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Posts Tagged ‘Grêmio’

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1) Madame e sua caixinha de Pandora

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Nada pode soar mais artificial no domingo de um torcedor paulistano: de manhã, vou a pé ao parque com minhas filhas e me deparo com dezenas de uniformes do stablishment, todas cobrindo os corpos de alguns alienígenas do mundo da bola. Aquele bigodinho do Habib’s infestou a pista de cooper feito margaridas nos canteiros da pista. Era uma gente celebrando o sucesso, não a vitória.

Que torcida imensa! – diria a si mesmo um turista desavisado. Mas sabemos que boa parte dessa gente, quando se vê obrigada a falar em futebol, passa 8, 9 meses por ano dizendo frases desse naipe:

“Em Perrnambuco, mesmo, eu sou Ixpót, mas aqui torço é pro São Paulo. Em Minas eu gostava do Cruzeiro!”

“Não sei porque esse exagero doentio. Se meu time ganhar ou perder, quem vai pagar minhas contas na segunda?”

“Eu não acompanho muito, mas sou são-paulina.”

“Eu tô nu pé pimálio e todu mundo toçe pu São Paulo.”

“Eu não perco meu sono com futebol, rapaz!”

“Eu não ligo pra futebol, mas meu namorado é são-paulino.”

“Ele também nunca foi no campo.”

E por aí vai…

Volto a esse assunto, porque é preciso diferenciar um torcedor disso. Eu repito: eles não vestem essa camisa por amor ao clube, ou pelo orgulho de sua história: aquilo não é uma manto, é uma metáfora. O que eles vestem é a forja do sucesso que queriam conquistar, porque, em sua mente, o sucesso é o que vale nesse mundo – e deve ser perseguido a qualquer preço.

Sair com essa camisa na rua, somente agora, é reafirmar sua diferença, sua suposta superioridade perante os outros. É declarar seu apoio à cartilha elitista daqueles que pensam que o Brasil não precisa de quem produz, muito menos de quem o construiu. Eles são modernos, são melhores, eles se bastam. Tudo se consegue com força de vontade, e quem não alcança seus objetivos é somente um pobre de espírito. Que se lamenta, reclama da arbitragem, tem inveja de seu sucesso…

É o time da auto-ajuda. Assim como quem gosta de ler não compra esse tipo de livro, quem gosta de bola não torce para esse time.

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2) Acabou a vergonha, acabou!

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Então não teve pênalti a favor do Verdão, nem a favor do Fluminense? Na rodada anterior, o Flamengo, visitante, deu o azar de pegar um árbitro exemplar. Claro, na casa das marias. E nos descontos: Simon teve a mesma precisão milimétrica do bandeira que corria pelas laterais do Jardim Suspenso, contra Madame. Este, com seu talento raro e notável imparcialidade, conseguiu distinguir, em uma fração de segundos, os 5 centímetros que não ultrapassaram a linha da Borboleta, naquela cabeçada de Alex.

Queria ver o Simon não dando esse penal no Maraca, aos 47 do 2º, com 2 x 3 no placar… Porque acertar, na confortável condição em que acertou, é só obrigação. Colhão, é outra coisa.

Enquanto se dá tudo isso, só Ela cavalga incólume, em seu cavalo branco de parada. Nenhum mal toca sua armadura. Nenhum bandeirinha tem olho clínico para as mãos do imperador. Nem para o braço de Washington, contra o Palmeiras. Mas, se ele sofrer um pênalti no Privadão, esquece. É impressionante como um disfarçe simples, que seja, não se faz mais necessário: simplesmente arrancam os pontos que precisam, com desdém pelo esporte que praticam. E isso só pode ser fruto do emburrecimento do público que, como bem nos explica o Ademir, corre o risco de se transformar de torcedor em consumidor, em poucos anos. Não há mais paixão, só restou o cinismo do pensamento eugênico.

Contratempos? Só uma vez, na 1ª rodada, contra aqueles chorões do sul. Foram 3 pontos. 3 pontos.

Sei que não há justiça no futebol, mas se Deus ligar a TV domingo, quem sabe…

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3) Confete x Crise:

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Uma ediçãozinha especial… Porque o Verdón saiu da disputa, mas a imprença ainda tem um troféu a ser conquistado, com muitas bolinhas para lamber:

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“A festa do hexa fica para a última rodada… “

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Dirigente do Grêmio diz que incentivo para o Goiás pode ser válido

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André Dias reclama de ‘mala branca’. Ceni ironiza.

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Procurador do STJD diz que punirá mala branca

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Marco Aurélio: “O Hernanes é o Kaká que joga no Brasil”

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Conselheiro gremista é preso por tiroteio

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Fluminense aposta que São Paulo será campeão

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Dirigentes do Internacional reagem à provocação de diretor gremista

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Sim. Uma coisa que posso dizer de boca cheia a respeito desse blogue (pois todos os leitores irão concordar) é que não estou aqui para fazer média.

Já falei muita merda, é verdade, sou o primeiro a reconhecer. Mas não vou deixar de emitir minha opinião sobre o Palmeiras quando algo me incomodar, não importa quem eu desagrade. Não aqui, não nesse espaço.

Feita essa introdução onanista, quero deixar registrado: o que vi acontecer ao longo dessa semana com o Verdão é inédito para mim. Nunca vi algo parecido atingir nenhum time de futebol, e sei que vai demorar para aparecer um exemplo similar.

Em dias alternados, a diretoria, o técnico e goleiro abandonaram a torcida, que ficou gritando “Porco” à beira do precipício onde acaba o mundo.

Vamos começar por cima, por aquela gente que passou os últimos meses se vangloriando de ter ganho mais recursos no STJD do que os outros clubes, como se o Brasileirão tivesse uma tabela paralela ranqueando a competência e soberba dos advogados de cada clube. Porque, quando chegou a hora do “pega-pra-capar“, essa mesma esquadra, que entra em campo de paletó e gravata, negou fogo. Foram pegos de surpresa com a suspensão de Diego, ao contrário do Grêmio quando foi punido (diga-se de passagem, com mais severidade).

Tudo por conta dessa vaidade que gerou a falsa certeza que ninguém atingiria o Palmeiras… E porque não são palmeirenses (trata-se de gente que ganha por hora), foram incapazes de associar os fatos; não puderam perceber que não aconteceu por acaso aquela expulsão de Diego, em outra partida decisiva, há pouco tempo, aos 6 minutos de jogo.

Quanto ao técnico que orienta nossa esquadra, vou me abster de emitir outra nota, por enquanto. Porque tenho certeza que ninguém, nesse espaço Verde, atacou Madureira de forma tão virulenta como eu, há pouco tempo atrás, antes do jogo de volta contra a ridícula Lusa. É que àquela altura ninguém deu bola, mas não vou me repetir.

Hoje quero mesmo é falar de Marcos, o Santo de todos nós. Também sei, antes de mais nada, que ele representa a paixão cega dessa torcida e é o maior ídolo que o Palmeiras viu nascer nos últimos 35 anos. Muito mais ídolo que Edmundo, a quem amo incondicionalmente.

Mais que isso: Marcos, em forma, foi o maior goleiro de seu tempo, em toda a esfera da bola. E, se levarmos em conta os progressos da preparação física que mudou o calcio nas últimas décadas, posso dizer, sem medo de vomitar aqui um exagero, que Marcos foi o melhor arqueiro do mundo de todos os tempos. Quem viu, viu.

Por saber disso e um pouco mais, sempre relevei as falhas de Marcos, até porque, foram raras. Contra os ingleses, por exemplo: quem precisa ganhar um jogo na neve, de manhã, valendo um jipe toyota, depois de eliminar o Corinthians de duas Libertadores?

Só as bonecas, que precisam se vender na vitrine, nós não… Por isso, dane-se! Não quero saber se ele falhou em um amistoso no Japão… Nem quero saber se ele chutou o balde naquele jogo em que tomamos 7 gols em 2003, porque ali a razão estava com ele.

Mas, de novo, não estou aqui para fazer média. E tenho um nojo visceral de quem tenta sempre agradar a maioria.

Quando Marcão falhou contra o Flu, eu o defendi. Achei que a arbitragem foi tendenciosa, e que o braço de Washington confundiu os reflexos de nosso arqueiro. Mas, para minha surpresa, vi o Santo sair de campo acusando o golpe. Em uma entrevista descabida, atirou a responsabilidade sobre todos os seus companheiros – e desviou a atenção da mídia, que mal falou daquele primeiro gol no Maracanã, a não ser pela polêmica decisão do árbitro.

Por aqui, engolimos seco. Somente porque Marcos, para um parmerista como eu e você, é Deus.

Mas agora chega. Vamos rasgar os véus da paixão e falar com todas as letras: o que Marcos fez domingo, não se faz no futebol. Mais, não se faz em um ambiente de trabalho, por respeito aos colegas de profissão.

Não pelo peru, que, aliás, foi grotesco (ah, se fosse o Borboleta, quanto sarro não estaríamos tirando…). A atitude após o frango é que foi deplorável.

O arqueiro veterano sabe que a bola entrou porque ele teve um reflexo retardado, mal calculado, e não me interessa se isso foi fruto da idade ou da falta de concentração. Ele sabe que falhou feio – e, mais uma vez, o que incomoda não é isso.

Porque, se o Palmeiras perdesse por 1 x 0 só por conta daquele lance, ninguém aqui estaria lendo isso. Ninguém apontaria o dedo para nosso Santo Imortal por conta de uma falha passageira… O que me revolta é o que aconteceu depois.

Acorda, Palestrino!

Vamos parar com essa ilusão de querer acreditar que aquele arrobo de atacante foi um ato heróico, ou um protesto, ou uma doação de uma alma palmeirense pela camisa que veste. Marcos simplesmente fez o que havia feito há poucas semanas: falhou e transferiu a responsabilidade para os seus companheiros. E, como já havia falhado e criticado todo mundo, se viu exposto e com receio de ser cobrado: então partiu para o ataque, contando com o apelo emocional que tem junto à torcida, evocando seu carisma para livrar-se de uma situação constrangedora e salvar somente a si próprio.

Havia ainda 16 minutos de bola para rolar quando ele partiu pela primeira vez ao ataque. Se contarmos os 5 minutos de acréscimo, vamos a 21, tempo suficiente para afunilarmos um adversário no Palestra.

Mas não… O time todo se desestruturou, somente para assistir, enquanto era desmoralizado, ao espetáculo de um homem só, que era consagrado como herói por 26.000 crentes.

Para o resto do grupo, vaias.

Sei que não vou agradar ninguém com esse texto, mas também não sou Marcão, não quero agradar a massa enfurecida. Quero só reafirmar que poucas vezes vi em campo um jogador tomar uma atitude tão cafajeste.

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É, definitivamente, um semestre para se apagar dos registros Verdes. Falando aqui entre nós, agora. Das portas do Palestra para dentro, sem analisar arbitragem ou STJD. A barca começou a afundar após o título paulista, e dá uma desilusão danada quando a gente percebe de quantas formas o Palmeiras sabe decepcionar essa torcida apaixonada. Poderia ter sido um ano glorioso!

Esperei a cabeça esfriar para escrever, pois não cabe, agora, repetir as razões pelas quais eu já havia jogado a toalha, lá no fundo, após o jogo contra o Fluminense – tudo que acho já foi dito naquele post polêmico. E embora a tabela tenha sido subvertida no tapetão e apito rosas, nesse fim de semana, em especial, Madame ganhou, como faz um time grande na chegada, coisa que o Palmeiras não soube fazer.

Então penso que é hora de olhar o próprio umbigo e se perguntar o que foi que deu errado.

Sei que é um dia para se falar pouco… mas, após assistir nossa equipe desfalcada contra o Grêmio, eu queria saber: por que o Verdão, tão forte até maio, tem um banco que não se garante? Sinceramente, não entendo o que aconteceu com nosso treinador – e falo especificamente da sua condição de técnico. Sempre foi um porto seguro ter Luxemburgo ali para mexer as peças, para qualquer torcida do mundo. Acontece que ele tem se equivocado constantemente nesse certame, verdade que todos nós já bradamos após algum jogo desse Brasileiro, pelo menos. Sua falta de foco no Palmeiras só é comparável com a omissão daqueles que deveriam zelar por Ele, em off. Sendo assim, e se o campeonato terminar, mesmo, para nós, com essa campanha digna de um Caio Jr. (ou pior), será o caso de alguém pegar uma calculadora e analisar o custo-benefício dessa brincadeira toda.

Sei que o Palestrino está desiludido hoje, e também estou cansado de repetir certas coisas. De novo, não é um dia para se falar muito. Vou tentar ver o tempo sob outra perspectiva, de uma escala bem maior, para ver se consigo perdoar determinadas atitudes e recobrar as esperanças de ver meu time ser forte novamente.

Em outras palavras, quem sabe eu consiga enxergar, lá atrás, a grandeza de Marcos; e vislumbrar um Palmeiras grande, lá na frente.

Por hora acabou a alegria, a paixão esfriou a chama, e qualquer discurso seria vazio.

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Para quem não entendeu o título, saibam que estou cantando a marchinha de Dacunto. Lá atrás, como agora, no caso da suspensão de Diego, tanto a imprensa, como a torcida e até mesmo o juíz foram pegos de surpresa. Ninguém entendeu o que aconteceu em 1944, assim como é difícil explicar hoje o teor dessa manobra jurídica.

Mas o tempo desvenda a História, gostem, ou não, seus protagonistas. Hoje sabe-se que, em 1944, às vésperas de um embate decisivo, houve uma reunião secreta do então recém-criado “Tribunal de Penas” da FPF, na calada da noite, orquestrada por um certo clube que bate um bolão fora de campo. Um certo clube que sempre foi o dono da caneta, e que tem o costume de se esconder como um fungo invisível nos escrotos do poder.

Hoje eles são mais espertos, aprenderam a desviar o foco, já sabem como confundir o inimigo e municiar a imprensa para que essa os ajudem a acobertar o verdadeiro sentido da coisa.

Não vou xingar o procurador, porque não falo com empregadinho. Não vou me ater ao capacho da sala da presidência de um clube corrupto e amargo.

Só passei para dizer que o Verdão leva esse título, como levou há 64 anos: contra tudo e contra todos. A minha certeza se amplia a cada dia, porque nosso time é melhor do que o time dos outros, e somos prejudicados praticamente toda rodada. Ou seja, seremos campeões, porque essa é a nossa História. É assim, e só assim, que chegamos ao posto máximo, sempre: com um título incontestável.

O que o torcedor tem de enxergar agora é o outro lado da moeda. Quando ela faz isso com a gente, é porque já está se borrando.

Madame, Madame….

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P.S.: Héber Roberto Lopes, o juizão que foi desmoralizado perante a opinião pública por conta do STJD e seus auditores-diretores de clube, apitará Palmeiras x Grêmio. Tanto melhor, pois ganharíamos de qualquer maneira: por 3 x 0.

Para nós, basta que o espírito do glorioso Germânia abraçe nesse sábado o estádio que foi roubado de seu povo. Por essa gente sem alma.

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Milton Neves

“Impressionante como o capitão são-paulino parece um tubarão, não se limitando apenas à semelhança do nariz. O tubarão nada aparentando tranqüilidade até sentir o cheiro de sangue e ficar alucinado para devorar a carne. E o Rogério Ceni é a mesma coisa. Passa o campeonato inteiro na moita, mas, quando sente e saca que o time pode ser campeão, se transforma numa fera faminta por títulos, liderando o Tricolor para papar mais um Brasileirão.

“Após o vexame do Maracanã e as cornetadas de Marcão, o Palmeiras não pegou no breu, mas ao menos venceu a duras penas o Goiás no Palestra, com gol de pênalti duvidoso convertido por Alex Mineiro, desta vez sem paradinha, no primeiro tempo. E o “São Marcos” ainda operou uns dois milagres na etapa final para segurar a magra vitória. O Verdão, mesmo jogando nada há algumas rodadas, segue vivo pelo título. Mas, contra o Santos, na Vila, tem tudo para perder, viu, Luxemburgo?”

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PVC

O Palmeiras não vence na Vila Belmiro desde os 4 x 0 de 2004, com dois gols de Vágner Love. São cinco partidas, com três derrotas e dois empates.

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Mauro Beting

“É hora de pensar na Sul-Americana, em General Severiano. Ainda dá – mesmo que não dê (mais uma vez) para o presidente do clube entrar em campo. Ainda que com razão, Bebeto de Freitas perdeu o juízo. Pela enésima vez.

É cada vez mais hora de imaginar que é possível ser tri. Possível ser hexa.

O São Paulo engatou a quinta. Digo, a sexta.”

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André Kfouri

Está ouvindo esse barulho? São as cornetas tricolores inconformadas com a ousadia de Muricy Ramalho. O São Paulo passou dos limites, venceu (2 x 1 no Botafogo: Jean, Wellington Paulista e Hernanes – 12.356 pagantes no Engenhão) fora de casa e empatou em pontos com o líder.

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Juquinha

A bola passou entre as pernas de dois zagueiros tricolores e suficientemente longe de Wellington Paulista, em posição de impedimento, mas sem participação efetiva no lance, embora seu gesto pudesse confundir, como confundiu, o bandeirinha.

Bebeto de Freitas foi à loucura e invadiu o gramado para xingar o árbitro, ele que já foi tungado, incompreensivelmente, na transferência para o Maracanã do clássico contra o Flamengo.

Mas nada justifica o que fez e, agora, verá, com justiça, o Engenhão interditado.

O que faltou no primeiro tempo, sobrou no segundo.

E o São Paulo já tem o mesmo número de pontos do Grêmio, em primeiro lugar.

Tem, também, a melhor campanha do returno.

E, como negar?, está com jeito de que ganhará mais um Brasileirão.

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Mas dureza mesmo têm o Palmeiras contra o Santos, na Vila Belmiro, e o Cruzeiro diante do Goiás, no Serra Dourada, ambos às 17h.O Santos até poupou jogadores contra o Sport para jogar inteiro contra o rival na volta de Vanderlei Luxemburgo à Vila, espera-se que sem chuva de moedas ou coro de mercenário.”

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Paulinho

Tricolor quer a paz:


Conversei ontem com um membro da diretoria do São Paulo.

O assunto foi o processo que um participante do grupo Morumbi Cidadania moveu contra o São Paulo.

O tricolor acredita ter sido um fato isolado e que não representa a vontade do grupo de moradores.

Não foram procurados pelo Morumbi Cidadania e continuarão dando prosseguimento ao que foi acordado em recente reunião.

É claro que uma ação judicial de um membro do grupo, mesmo que não seja uma posição oficial do mesmo, abala um pouco as relações.

O São Paulo vai se defender da ação e espera, pelo que conversei, continuar os entendimentos para que a melhor solução seja encontrada no relacionamento moradores-clube.

Assim que o Tricolor tiver uma posição sobre as solicitações feitas pelo movimento notificará os representantes que participaram da recente reunião.

O blog, como sempre, acompanha o caso.

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Birner

A vitória por 1×0, com o gol de Alex Mineiro, de pênalti, não foi acompanhada de bom futebol. Diego Souza que mostrou insatisfação por causa das declarações de Marcos, esteve mal. E foi exatamente São Marcos o responsável pela importantíssima defesa, cara a cara com o experiente Iarley, aos 10 da etapa complementar. Depois da conturbada semana, os 3 pontos eram vitais para o Palestra. E mesmo bem abaixo do que poderia apresentar, os conseguiu.

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Marília Ruiz

“O lance polêmico que deu a vitória ao São Paulo no Engenhão virou motivo de chororô de botafoguenses, palmeirenses, gremistas, cruzeirenses e flamenguistas.

À luz da regra, o lance foi sim mal anulado: Wellington Paulista não toca na bola, não está à frente de Rogério ou atrapalha sua defesa.

Mas há quem defenda que o fato de ele ter levantado o pé (ainda que a boa passe bem à direita), invalidaria a jogada _como entendeu o bandeirinha.

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Amici, a página do Bolão está atualizada e já recebe os palpites contra as sardinhas. A tabela mostra apenas os 14 “finalistas”, aqueles que ainda tem chance de ganhar o Manto, mas qualquer um pode apostar. Meus parabéns, atrasado, vai para o amigo Carlinhos, de Botucatu, o único apostador que cravou em cheio o 1 x 0 de quarta-feira. Vamos ao Bolão, e boa sorte a todos!

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*Atenção, existe um adendo, no final do post, inserido às 14:00 dessa quarta.

O Palmeiras não está, digamos assim, no seu melhor momento… Vários sinais nos deixam com aquela coçerinha atrás da orelha, dentro e fora das quatro linhas. Mas o estádio estará tomado contra o Goiás, porque a torcida não perdeu sua fé. Quem ama seu clube não larga a esperança – e paga o ingresso mais caro do Brasil para cantar pelo Porco.

Tenho certeza que as torcidas do Flamengo, do Grêmio e do Cruzeiro também confiam nos seus: assim como nós, demonstrarão seu amor por suas esquadras, daqui até o final.

É só uma questão de gostar de futebol e torcer com o coração pelo seu time. É bonito, é singelo, e é só isso. O quanto gastamos não importa e, no fundo, no fundo, a vitória importa menos do que estar lá lutando com os 11 que defendem nosso Manto.

Sei que veremos no Palestra, nesses jogos que nos faltam, os ídolos do passado prestigiando o Palmeiras. Pois o fazem durante todo ano, como Divino gosta de fazer. E assim fará Zico, por exemplo, mesmo lá no Cudamãequistão: não irá dormir sem saber se seu Flamengo conseguiu, ou não, mais um triunfo.

Ainda que um título não estivesse em disputa, restaria a alegria de ir para o estádio e vibrar pela sua bandeira. Quem não entende isso é porque tem outros valores na vida, que passam ao largo da paixão. Gente mais pragmática, que aposta dinheiro no seu elenco, maior prova de abnegação que uma pessoa assim consegue oferecer.

Como se o time fosse um investimento, uma aplicação, um negócio. A história não importa, o amor não importa. Agem como se fossem gerentes, em uma reunião de vendedores pela manhã, prometendo uma comissão maior para quem vender mais e “bater a cota” primeiro.

Olhando a capa do Boletim de hoje, fica muito clara a diferença entre um ídolo, um herói, e um bonequinho de marquetíngue que vende danete

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* NOVA COLUNA: “NO CU DOS JUQUINHAS

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O amigo Lula teve hoje uma opinião censurada lá no bofe do Juquinha. Perdão, blogue. Isso acontece frequentemente (e já aconteceu comigo e tantos outros): ele, ou qualquer de seus afiliados, como Paulinho e Birner, simplesmente tiram do ar qualquer opinião que lhes desagrade, ainda que o texto não seja mal-educado ou ofensivo, como no caso do post de Lula, que vamos publicar logo abaixo, inaugurando esses registros.

Informo a todos os Palmeirenses indignados que, a cada vez que isso acontecer, é só mandar seu comentário censurado para cá, que a gente publica no momento que chegar, sob o título aí acima: “No cu dos Juquinhas”. Ou, no Cruz de Savóia.

ENVIADO PELO AMIGO LULA:

Não é o lugar, não é o momento, mas, mesmo assim, transcrevo o post que acaba de ser censurado – mais um! virou rotina! – no blog do filhote do Juca, num post chamado “Botafogo desrespeitado”:

“Eu sempre tive em ótima conta o Botafogo F.R., clube mais importante para a Seleção Brasileira em todos os tempos. Algumas vezes até torci por ele, como em 1989, chorado, roubado, contra o Flamengo do ano mágico dos Marinho, que elegeram apenas o Presidente da República, e contra os falcatrueiros de Turim em 1996, mostrando quem realmente é maior.

Mas o Bebeto foi burro em abandonar a velha composição da FERJ e querer ser aliado da trinca – Flamenglobo, Corinthians (o menos ruim dos três) e São Paulo. Fora olimpicamente garfado na final do estadual e, pelo visto, continuará sendo prejudicado pelas forças do mal toda vez que tiver de enfrentar o rubro-negro.

Parece-me que o Atlético Paranaense – de Libertadores roubada pela tucanalha do Morumbi, que já havia tungado o Palmeiras – também quer passar uma borracha nas desavenças, fazer o papel da mulher do malandro e engrossar as fileiras da trinca. Mais um para apanhar.

Roberto Dinamite, a hiena, é outro: já cometeu a sandice de assistir uma partida do Vasco – e ser achincalhado – ao lado do Márcio Braga e de um sem-número de flamenguistas. Já começou a apanhar da trinca no Morumbi, quando foi pornograficamente assaltado no primeiro turno. Fez algum muxoxo no programa do Milton Neves, serviçal-mor da trinca, e só. Num exercício de adivinhação, digo que ele será roubado novamente no segundo turno e, para não deixar de ser, rirá! Nada mal para o botafoguense que queria jogar no Flamengo e acabou por presidir o Vasco.

Concluo, portanto, que Eurico foi mesmo uma espécie de Fidel – saquem o charuto!-: a luta do mal contra um mal muito maior.”

Foi isso, hehehe! Coisa boba. Tentei defender o alvinegro de forma um pouco mais realista, já que pareceu-me ser este o objetivo do post, mas ele não deixou.

Essa é a turminha do democrata Juca.


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“O Heber [Roberto Lopes] deixou de marcar um pênalti claro. Não gostaria, mas estou aqui novamente reclamando da arbitragem, infelizmente. O Vuaden errou no Barradão contra o Fluminense e foi suspenso. Será que a CBF vai suspender o Heber também?”

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Pois é, Mancini, é o que eu gostaria de saber.

Graças a um frangaço e outra garfada: assim Madame levantou a tampa do úmido Privadão e segue mostrando a linda bunda no Brasileirão 2008; mas a pergunta do técnico baiano é pertinente, até porque o Palmeiras jogará lá por esses dias (coisa que esperava nunca mais ter de assistir na vida) – e a corda pode ceder do lado mais fraco.

O lado fracote é o Palmeiras, que fique claro. Com um clube relapso e dividido, sobra na mão de Luxemburgo toda a responsabilidade em defender o Verdão, dentro e fora de campo. Quem deveria cuidar dos interesses do clube está, muito provavelmente, contando o lucro dos ingressos desviados domingo.

Alguma coisa precisa mudar muito seriamente dentro do Palestra, e ao invés disso toda a patota ganhou mais um ano para se refastelar na cadeira… A esperança fica por conta daqueles que investiram dinheiro sério na imagem do Palmeiras; quem sabe a diretoria dos omissos não relegue também essa função e assim tenhamos, por vias tortas, alguém que nos defenda dos desmandos de arbitragem. Porque, sem brincadeira, a administração do clube já está se tornando um assunto que nos faz pensar em intervenção.

Deixo abaixo os lance da rodada de ontem, incluindo aí o tento do rabudo do ano, o Grêmio que não joga picas. E o chocolate do Flamengo, que segue coladinho Nela, para cima do Coxa. Saudações Alviverdes!

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É dia de BOLÃO, amici!

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