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Posts Tagged ‘Madame’

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25/04/2008

Ela faliu em 1935.

Ela faliu em 1938. Então Palestra Itália e Corinthians entraram em campo no intuito de angariar uma esmola para seu presidente (conta-se que Porfírio da Paz transitava humildemente entre as duas torcidas da cidade, com sua bandeira esticada, pedindo e colhendo moedas).

Em 1942, a Grande Cafetina se aproveitou da declaração de guerra do Brasil contra o Eixo para confiscar bens e patrimônios das três maiores colônias que migraram para esse estado (alemães, italianos e japoneses), que prosperaram com o suor de seu trabalho, enquanto Ela mamava na pica da ditadura militar. Tentou ainda a todo custo tomar o Palestra Itália, mas essa história conhecemos bem.

Em 1944, Ela, que jamais possuíra patrimônio algum, conseguiu finalmente roubar um estádio, o da “Deustsch Sportive“, conhecido hoje como Canindé – e registrou em cartório, em nome de Cícero Pompeu de Toledo. Vendeu em estado de abandono, onze anos depois, para um conselheiro-laranja.

os rastros

os rastros

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Sede do Canindé e pista de atletismo, 1944 (Rev. São Paulo #14).

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Nada melhor do que um site bambi e concorridinho para nos contar sua própria história. O escrevente tenta achar alguma glória enquanto narra o episódio, mas não consegue. Clicando na foto, você pode ler a página com todo seu cinismo exposto; aqui destaco somente os pontos mais contundentes desse evento, nas palavras de um leonor que não pode se esquivar:

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De 1942 à 1955 o São Paulo Futebol Clube foi proprietário da área de 70 mil metros quadrados conhecida por Canindé (onde se ergue hoje o Estádio Dr. Oswaldo Teixeira Duarte, da Associação Portuguesa de Desportos).

Anteriormente o local pertencia a Associação Alemã de EsportesDeutsch Sportive, a qual vendera a propriedade ao Tricolor sob imposição de condições específicas (…)

Nota do Cruz – o autor, então, explica-se em outro texto, linkado na página:

Fatalmente a proposta financeira que concluiu essa transação estava abaixo dos valores de mercado, visto que pelo cenário político, impossível ser de outra forma – qualquer posse ligada ao Eixo assim estava desvalorizada, visto que o Governo Federal podia desapropriá-la a custo zero!

NC – Retomando a pérola:

Durante todo o período em que esteve sob égide são-paulina, o Canindé nunca recebeu um jogo oficial do clube (…)

Em 1952 o São Paulo partiu para seu maior empreendimento, a construção do Morumbi. Assim, em 1955 o clube vendeu a um conselheiro, Wadih Sadi, a sede do Canindé. Entretanto, lá permaneceu, sob autorização do novo dono, até 1956, quando a propriedade fora revendida para a Portuguesa de Desportos (…)

Enquanto tricolor, o Canindé não possuía arquibancadas (pois como dito, não recebia jogos). Coube à Portuguesa a construção das mesmas, posteriormente.

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Foto de janeiro de 1944 pertencente ao arquivo do São Paulo mostra o então presidente Décio Pedroso assinando a escritura da compra do terreno do Canindé. Ao seu lado Adulcinio dos Santos, Paulo Machado de Carvalho (de camisa clara), Cicero Pompeu de Toledo (primeiro da esquerda para a direita) e Porfirio da Paz (primeiro da direita para a esquerda)

Foto de janeiro de 1944 pertencente ao arquivo do São Paulo mostra o então presidente Décio Pedroso assinando a escritura da compra do terreno do Canindé. Ao seu lado Adulcinio dos Santos, Paulo Machado de Carvalho (de camisa clara), Cícero Pompeu de Toledo (primeiro da esquerda para a direita) e Porfírio da Paz (primeiro da direita para a esquerda)

texto e legenda: site do MN

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E foi assim que o Deutsche Sportive morreu, assistindo ao extermínio de todos seus esportes amadores sendo perpretado por uma gente oportunista, usurpadora e historicamente preguiçosa. O clube foi delapidado por um conselheiro e vendido à Portuguesa quando já estava abandonado. E sabem o mais interessante disso, sabem o porquê de eu ter escolhido este site para comprovar o que de fato ocorreu (além, é claro, da legitimidade que me foi dada por um autor são-paulino que se diz embasado na História)?

É porque, se você for procurar a trajetória do Deutsche Sportive no Wiki, descobre que o moço aí em cima é quem fornece as informações: ali, onde os jovens de hoje mais consultam referências (para diferentes fins), só há a versão do menino orlandinho… Daí, vendo a coisa distorcida contada por ele, começamos a entender essa massa de alienados que esquenta mais sofás a cada dia. Mas vamos em frente:

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Em 1950, a imobiliária de Adhemar de Barros conseguiu um empréstimo público vergonhoso (viabilizado pelo então Governador do Estado, deixem-me lembrar… Adhemar de Barros!) para comprar e terraplanar uma gleba na região do Morumbi. Essa gleba foi transformada em bairro e ganhou o nome de Jardim Leonor – uma homenagem singela que remete ao nome da esposa de… Adhemar de Barros.

Então é chegada a hora, meninos: conheçam a musa inspiradora da Boutique:

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leonor

Madame vela o corpo do marido em Paris, em 03/69.

fonte: IstoÉ

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Seu perfil, segundo o site oficial do falecido governador biônico:

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“Foi também uma grande promotora política nas campanhas eleitorais. Liderou a criação do Movimento Político Feminino, fundado em setembro de 1947. Criou o Departamento Feminino no Comitê da Vitória na campanha de 1954. Participava dos comícios, organizava festas e reuniões.”

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[adendo inserido em 28/12/2008]:
N.C.: Este texto “oficial” enfeita, na verdade, a real importância que a Leonor de Adhemar teve na consolidação do Golpe Militar que depôs Jango Goulart do poder, em 1964. Foi ela a fomentadora da “Marcha da Família com Deus pela Liberdade”, como vemos (resumidamente) aqui:

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A Marcha da Família com Deus pela Liberdade foi o nome comum de uma série de manifestações públicas organizadas em resposta ao comício realizado no Rio de Janeiro em 13 de março de 1964, durante o qual o presidente João Goulart anunciou seu programa de reformas de base. Congregou segmentos da classe média, temerosos do perigo comunista e favoráveis à deposição do presidente da República.

A primeira dessas manifestações ocorreu em São Paulo, a 19 de março, no dia de São José, padroeiro da família. Articulada pelo deputado Cunha Bueno (…), com o apoio do governador Adhemar de Barros, que se fez representar no trabalho de convocação por sua mulher, Leonor Mendes de Barros, organizada pela União Cívica Feminina e pela Campanha da Mulher pela Democracia, patrocinadas pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais, o IPES.

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Muito já foi dito no blogue a respeito desse tempo, dessa gente, desse estádio. Vejamos então uma nota da IstoÉ, que reporta à época da morte de Adhemar e aborda a repercussão do fato:

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Um dos articuladores civis do golpe militar de 1964, acabou cassado pelo presidente-general Humberto de Alencar Castello Branco. “No fundo, fizemos a revolução contra nós mesmos”, havia constatado amargamente meses antes da cassação. Casado desde 1927 com Leonor Mendes, nos últimos anos de vida Adhemar viveu uma intensa relação com a viúva Ana Benchimol Capriglioni, conhecida nos meios políticos pelo codinome de Dr. Rui. “Ela foi um caso do velho Adhemar, parte de seu último governo”, reconhece Barros Filho. “Quando ele e minha mãe se exilaram na França, ela também o acompanhou.” Em março de 1969, Adhemar morreu em Paris. A fama de sua fortuna era tamanha que, quatro meses depois, um grupo guerrilheiro promoveu um assalto cinematográfico a um cofre com US$ 2,5 milhões, que se encontrava em poder da família de Ana Capriglioni.”

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Apenas para situar melhor o leitor mais novo no contexto que descrevemos: a foto de Adhemar que encontrei à venda no Mercado Livre, datada dos áureos tempos de seu populismo, fala por si só: diria que dispensa comentários, mesmo…

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Em 1951, Ela colocou na tesouraria de seu clube o Sr. Laudo Natel, político muito ligado a um certo Adhemar de Barros. E, como toda sorte de pressão sobre o prejeito Jânio Quadros havia falhado (Madame queria a área do Parque Ibirapuera para construir um estádio), o velho Adhemar resolveu a questão como pôde: o Governo do Estado doou uma área de aproximadamente 90 mil metros quadrados em uma região inabitada conhecida como…. Jardim Leonor! Por esses lados, não havia povo e ninguém se deu conta, e Laudo aceitou de bom grado o presentinho do governador.

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Privadão inóspito, 1960

Privadão inóspito, 1960

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Vale ressaltar, ainda, que qualquer doação de terreno público requer uma contra-partida para toda a comunidade, responsabilidade da qual Madame não se furtou em 04/08/1952, quando assinou esta Escritura Pública de Doação, já amplamente divulgada pelo movimento Morumbi Cidadania. A associação de moradores quer quer o clube cumpra alguns deveres do qual vem se furtando há 56 anos:

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Nem estacionamento, nem parque infantil. Mas é importante demonstrar que esse desprezo pela própria comunidade que abriga o clube não foi um fato pontual, nem casual, como nos mostra o JT de março desse ano:

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"Cagar na cabeça" daqueles que a ajudaram lá atrás é um traço recorrente no caráter de Madame.

"Cagar na cabeça" de quem a ajudou no passado é uma característica recorrente da índole de Madame

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História bonita, não? Edificante! Vamos pular então alguns anos, somente para que ela não fique enfadonha, com esse pobre cronista tendo que repetir sempre os mesmos nomes:

Em 1966, o Governador de São Paulo, Adhemar de Barros, é afastado do cargo por corrupção. Assume então seu vice, o Sr. Laudo Natel, à época presidente do SPFW. Claro que este senhor de sorte não se desfez do primeiro emprego: foi, assim, presidente de clube e Governador do Estado ao mesmo tempo, em plena ditadura militar. Com tamanho poder em mãos, ele achou por bem convocar os alunos da rede pública, que precisavam de verba para realizarem suas formaturas, para venderem o famigerado “carnê Paulistão”, cujo dinheiro foi desviado em boa parte para se viabilizar a construção do Panetone Cor-de-rosa.Nessa época, também quem precisasse de um empréstimo bancário não saía do Banco Brasileiro de Descontos (hoje Bradesco) sem ser achacado por algum gerente que o fazia adquirir várias cotas do “Carnê Paulistão”.

E, novamente, continuar seria inútil. Porque podemos ouvir e ver a verdade na voz e nos gestos de Gardenal:

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os rastros

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Depois de assisitr esse vídeo, vale a referência: aqui vai uma informação retirada da página da própria torcida alienada. Façam as contas da quantidade de dinheiro público desviado:

O volume de concreto utilizado é equivalente à construção de 83 prédios de dez andares. Os 280 mil sacos de cimento usados, colocados lado a lado, cobririam a distância de São Paulo ao Rio de Janeiro.”

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Já em 1970, para tentar tirar a Madame da seca, o Governador Biônico da Ditadura Militar e presidente do SPFW sentava-se no banco de reservas das moças durante jogos decisivos, para poder intimidar o pessoal da arbitragem (nota: qualquer semelhança com a atitude de qualquer coronel de hoje, ali na linha de fundo, deve ser mera coicidência); na final contra a Ponte Preta, quando seu time perdia, o ditador desceu de helicóptero no meio do gramado e foi direto ao vestiário dos árbitros. E foi assim que conseguiram se livrar de uma fila de 13 anos, desfazendo a vantagem da Macaca em uma das finais mais absurdamente roubadas do futebol paulista, dentro da Bambineira, sob o olhar atento do chefe de governo.

[Aqui, em 06/12, faço um adendo] para inserir o texto veiculado esse ano pelo Correio Popular de Campinas, e agradeço ao vigilante amigo Ademir pelo envio:

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Em 1971, essa pressão surtiu efeito novamente. Não é mesmo, Armandinho?

Os que já leram Souvenirs de Madame podem pular o trecho em destaque:

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Os rastros

Os rastros: 1970 (o crime é contra a Ponte)

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Carlos Lacerda e Laudo Natel, o governador biônico e presidente do SPFW que se sentava no banco durante os jogos do seu time para poder controlar os árbitros


Você pode ler a entrevista edificante (cujo trecho reproduzirei) aqui, por completo. Para nossos leitores e amigos, deixo apenas um pedaço bem simbólico, representativo do fermento de alienação que faz inchar a massa leonor; trata-se de uma entrevista de Laudo Natel para o SPNet.

SPNet – No livro do ex-presidente Bastos Neto, ele conta que o Presidente Médici estava receoso de entrar no gramado e ser vaiado devido ao momento turbulento na política brasileira, mas o Sr. o encorajou dizendo que havia “dedicado uma vida para a construção desse estádio e esperava naquele 25 de janeiro esse reconhecimento”. O que aconteceu após a entrada do Sr. e do Presidente Médici em campo?

Laudo – Era a primeira visita do Médici a São Paulo (1970). E convidei primeiro o Costa e Silva, mas ele ficou doente e não pôde vir, até depois veio a falecer. Eu fiquei em dúvida em convidar o Médici, pois já havia convidado o Costa e Silva. Mas o convite é estendido ao Presidente da República, por isso o convidei. O Médici gostava de futebol, aliás ele era são-paulino aqui, acabou vindo. Mas, no dia da inauguração, com o campo lotado, a segurança do Presidente achou que ele não deveria entrar, talvez com receio de ser vaiado. Eu disse a ele: “Presidente, o senhor vai entrar comigo, pois se existe alguém que não pode ser vaiado hoje, esse alguém sou eu. Então, o senhor entra comigo”. Aí, ele aceitou e entrou. Na hora que ele entrou, foi uma ovação do público, deixando-o arrepiado. Tanto é que ele, que já gostava de vir a São Paulo, ficou freguês de vir pra cá. No período em que eu fui governador, ele veio umas vinte e tantas vezes. Mas, a entrada dele foi na inauguração do Morumbi.”

Torcida invejável, né?… Veja uma foto do dia da inauguração do Privadão, em meio à festa repleta dessa gente singela:

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Recordando: Laudo foi o presidente do SPFW nos anos mais negros da ditadura, indicado pelo então governador Adhemar de Barros. Era o laranja de confiança para o governador, que planejava desviar dinheiro público e fazer concessões ilegais de terreno para que seu clube (com histórico recorrente de falências e nenhum patrimônio) conseguisse ter um estádio. E o fez, logicamente, por intermédio de sua imobiliária.

E, também logicamente, o governador acabou sendo afastado por corrupção, em 1969.

Mas nessa época Adhemar já tinha feito Laudo Natel seu vice. Então o presidente do SPFW e diretor do Bradesco (instituição que mais enterrou dinheiro escuso na Bambineira) tornou-se também governador biônico de São Paulo – em um contexto onde seu time passava por uma seca de títulos, pois, enquanto erguia o anti-estádio, o clube não ergueu nenhuma taça.

Ao todo se juntaram 13 anos de fila e o time leonor chegava à decisão de um Paulista contra a Ponte Preta. E no seu estádio, recém-inaugurado pelo governador biônico, que já havia adotado o hábito de sentar-se no banco de reservas tricolor para intimidar a arbitragem.

Bons tempos da ditadura militar, auge da glória leonor, onde não era preciso sequer colocar um coronel na linha de fundo para intimidar uma bandeirinha.

Era preciso tirar o time mais querido dos barões da fila. Era preciso mostrar isso para a arbitragem, ostentando poder e aparato militar para que a coisa ficasse clara… então, naquela decisão em 70, Laudo Natel foi além e decidiu fazer uma entrada especial: com o estádio lotado, pousou de helicóptero no meio do gramado, cercado de seguranças, e foi direto para o vestiário de arbitragem “cumprimentar” o caga-regras escalado para o jogo, ninguém menos que Arnaldo César Coelho. Sim, o mesmo Arnaldo global que quer nos ensinar que “a regra é clara“.

Não há porque prolongar o texto nessa postagem. Veja o leitor e amigo e julgue por si só o pênalti anotado por Arnaldo contra a pobre Ponte Preta naquela partida, sob o olhar atento do chefe de governo.

Mais um capítulo essencial na história de Madame:

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Em 1981, quando Madame tomava o segundo chocolate do Botafogo pelas semi-finais do Brasileiro, em plena Gaiola das Loucas, a diretoria esperou o intervalo do jogo para mandar ao vestiário do árbitro Bráulio Zannoto três seguranças armados: Brandão, Maurinho e Chitão – que, curiosamente, eram seguranças da Macaca (e foram contratados só para esse serviço). Conta o árbitro que nada fez, além de ajudar Madame a virar o jogo, porque teve medo das consequências…

Para contar melhor esse episódio, novamente recorreremos ao nosso arquivo do “Souvenirs…”:

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1981 - A vitima é o Botafogo

Os rastros: 1981 - A vítima é o Botafogo

Semifinal do campeonato brasileiro de 1981, SPFW x Botafogo. No primeiro embate no Maracanã, o Bota saiu vencedor por 1 x 0: restava vir para São Paulo e segurar o empate, pois a vantagem era do time paulista em caso de uma vitória para cada lado. Mas Gérson, do Bota, abriria o placar em São Paulo, ainda no começo de jogo, espalhando um balde de água fria no entusiasmo leonor; e em um contra-ataque alvinegro, aos 19 minutos, Mendonça faria 2 x 0, após belíssimo lançamento de Perivaldo. Fatura encerrada?

Se fosse um time de futebol do outro lado, provavelmente sim. Mas se Madame precisa de 3 gols, vai conseguir 3 gols, não importa por quais vias: aos 45 minutos do 1º, após cruzamento na área, Chulapa esbarra nas costas de Gaúcho Coalhada e se atira no chão. Pênalti.

Talvez, não fosse Serginho o protagonista da cena, e o lance poderia até gerar dúvidas, pois Coalhada abriu os braços; mas ali não dava. Quem viu o Chulapa jogar (e lembra do seu “tamanhinho“) sabe que jamais ele seria deslocado daquela maneira, ao contrário, se pudesse fazer o gol, deslocaria quantos marcadores estivessem a sua volta… Mas é pênalti, Chulapa cobra e é gol. O goleiro tenta pegar a bola para retardar o reiníco do jogo; aí Serginho, o frágil, atira o goleiro Paulo Sérgio no chão somente com uma bundada. Reclamação da defesa do Bota, mas o juizão ignora o choro carioca e termina o primeiro tempo.

A senha estava dada: o juíz era covarde, caseiro no mínimo – e então Madame parte para o segundo ato, escrevendo um dos capítulos mais vergonhosos da história do calcio nacional: Assim que Bráulio Zanotto entra no vestiário dos árbitros, percebe a presença de 3 seguranças armados (Brandão, Maurinho e Chitão), todos contratados da Ponte Preta para fazer aquele trabalho esporádico e sujo. Um bandeirinha consegue fugir do vestiário, o outro não.

Alegando que Bráulio estaria “prejudicando” o SPFW, os três desferiram murros em Zannoto, intercalados com chutes no seu tornozelo; um bandeira também apanhou bastante, mas nenhum dos dois teve coragem de parar o jogo ali: voltaram a campo e Ela fez o que quis no segundo tempo, até chegar ao terceiro gol.

Com Zannoto mancando visivelmente.

E, quando fizeram o 3º gol, no placar eletrônico da Bambineira começou a aparecer os horários da ponte aérea para o Rio, mandando o Botafogo para casa. Entre os horários dos vôos, o placar “mandava seu recado”: “Fogão, Fogo, Foguinho, Fumaça, Cinza“.

1981, tempo da ditadura, ainda. Madame já tinha a caneta, escrevia o que queria e ninguém reclamava. Áureos tempos leonores, onde não era preciso sequer manipular procuradores fora de campo.

Anos mais tarde, Bráulio Zannoto contaria em detalhes o ocorrido, dizendo-se arrependido por não ter sequer relatado o que aconteceu na súmula do jogo, pois havia sido ameaçado. O vídeo que você vai ver abaixo é um especial feito pela SporTV com Éverton, herói das meninas naquele embate. Repare em alguns detalhes no vídeo:

1) Veja o desconforto de Éverton ao ser questionado se algum fator no vestiário deu ânimo ao SPFW para virar o jogo; o repórter pergunta claramente a respeito do pré-jogo (já que o Bota ganhara a primeira), e ele responde que, com união, “revertemos uma situação praticamente impossível“. Ou seja, ele responde pensando que o repórter o argüia a respeito dos fatos ocorridos no intervalo.

2) Repare como ele comenta, sem graça, o gol de pênalti anotado por Bráulio. Ele diz “mesmo que foi de pênalti, né?” como quem diz “mesmo com um pênalti daquele…”; note também quanto tempo o narrador e o repórter demoram para acreditar que o juizão realmente havia marcado aquilo.

3) Após o 3º gol, na comemoração, veja que pelo menos dois diretores/conselheiros/seguranças ou sei lá o quê, simplesmente invadem o gramado e se atiram no chão com Éverton para comemorar o feito, na cara do bandeira, que fica atônito e não adverte ninguém (um deles está de calça social marrom e camisa clara, de mangas compridas).

E, finalmente, veja se você daria pênalti naquele lance.

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Poderia continuar até amanhã, destrinchando ano a ano a calhordice dessa gente; Falta o episódio da contraprova de Mário Sérgio, em 1984; tem o Aragão operando o Guarani em 1986; tem o rebaixamento de 1990 que a FPF conseguiu transformar em título paulista em 1991; tem Madame com crise de TPM em 1994, esburacando seu próprio gramado para impedir Palmeiras x Corinthians de realizarem o jogo do título em sua casa…

Mas creio que vocês que me lêem, em sua maioria, têm idade suficiente para não se lembrarem de uma glória ou um título os quais Madame ostenta, que tenha sido ganho na bola, sem a influência sombria da mão que a gente não vê.

De todo modo, deixo abaixo algumas referências importantes sobre caráter Dela, que é preciso consultar para entender porque os “Parmeristas” históricos sempre fizeram questão de nos revelar quem é o verdadeiro inimigo; e inimigo é para ser destruído, não perdoado.

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A verdadeira história do time do Morumbi“, por Marcelo Nacle

Os verdadeiros bandidos“, por Barneschi

Como se fabrica um campeão“, pelo blog Parmerista

A campanha suja de Madame“, por este Cruz

Morumbi, Não!“, pelo blog homônimo

Pra não dizer que não falei dos erros“, por Secondo Tucci

Souvenirs de Madame, por este Cruz

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Este post foi patrocinado pela S4M5UN6

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REPUBLIQUE-SE:

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Escolhi essa foto de Telê Santana  porque nela ele aparece com um agasalho digno, honrado, ao contrário do que nos acostumamos a guardar na memória.

Telê foi contratado (pela última vez) para ser treinador do Palmeiras em janeiro de 1997, quando o manager Luxerley Wanderburgo se despediu de novo do Palestra, assumindo o time do Santos. Porém, por conta de dois AVCs em um curto espaço de tempo, Telê não pôde jamais se sentar no banco de reservas para orientar a Academia.

E por ter aceitado o desafio de ser técnico Alviverde, Telê foi desprezado pelo time oportunista, o mesmo que o usou até o último fôlego; como não era mais útil (e ainda aceitara emprego do inimigo), jamais foi devidamente homenageado em vida pelo clube que tirou do ostracismo e do papel de eterno coadjuvante; pelo contrário, foi o Palmeiras quem bancou os custos do tratamento do técnico, mesmo quando já havia ficado claro que ele não teria mais condições de assumir qualquer equipe; e foi do Palmeiras que Telê recebeu toda a atenção e preocupação que um ídolo merece.

Ninguém, daquela diretoria sórdida, jamais apareceu na casa do treinador, em Minas, para saber se ele estava bem, ou se precisava de algo: um homem doente, na curva da vida, não combina com a imagem de prostituta radiante que o time da ditadura tentava vender, já há 12 anos atrás.

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Em 1974, o ex-jogador Leônidas da Silva se vê forçado a interromper sua gloriosa e premiada carreira de radialista: o ‘Diamante Negro’ começava a ficar limitado pelo mal de Alzheimer, e não mais podia seguir adiante.

O natural seria, então, esperar pela gratidão do clube que Leônidas colocou na história, quando inventou um lance mágico e eternizou uma imagem explorada até hoje pela casa de tolerância de Vila Sônia. E qual foi o futuro de Leônidas, daí em diante?…

Eu lhes digo: 30 anos vivendo em um asilo, tendo por companhia apenas a fiel e incansável segunda esposa, Albertina Santos.

A verdade é que, após a aposentadoria nos gramados, Leônidas chegou a ser diretor da Boutique, em 1951: e decidiu trocar o posto ornamental por uma nova carreira (o desafio de ser comentarista de rádio), onde foi igualmente único – e ganhou sete troféus Roquette Pinto pela contundência que opinava nas ondas médias do rádio. Tal escolha, no entanto, custou caro a Leônidas: custou-lhe esquecimento ao invés de reconhecimento; custou-lhe uma vida apertada até o dia de sua morte, custou-lhe ser vítima do ranço daquela sub-raça, que nunca soube perder.

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E tudo que você leu acima foi para chegar no seguinte: Pedro Rocha está mal, está doente e está pobre. O craque que ajudou Madame a conquistar 2 títulos paulistas e seu primeiro nacional-ilegítimo enfrenta, inclusive, um sério quadro de depressão, como você pode ver aqui. Pedro Rocha confessou, há pouco tempo atrás, que perdeu a alegria de viver – efeito do ostracismo em que se encontra.

E o que fez a cafetina, então? Procurou Pedro Rocha? Ofereceu-lhe apoio psicológico, moral ou financeiro? Claro que não, Pedro Rocha não é mais ‘útil’ agora, então por que ajudá-lo?

Ao invés disso, na mesma semana, Ela foi procurar um ídolo vivo, gigante e eterno. Mesmo que tal ídolo jamais tenha defendido as cores nazistas – pouco importa: Ademir ainda tem evidência, ligações políticas, espaço na mídia, tudo que uma prostituta dessa laia preza.

E, vendo por esse ângulo, a humilhação do começo da semana se inverte: porque deixam morrer à míngua quem construiu sua própria história, enquanto escalam um homúnculo bizarro para chupar o pau de um camisa 10 do Palestra.

E faz questão de sair bonito na foto, o tal anão de circo, como quem diz: “olha só, mamãe:  olha como eu vendo minha camisa fácil, fácil”.

Cuidado, Urtigão. Cuidado, borboletinha… vocês são ídolos falsos de um time sem história, sem raça e sem caráter. Rodem a página para cima e leiam seu próprio futuro.

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Essa vem do Valor Econômico:

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Os dados,  que se referem ao ano de 2008, ainda apontam o rivale como segundo colocado como marca rentável, atingindo a cifra de R$ 2,694 bilhões em mídia espontânea.

Isso significa que o time do marquetíngue, ou da ‘mídia forçada’, vai ter que descer o chicote em seus servos espalhados pelas redações de sampa: nem o tri-hexa-bambi foi capaz de levantar o pau do defunto do Privadão.

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O Privadão inóspito contará, a partir de hoje, com mais um fantasma ilustre na sua imensa fileira de não-pagantes invisíveis nas arquibancadas:

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Corpo de Clodovil é velado na Assembléia Legislativa de SP. Foto: CS

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P.S.: Peço uma vez mais atenção para este post.

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Nota do Cruz: desculpem, mas é necessário; mais tarde voltaremos a falar de campeonato Paulista e de times grandes.

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Há gente que, por conta da vida dura que teve, seja essa fruto do ambiente parco em que cresceu ou ainda por causa da pouca inteligência (consequência de gerações e gerações que vingaram em meio à subnutrição cultural) que não têm capacidade para interpretar um texto.

Quando isso acontece, esses coitados respondem e ameaçam um pensamento alheio pautados no complexo de inferioridade que faz parte de sua cultura pessoal. Portanto, faz-se necessário mais um post-esclarecimento dirigido aos imbecis de plantão, mais especificamente àqueles que têm banda larga e neurônios ínfimos:

em nenhum momento critiquei o Sport Recife por ser nordestino, naquele polêmico texto; aliás, na minha cabeça, nordestino não é um termo pejorativo, muito pelo contrário… Já disse aqui mais de uma vez que, na minha opinião, o Brasil seria bem melhor se Sul e Sudeste não existissem…

O fato é que ser chamado de nordestino é coisa que só ofende os simpatizante do time das putinhas, porque eles se acham melhores que o Nordeste todo: afinal, ‘ah, é Pernambuco’. E, lá em Pernambuco, eles se acham distintos dos verdadeiros clubes do povo. Portanto, eles se acham melhores que todo o Nordeste.

E chamei-os de putinhas (notem bem, usei o diminutivo do termo chulo) porque são time pequeno, se vendem fácil para ideologias descabidas de ‘modernidade’ e administração ‘diferenciada’ disseminadas por um certo time escroto do ‘sul-maravilha’. Repetem suas acusações contra nós, feito papagaios-de pirata. E saem de esquina em esquina espalhando boatos e suspeitas de conspiração, fofocam de rua em rua enquanto mostram a bunda, se achando lindas. São putinhas.

E o time é do Nordeste, como poderia ser do Centro-Oeste.

Mas gente burra é gente burra, fazer o quê com cabecinhas desse tipo? Não posso responder a quem não me entende, por isso quero reproduzir aqui um comentário de um torcedor do Santa Cruz, feito dentro do polêmico post. É perfeito e resume tudo que quero dizer sobre esse timeco nojento.

Leiam isso com atenção:

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SANTA CRUZ
Sou de Recife e sou torcedor do SANTA CRUZ.

Vocês sabem como o Sport conseguiu essa “HEGEMONIA” no estado de Pernambuco? Vou lhes responder:

BASTIDORES!

Explico: Ao contrário do que eles gostam de parecer ser (defensores do nordeste, de pernambuco, etc) na verdade, foram deles o voto que VETOU a entrada do Santa Cruz no clube dos 13. (único voto, exigi-se unanimidade).

Dessa forma, recebendo aproximadamente 15 milhões por ano (muito dinheiro para a realidade local), enquanto o Santa Cruz recebe ZERO, fica fácil, MAS MESMO ASSIM NÃO CONSEGUEM VENCER UM CLÁSSICO (última vitória deles foi em 2006). A camisa PESA!

Afora isso, tentam o tempo todo reforçar o time com jogadores do SANTA CRUZ. Todo jogador que se destaca no SANTA CRUZ eles tentam contratar. (cléber, osmar, andrade, junior maranhao, rosembrick, carlinhos bala, thiago matias.. etc etc)

ESSE JOGUINHO DE BASTIDORES FAZEM VOCES LEMBRAREM DE ALGUM TIME? eu lembro, os bambis.

OUTRO DETALHE: Sport aqui é time de MODA. Sua torcida é arrogante, chata, porém não chega aos pés da torcida do SANTA CRUZ quando o assunto é SER FANÁTICO. Voces lembram de algum time? Eu lembro dos bambis.

O Presidente da Federação Pernambucana de Futebol é torcedor fanático das putinhas, e é um mal carater. Jogo sujo nos bastidores é com eles mesmo. Voces lembram de algum time? Eu lembro dos bambis.

O sport, ou melhor “a coisa” (como é conhecido na cidade) é um time de PUTA.

Saudações Corais, do maior clube de Pernambuco.

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Agora entendam como nasceu a revolta do blogueiro que vos escreve, conferindo dois textos que saíram na grande mídia (ambos são pautas geradas pela diretoria do time pequeno):

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do blogue do Cosme Rímoli:

Sport Recife e Palmeiras já estão em pé de guerra.

E o primeiro golpe foi pernambucano.

Pelo menos na sede da Conmebol.

Chegou na entidade sul-americana o ofício enviado pela equipe nordestina exigindo um árbitro estrangeiro para a partida do dia 8 de março.

Como prometia a diretoria do Sport, a alegação foi forte, uma acusação.

A de que o técnico Vanderlei Luxemburgo contrata importantes juízes brasileiros para palestras bem pagas no seu instituto de futebol.

De acordo com os pernambucanos, o técnico banca de R$ 4 mil a R$ 5 mil por palestras no IWL.

E que isso colocaria sob suspeita toda a arbitragem nacional.

O Palmeiras se defende alegando que as palestras foram dadas apenas por alguns árbitros e que não se pode punir todos.

No clube paulista se acredita que a diretoria do Sport quer um juiz não brasileiro por, teoricamente, permitir uma partida mais pegada, com mais faltas duras.

Essa seria uma vantagem para o time de Nelsinho Baptista, mais experiente e menos técnico que o Palmeiras.

A situação que já estava tensa, ficou pior com a vitória de ontem do Colo Colo diante da LDU.

As chances palmeirenses de classificação diminuíram.

Vencer em Pernambuco virou mais do que obrigação.

Os dirigentes nordestinos estão esperançosos.

Lembram que os dirigentes gremistas brigaram pela mesma coisa em 2007 contra o Santos, na época, dirigido pelo mesmo Luxemburgo.

E que eles conseguiram escalar o paraguaio Carlos Torres.

O time gaúcho passou pelos santistas e chegou à final da Libertadores.

Mesmo que seja designado um juiz brasileiro, o Sport Recife já é considerado vencedor nos bastidores.

A pressão sobre ele seria enorme para provar que o alto cache das palestras no IWL não o interessam.

A desconfiança já está no ar.

(Em tempo. O assessor de imprensa e do treinador Vanderlei Luxemburgo, Luís Lombardi se manifestou. Ao ler o post, ele telefonou e fez o seu depoimento.

“No instituto, os convidados não recebem dinheiro algum. O instituto não serve para fazer lobby. Só levamos ex-árbitros, não árbitros. O que está sendo divulgado em Pernambuco não é verdade. Faz parte dos bastidores da Libertadores.”)

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E tem mais esse aqui, que beira o ridículo, de tanta desinformação que oferece:

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O Futebol Pernambucano por Carlos Delamare

Mar/10/2009 – 14:08:52

ATÊNÇÃO (sic) TORCEDOR DO SPORT: LUXEMBURGO PODE QUERER GANHAR ESTA PARTIDA NO “TAPETÃO”.

ENTENDA AGORA.

WANDERLEY PODE ESTÁ PRECISANDO DE ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO.

Ele se preparou a vida inteira para ser, um técnico de ponta, ser um campeão mundial pela seleção,ou ser campeão de uma libertadores por exemplo com um clube nacional ou não, um campeão Europeu, e nunca conseguiu um título de expressão como estes citados. portanto, esses fracassos, fizeram dele um ser altamente desequilibrado emocionalmente.uma frustação interna. e o que se vê em toda partidas é isso, um ser ignorante, revoltado,soltando o verbo contra tosos. Sempre vemos essa imagem acima. E essa imagem, nao denota um comportamento normal!

Assim, a julgar pelos últimos resultados do palmeiras, não podemos esperar outra atitude do técnico palmeirense, se não a manipulação de resultados.

Todo mundo sabe que o técnico alvi-verde, está com a corda no pescoço, além disto, há outros motivos que nos fazem acreditar em possível jogo sujo para esta partida, são eles:

O técnico palmeirense, jamais venceu o sport em toda sua carreira.

O palmeiras fez altos investimentos, e necessita urgentemente de resultados, não estão conseguindo em campo, tentarão extra campo.

Vanderlei Luxemburgo tem acesso a todo quadro de arbitragem do país. Por isso é preciso a mobilização de todo torcedor rubro negro pernambucano para esta partida crucial nos objetivos do sport.

Sinal de alerta aceso! Luxemburgo poderá usar de qualquer artifício para conseguir a vitória na ilha, porque dentro de campo todos já sabem que o sport é infinitamente superior.

Em São Paulo mesmo, o palmeira é tido como time mediano, que apenas figura na competicão local para fazer numero. todo Brasil sabe que quem domina tudo lá, é o Sao Paulo, depois vem corinthians, santos, portuguesa, e aí depois se não me falha a memória aparece o palmeiras.

moral da história, sempre foi saco de pancada paulista.

esse time tem condições de ganahr (sic) do sport?

alias, ter tem, extra campo claro!!!

O alerta foi dado.

(…)

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Ou seja, é com essa gentinha com complexo de empregada doméstica é que estamos lidando: e quem fala o que quer, corre o risco de escutar o que não gosta (ou aquilo que não tem capacidade intelectual para interpretar).

Dito tudo isso, gostaria de afirmar ainda uma vez mais:

O Sport Recife é time de puta. E seus simpatizantes (notem que não disse ‘torcedores’) são as putinhas do Nordeste.

E se alguém tem direito de se sentir discriminado pelo referido post, esse alguém são as putas de verdade, aquelas que pegam no batente toda noite. A elas, deixo minhas desculpas por não ter encontrado um termo que definisse melhor um timinho que se vende tão fácil…

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Recomendo a leitura do texto de Barneschi, para encerrar a celeuma.

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Sim, é o mesmo título polêmico já utilizado aqui – e para definir a mesma escória, ou o mesmo time pequeno, se preferirem. Se alguém não gostou por achar que estou sendo preconceituoso, sinto muito: em primeiro lugar, a eterna macaquinha-de-auditório de Madame se baseia no Recife, PE, cidade nordestina.

E mais: alguém que mostra a bunda e assente para aquele que tem dinheiro, só porque tem dinheiro (assim como time-lixo age em relação ao SPFW e sua ideologia) e sai espalhando leviandades de esquina em esquina, não pode ter melhor definição que essa: puta.

Digo, repito e insisto: O Spor Recife é time de puta.

E seus simpatizantes são as putinhas do Nordeste.

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do blogue do Cosme Rímoli:

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Sport Recife e Palmeiras já estão em pé de guerra.

E o primeiro golpe foi pernambucano.

Pelo menos na sede da Conmebol.

Chegou na entidade sul-americana o ofício enviado pela equipe nordestina exigindo um árbitro estrangeiro para a partida do dia 8 de março.

Como prometia a diretoria do Sport, a alegação foi forte, uma acusação.

A de que o técnico Vanderlei Luxemburgo contrata importantes juízes brasileiros para palestras bem pagas no seu instituto de futebol.

De acordo com os pernambucanos, o técnico banca de R$ 4 mil a R$ 5 mil por palestras no IWL.

E que isso colocaria sob suspeita toda a arbitragem nacional.

O Palmeiras se defende alegando que as palestras foram dadas apenas por alguns árbitros e que não se pode punir todos.

No clube paulista se acredita que a diretoria do Sport quer um juiz não brasileiro por, teoricamente, permitir uma partida mais pegada, com mais faltas duras.

Essa seria uma vantagem para o time de Nelsinho Baptista, mais experiente e menos técnico que o Palmeiras.

A situação que já estava tensa, ficou pior com a vitória de ontem do Colo Colo diante da LDU.

As chances palmeirenses de classificação diminuíram.

Vencer em Pernambuco virou mais do que obrigação.

Os dirigentes nordestinos estão esperançosos.

Lembram que os dirigentes gremistas brigaram pela mesma coisa em 2007 contra o Santos, na época, dirigido pelo mesmo Luxemburgo.

E que eles conseguiram escalar o paraguaio Carlos Torres.

O time gaúcho passou pelos santistas e chegou à final da Libertadores.

Mesmo que seja designado um juiz brasileiro, o Sport Recife já é considerado vencedor nos bastidores.

A pressão sobre ele seria enorme para provar que o alto cache das palestras no IWL não o interessam.

A desconfiança já está no ar.

(Em tempo. O assessor de imprensa e do treinador Vanderlei Luxemburgo, Luís Lombardi se manifestou. Ao ler o post, ele telefonou e fez o seu depoimento.

“No instituto, os convidados não recebem dinheiro algum. O instituto não serve para fazer lobby. Só levamos ex-árbitros, não árbitros. O que está sendo divulgado em Pernambuco não é verdade. Faz parte dos bastidores da Libertadores.”)

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