas. Pra você sobrou um bêbado, um anão, a casca inóspita de um anti-estádio e a fama de ser puta.

Por isso estou aqui. É ódio. E este ódio será tua herança.

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Post escrito em 20/09/2008

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Amici, perdemos um campeonato, cazzo!

E o que vou fazer? Na soma dos anos vi mais derrotas que triunfos, mas o que sentimos pelo Palmeiras não é movido a títulos: é movido à grandeza da própria paixão. Nossa vitrine é nosso espelho.

Mas quando o Palestra falha com sua história, coisas ruins acontecem. De 3, 4, agora 5… Francamente, estimamos além da conta esse elenco. Tem jogadores ali que em outros tempos seriam taxados de perna-de-paus, sem ficarem devendo em nada para algumas formações bizonhas do Verdão na década de 80. Estou frio e, de certo modo, mais leve. Não tenho mais que mentir a mim mesmo fingindo que acredito nesse time. Não dava, não tinhamos chance.

Gustavo, por exemplo: é ruim pra cacete! Enganava com Henrique ao lado, mas o time não repôs à altura o zagueiraço que foi vendido. E Valdívia?… Ficamos com Denílson, é isso? Com a cobrança em cima de Diego, como se ele tivesse de resolver sozinho?

Francamente, amici, hoje caiu a ficha: ali é Kléber e mais uns pingados. Com aquela cara de mau e aquela vontade de ganhar, jogando bem ou mal. E se o Palmeiras não comprar esse jogador estará cometendo um erro mais grave, na minha opinião, do que a venda de Love.

Mas essa gente não pensa grande… Desculpem, eu sei o que vocês esperam, mas parece que não sobraram pedras para eu jogar em Luxa: todos pegaram uma. Acho que ele errou muito onde sabe, errou como nunca antes, e durante o campeonato todo, de várias formas. Mas, ao menos, sei que ele quer vencer, ao contrário de alguns ali dentro. E me lembro que, muitas vezes, ele foi a única voz que se levantou para defender o Palmeiras, desde o jogo do gás, passando pelas mazelas da arbitragem e reclamando de favorecimento da imprensa para determinado time. E ficou sozinho vociferando, porque quase ninguém acima dele estava preocupado com o Palestra:

estavam preocupados em defender os cargos de poder que ocupam lá dentro.

E enquanto roubavam nossas chances no nacional, rodada após rodada, não haviam se previnido e mal se remediaram, salvo a voz de Belluzzo. Mas, mesmo assim, essa gestão permanece eficiente em criar paredes falsas para se proteger; safaram-se do esquema dos ingressos e da surra na torcida com um título. Venderam Valdívia e fizeram o ídolo assumir a responsabilidade da transferência por escrito, e de novo magoaram o Palestrino. E agora querem que passe sem nota sua omissão nos bastidores, sua dormência jurídica, seu nó político, seus adiamentos, sua pedra no sapato: tudo isso apedrejando Luxemburgo. A quem isso interessa?

Outra pergunta, vocês sugerem quem de técnico?

Então devagar, que o santo é de barro. O time perdeu um campeonato, não temos que jogar tudo fora. Tem muita gente errando nesse clube, mas Luxemburgo eu sei que pensa grande, e é técnico bom pra cachorro.

No começo do ano a coisa se resolve por si própria. Quem sabe, por um milagre, os covardes sejam expelidos das poltronas. Quem sabe não, mas de toda forma o clube poderá voltar a investir, planejar. Que nos reparem como devem a perda de El Mago e de Henrique, tragam Keirrisson, Marquinhos e muito mais. Porque aí eu não vou querer outro padeiro mexendo na massa: quero a mão de Luxa.

O problema é que, exceção já citada, quando olho para aqueles homens não vejo nada, só retrocesso. E dá a impressão que essa italianada não morre nunca.

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Acontece, em certos anos, de o Palmeiras não ter um time muito eficiente. Quando a esse fator se alia uma certa desmoralização da direção do clube, então Madame não vê problemas: vem jogar em nossa casa sem reclamar, combina a estratégia de jogo com o caga-regras e sai de campo com um resultado favorável, sem ter que mexer em “pauzinhos” maiores.

Mas naquele ano a situação era outra… o time de Palestra Itália montara uma esquadra de respeito para o Paulistão, havia uma parceria forte por trás da direção do clube, e a esquadra Verde já havia aplicado um impiedoso 4 x 1 no clube leonor, no interior, na fase classificatória; na ocasião, envolvidos pelo toque de bola do Palmeiras, a esquadra nazista perdera a cabeça diante dos seus súditos, cometendo 3 penalidades máximas em um intervalo de 15, 20 minutos.

Chegava as semifinais do Paulista… O medo Dela era o Palestra conquistar aquele título e ela ver reeditado o pesadelo de uma década atrás, onde a atenção da grande mídia e as negociações em moeda forte se voltaram para o clube do Jardim Suspenso; porque isso obrigaria Madame, novamente, a ter de fazer coisas ridículas na TV, criar factóides em massa para poder permanecer em evidência – coisa que dá trabalho e custa caro. E a semifinal, quiseram os deuses, seria justamente SPFW x Palmeiras, esse com a vantagem de jogar por dois resultados iguais e decidir a vaga em seus domínios.

Madame agiu rápido para evitar que o pior se desse: naquela época (como em todas as outras), ela tinha o poder da caneta, os funcionários públicos de alto escalão no bolso, o ranço autoritário que ainda fazia ditar as regras do jogo. Assim, tratou de acionar seu procurador de estado, pedir-lhe que bradasse contra a realização do segundo jogo no Palestra, por falta de segurança.

Em uma ação coordenada, recebeu em sua sala da presidência os diretores do maior boletim esportivo do estado, numa reunião regada a whiskey e insinuações de altas cifras em moeda estrangeira; enquanto isso, mandou seu coronel ficar de prontidão para atuar no primeiro jogo, que se daria no Privadão da zona sul.

Na semana seguinte, o que se viu foi isso: o coronel ficou na linha de fundo no primeiro jogo, ameaçando a carreira da bandeirinha, uma pobre moça que, mais tarde, se dirigiria aos prantos para o vestiário, dizendo-se pressionada pelo militar que a intimidava dentro de campo para que “atuasse corretamente”. E atuar corretamete significava fazer vistas grossas ao ataque leonor, que anotaria um gol de mão, que ela teve de validar, ainda no primeiro tempo.

Com 50% do objetivo cumprido (reverter a todo custo a vantagem Palestrina para o último embate), era hora de Madame partir para o segundo ato: então, o tal boletim que ela havia pago 15 dias antes, mandou seus fotógrafos às imediações do Palestra para registrarem imagens de caçambas estacionadas ao redor do estádio; o tablóide, por sua vez, “entrevistou” o procurador de estado (esse havia saído do primeiro jogo com vários ‘presentinhos’ do camarote leonor), que afirmou, dando a capa que o boletim precisava: “O Palestra Itália é um barril de pólvora”.

Choveram pedidos à Polícia Militar para que o embate fosse transferido de casa. A polícia concordou. A peça de Madame chegava assim ao seu final glorioso. Chegava?

Assim seria, mas, por um capricho daqueles mesmos deuses da bola, Madame esbarraria dessa vez na paixão clubística da autoridade máxima do estado, o governador. Esse, notoriamente um palmeirense roxo, enquadrou a PM, querendo saber do que se tratava aquela palhaçada: exigiu laudos técnicos que comprovassem o perigo iminente de se promover um clássico no Parque Antarctica, o mesmo palco de tantas decisões no passado. E sem ter como comprovar o inexistente, a PM foi obrigada a voltar atrás, o procurador-de-gaveta teve de ficar quietinho, e decidiu-se que o mandante de direito, o Palmeiras, jogaria em sua casa.

Para piorar a situação Dela, nenhum incidente aconteceu no dia do jogo. Precavido, o governador mandara a PM seguir de perto as duas torcidas, desde seu desembarque nos metrôs da região até a porta do estádio. Sol, paz, cantoria dos dois lados, uma tarde perfeita. E agora?

Bom, agora Madame tinha que jogar bola… Acontece que, na época, o Nazi Club sustentava sob suas metas um poderoso marqueteiro; que embora fosse um arqueiro sabidamente medíocre, rendia manchetes positivas à socialite da bola. Nessa tarde, porém, o goleiro limitado falaria mais alto, e Ela teve que descer para o vestiário, após a primeira etapa, com um tremendo frango entalado na garganta: 1 x 0 para o Palmeiras, vantagem verde recuperada.

Naqueles tempos, os seguranças dos clubes costumavam se precaver de um possível ataque de torcidas organizadas carregando em suas bolsas uma espécie de gás de pimenta, um genérico na verdade, de venda proibida e embalagem pouco segura. O clima na descida ao vestiário foi pesado. Perdendo, sem jogar nada, Madame fugiu pelos corredores internos do Palestra ouvindo o bradar de 30.000 homens verdes, que batiam com a mãos nas placas metálicas fixadas no entorno das arquibancadas (sim, ainda existiam arquibancadas), produzindo um som atemorizante: “Ô bicharada! Ô bicharada!…

Com medo, acuada, a realeza e seu séquito adentraram o vestiário e ali se trancaram. Cobranças de tudo que é lado: seu técnico mal-humorado foi um capítulo a parte; esse, sentindo-se indisposto desde um churrasco devorado às vésperas do clássico, no sábado, estava particularmente irascível com seus comandados. E toda diretoria leonor ali presente, aumentando o teor da cobrança: logo, um segurança tremeu e derrubou no chão uma daquelas embalagens de gás venenoso, em pleno vestiário fechado. Nada que fosse causar grandes danos, pois todos notaram de pronto o ocorrido, e se tocaram para fora dali.

Mas o emo-clube sabe transformar um contratempo em vantagem, esse talvez tenha sido sempre seu maior dom: com um jogo certamente perdido, após a humilhação do frango e a vergonha de ter de retornar ao nosso campo (não em um campo neutro), Madame me sai com essa: seus jogadores abrem a porta do vestiário fingindo estar cegos, sobem ao gramado chorando e se deitam em frente às câmeras de TV, fingindo passar mal.

O técnico, então, procura pela câmera da Globo para vomitar ao vivo o churrasco indigesto, dizendo-se intoxicado. Os diretores da Boutique procuram os microfones para dizer que foram sabotados no intervalo, e estranhamente ninguém procura o médico do clube, ou a ambulância presente no estádio. Era a saída perfeita: explicariam a derrota com um fator “extra-campo”, enquanto aproveitavam para limpar a honra de seus filhotes da ditadura, que tentaram por uma semana remover o mando de campo do Palmeiras.

Tomariam ainda outro gol no segundo tempo, esse memorável, pois o meia palmeirense, autor do gol, mandou o marqueteiro que atuava sob a traves inimigas calar a boca, para todo mundo ver.

E o que era para ser mais um factóide compondo o castelo de mentiras do SPFW não se concretizou: um coronel desavisado, responsável pela segurança do estádio, afirmou às rádios que aquilo não era gás de pimenta.

Vários laudos periciais posteriores comprovaram que o gás só poderia ter sido lançado de dentro do vestiário. E, para fechar com chave de ouro, o técnico de Madame (que alegara não conseguir enxergar durante o segundo tempo, sob o efeito do veneno, e assim não pudera arrumar o time) passou por 3 exames no IML: tanto o primeiro, como a contraprova deninitiva, revelaram não haver nenhuma intoxicação por gás no organismo do sujeito. Uma vergonha que entrou para a história não só como mais uma farsa, mas como outra tentativa de denegrir a imagem do Palestra Itália, como já haviam feito há pouco mais de 60 anos.

Durante os meses que se seguiram (e principalmente às vésperas dos novos clássicos), o boletim que Madame sustentava ainda tentou infringir culpa à torcida verde pelo ocorrido. Mas, com argumentos tão descabidos quanto os do “jogo das caçambas”, a mentira não ganhou fôlego, e Ela tem que ir dormir, até hoje, com mais essa vergonha escondida embaixo do colchão.

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FALÊNCIA MORAL

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“Ô Lindemberg, se toca, né, meu filho?”

Muricy Ramalho, pela manhã

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Alguém sabe me informar se Marco Aurélio Cunha já pegou o helicóptero até a Santa Casa de Santo André, para visitar a menina baleada? Ou será que a única preocupação dessa corja que se aproveita de qualquer fato para sugar o sangue alheio só era mesmo com a camisa do São Paulo na janela?

O corno demente “não se tocou” e agora a tristeza não dá Ibope.

Não dá retorno.

Esse desfecho trágico, horroroso, faz a gente parar para pensar em várias coisas: temos no Brasil a pior polícia do mundo, o “Íbis” dos batalhões de resgate de todo planeta. Esse deve ter sido o quarto ou quinto sequestro (que eu me lembre) que acaba em merda, após um espetáculo de incompetência dos negociadores e outra ação estabanada, inconsequente, de quem estava lá para preservar a vida.

Além disso, temos a pior imprensa do mundo, que telefonou para o sequestrador, colocou no ar sua entrevista, deu-lhe ares de celebridade e poder de resistência. Atravessando as negociações da PM, sob o pretexto de qualquer um ter “o direito” à informação, numa hora dessas, como se qualquer um estivesse devidamente treinado para conversar com um sequestrador armado.

Por fim, penso que o São Paulo perdeu a noção do ridículo. Já não sabe o que faz para mostrar a bunda; quis se aproveitar da repercussão de uma história chocante, de uma entrevista descabida, para capitalizar simpatia junto ao público. E fez isso porque o “pobre garoto”, “perturbado”, mostrara uma camisa do Nazi Club pela janela, portanto, na mente deles, o animal havia de ser “um bom moço”, “de caráter”, que poderia ser convencido por um dos seus a voltar à razão.

Este é o nanismo intelectual exposto: se não pensassem realmente deste modo distorcido, não se arriscariam ao fiasco ao qual estão sujeitos a partir de agora.

Promoveram o rapaz. Trataram-no com benevolência, no “se toca, menino!” Ganharam manchetes 2 dias, aqui e ali…

E agora, alguém vai ao hospital? Alguém vai prestar ajuda àquela família? Ou vão voltar a se preocupar em encher o jornal de gás, para ver se dá algum resultado?

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O Palmeiras será operado domingo.

Isso acontece desde que me conheço: eles passam a semana que antecede o clássico reclamando da arbitragem de maneira acintosa; a tática funciona, porque nos bastidores a influência leonor ataca tal e qual uma doença auto-imune, que só se manifesta quando você abaixa a guarda. Vai acontecer de novo. Sálvio Spínola não conseguirá segurar a pressão e sua válvula de escape soltará no time Verde o vapor corrosivo do time nazista. Seremos roubados, senhores, e é bom que estejamos preparados para isso.

A torcida vai apanhar bastante:

O time da ditadura ainda precisa legitimar o episódio do gás. Esperem outro espetáculo do procurador-de-gaveta e do comando da PM. O torcedor verde vai sofrer, como sofreu na final contra a Ponte Preta. Antes e depois do jogo, se eu bem conheço o Palestra. O ódio que nos assola está cada vez maior, e ao mesmo tempo mais silencioso; isso tem um motivo: domingo. Nesse dia, o time da inteligenzia pretende “disciplinar” nosso torcedor desaforado, dentro de nossa casa, para mostrar quem é que realmente manda. Vai estender seu braço autoritário para tanto, e o Palestrino sofrerá na mão da polícia, ainda que não faça nada para começar o tumulto.

Meu recado para o time Verde e seus comandantes: não abaixem a cabeça e ajam como time grande. Ao primeiro sinal de um procedimento cirúrgico é precido peitar o juíz em massa e paralisar o jogo, relaxando a partida pelo tempo que for preciso. Com diretor invadindo o gramado, fazendo barulho e inflamando a galera. Nada de pegar a bola, por na marca da cal e deixar cobrar. O Palmeiras já me cansou com esse complexo de Cinderela: quero ver meu time forte, dentro e fora de campo.

Meu recado para a torcida que canta e vibra: resguardem-se ao máximo. Mas se houver confronto, vamos a ele. E aí, que seja um dos grandes, porque não podemos apanhar calados novamente. Nem a esquadra, nem a torcida.

PREPAREM-SE: o anti-time virulento já carregou suas armas para levar ao gramado e já cavou suas trincheiras em volta do Palestra. É guerra, não espere menos que isso.

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* Os juízes do STJD já absolveram Diego Souza, indo de acordo com a interpretação do árbitro da partida, que não viu “ato hostil” por parte do jogador; entenderam os magistrados, da mesma forma, que Lenny não cometeu “ato violento” após sua expulsão contra o Cruzeiro. Então, por que esse leonorzinho de gaveta, disfarçado de promotor, não vai procurar alguma coisa mais digna para fazer? A quem ele quer agradar?

É, sim, o caso de se perguntar, uma vez que sua arrogância deve causar mal-estar dentro do próprio Tribunal. Não há cabimento em discordar da decisão dos juízes a todo momento, como se soubesse mais do que o rei, somente porque quer abanar o rabinho e ganhar um biscoito canino na porta dos fundos da Boutique. Nojento, isso.


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Está tudo verde pelos lados do Palestra Itália, mas uma coisa é verdade: o jogo contra o Figueirense tem “peso 2” para as contas do Palmeiras, se considerarmos os próximos jogos de nossos adversários mais diretos:

o Grêmio enfrenta o Santos em pleno Olímpico. Se o limitado time gaúcho é poderoso em seus domínios, o Santos tem mostrado um desempenho pífio longe da Vila;

o Cruzeiro pega o Ipatinga em casa… Sem comentários.

o Flamengo não deve ter grandes problemas para vencer no Rio o medíocre Atlético MG (que joga ainda sem Marques, expulso contra o Verdão).

a Rainha do Posto 5 pega o Náutico no Privadão: adversário mais covarde quando joga fora, não há.

E o Verdão é o único que viaja, com a obrigação de vencer. Lembremos do 1º turno e entremos mordidos em campo: esse time já nos levou 2 preciosos pontos de dentro do Palestra – é hora de ir até lá, na casa deles, pegá-los de volta. E faremos isso, não tenho dúvida!

* E a BWA, hein? Eu não tenho a menor competência para fazer julgamento sobre a qualidade do sistema que será implantado em convênio com a Caixa, mas:

o que a gente sabe é que é uma empresa de fachada, tocada por bandidos.

O que a gente já descobriu é que trata-se de uma firma criminosa, que confecciona ingressos falsos e contrabandeia os verdadeiros para os cambistas; e essa máfia agora ainda quer nos cobrar R$15,00 (além dos R$ 30,00 da arquibancada) para adquirir um “cartão de ingressos” e que, a cada compra de bilhetes, ainda teremos que pagar R$2,50 por uma “taxa de administração”. É brincadeira dessa corja…

Não nos esqueçamos que o grande avalista da BWA, Marco Polo del Nero, foi quem patrocinou o lançamento do mais novo estelionato de sua empresa amiguinha…


* Atenção: tremei, Palestrinos! Deu no site oficial de Madame: Muricy afirma que SPFW “encaixou de novo“.

Imagens do último e empolgado treino não deixam dúvidas quanto às palavras do treinador:

Percebam também que agora está explicado o cheiro de gás que aflige o vestiário leonor.

Mas vamos pegar leeeve… Afinal de contas, Muricy tem razão: após a vitória sobre o todo-poderoso Ipatinga, o Village Team cresceu: passou do 5º lugar para a 5ª colocação da tabela – e pela 5ª vez consecutiva.

PROMOÇÃO DO BOLÃO DO SAVÓIA
No primeiro turno, demos 2,4 pontos extras para quem conseguiu enviar uma matéria comprovando o rebaixamento de Madame no Paulista de 1990. Dessa vez, o incentivo é maior para o jogo do enterro leonor: você tem até dia 17 de outubro para mandar para nosso mail (cruzdesavoia@gmail.com) um texto de pelo menos 10 linhas contando qual jogo Madame ganhou na mão grande e do qual você nunca se esqueceu.

Não precisa ser um jogo contra o Palmeiras, mas

NÃO VALE citar qualquer dos jogos que já tenham sido publicados na série “Souvenirs de Madame”, senão fica fácil. Mas podem escolher algum jogo ganho por Ela em uma manobra de bastidores somente, coisa farta na Boutique, desde que o fato seja bem descrito no texto do apostador.

Atenção, amici: todos tem 11 dias para garantir nada menos do que 43,2 pontos extras na tabela do bolão!!! É isso mesmo:

43,2 pontos extras,


sendo cada ponto uma homenagem a cada milhão que o time da ditadura deve atualmente ao INSS.

Reforçando: mandem via e-mail somente! É só lembrar de algum roubo incontestável e descrevê-lo em 10 linhas (qual campeonato, contra qual time, como foi o assalto, etc…): depois é ir para o Palestra dar aquelas boas vindas ao nosso inimigo…

Voltaremos após o almoço em outra edição para lá de ordinária, amici! Abraços Verdes!

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Amici, hoje foi muito divertido ler os cadernos de esportes, procurar as manchetes online e assisitir aos programas de bola. Não há destaque para o líder, não sem que se faça ressalvas, seja citando o horrível empate sem gols, a ajuda do Inter ou a incompetência dos nossos atacantes. As maiores manchetes são justamente as que ressaltam o Gre-nal, ou aquelas que reforçam que “a briga pelo título está embolada” ou então que “o SPFW entrou na briga de vez”.

Tô dando muita risada… Não por acaso ilustrei o quizz de hoje com o pôster da esquadra Verde que abocanhou o Nacional de 1993; lembro-me bem quando ficou claro que ninguém seguraria o Verdão e das consequentes manchetes da época: era esquema Parmalat para cá, especulações sobre vaidades e clima pesado no time para lá… Enquanto isso, muita purpurina era jogada em cima de Madame e seus amistosos na neve – aqueles que passavam de manhã e torcedor europeu nenhum ficava sabendo – e os times do Velho Continente que se dispunham a participar da rifa do jipe mandavam quase sempre times bem mistos. Mas era o destaque da mídia.

E, assim como hoje vira e mexe relembram do episódio do gás para tentar manchar o Palmeiras, também naquele tempo a tática era a mesma: todo mês ressucitavam uma declaração, uma investigação, um depoimento no “caso José Aparecido de Oliveira”.

Risadas, risadas… Não sou eu quem me repito – são eles. É uma esclerose galopante que toma conta dessa gente: vejo mil manchetes enaltecendo a defesa bambi (na tentativa de invocar o trunfo de seu último título), enquanto a defesa verdiúnica está há 5 jogos sem ser vazada; ligo a TV e vejo entrevista com André Dias, “o grande destaque da rodada”. Tá certo.

Compro o Boletim, vejo nossa esquadra de costas para a foto, acenando e “dizendo”: “Obrigado!” Porque não conquistamos a liderança, foi o Inter quem nos empurrou, entendem? Isso é consenso em qualquer veículo, hoje. Chegamos por osmose…

Gargalhadas… Na mesma capa: “Timão estuda estrela tipo B” e, finalmente: “Hexa vivo!”

E se você lembrar que é assim (sempre assim) que meu time gosta de ser campeão, ignorando a massa de gafanhotos que se lança em nossa verde seara, seu humor vai ficar tão bom quanto o meu hoje:

O que era provocação virou despeito: agora ninguém segura. Agora, quem vai se divertir sou eu – e você, Palestrino – com as manchetes esquizofrênicas que veremos ao longo dessas onze rodadas.

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