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Posts Tagged ‘Santos’

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REPUBLIQUE-SE:

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Escolhi essa foto de Telê Santana  porque nela ele aparece com um agasalho digno, honrado, ao contrário do que nos acostumamos a guardar na memória.

Telê foi contratado (pela última vez) para ser treinador do Palmeiras em janeiro de 1997, quando o manager Luxerley Wanderburgo se despediu de novo do Palestra, assumindo o time do Santos. Porém, por conta de dois AVCs em um curto espaço de tempo, Telê não pôde jamais se sentar no banco de reservas para orientar a Academia.

E por ter aceitado o desafio de ser técnico Alviverde, Telê foi desprezado pelo time oportunista, o mesmo que o usou até o último fôlego; como não era mais útil (e ainda aceitara emprego do inimigo), jamais foi devidamente homenageado em vida pelo clube que tirou do ostracismo e do papel de eterno coadjuvante; pelo contrário, foi o Palmeiras quem bancou os custos do tratamento do técnico, mesmo quando já havia ficado claro que ele não teria mais condições de assumir qualquer equipe; e foi do Palmeiras que Telê recebeu toda a atenção e preocupação que um ídolo merece.

Ninguém, daquela diretoria sórdida, jamais apareceu na casa do treinador, em Minas, para saber se ele estava bem, ou se precisava de algo: um homem doente, na curva da vida, não combina com a imagem de prostituta radiante que o time da ditadura tentava vender, já há 12 anos atrás.

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Em 1974, o ex-jogador Leônidas da Silva se vê forçado a interromper sua gloriosa e premiada carreira de radialista: o ‘Diamante Negro’ começava a ficar limitado pelo mal de Alzheimer, e não mais podia seguir adiante.

O natural seria, então, esperar pela gratidão do clube que Leônidas colocou na história, quando inventou um lance mágico e eternizou uma imagem explorada até hoje pela casa de tolerância de Vila Sônia. E qual foi o futuro de Leônidas, daí em diante?…

Eu lhes digo: 30 anos vivendo em um asilo, tendo por companhia apenas a fiel e incansável segunda esposa, Albertina Santos.

A verdade é que, após a aposentadoria nos gramados, Leônidas chegou a ser diretor da Boutique, em 1951: e decidiu trocar o posto ornamental por uma nova carreira (o desafio de ser comentarista de rádio), onde foi igualmente único – e ganhou sete troféus Roquette Pinto pela contundência que opinava nas ondas médias do rádio. Tal escolha, no entanto, custou caro a Leônidas: custou-lhe esquecimento ao invés de reconhecimento; custou-lhe uma vida apertada até o dia de sua morte, custou-lhe ser vítima do ranço daquela sub-raça, que nunca soube perder.

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E tudo que você leu acima foi para chegar no seguinte: Pedro Rocha está mal, está doente e está pobre. O craque que ajudou Madame a conquistar 2 títulos paulistas e seu primeiro nacional-ilegítimo enfrenta, inclusive, um sério quadro de depressão, como você pode ver aqui. Pedro Rocha confessou, há pouco tempo atrás, que perdeu a alegria de viver – efeito do ostracismo em que se encontra.

E o que fez a cafetina, então? Procurou Pedro Rocha? Ofereceu-lhe apoio psicológico, moral ou financeiro? Claro que não, Pedro Rocha não é mais ‘útil’ agora, então por que ajudá-lo?

Ao invés disso, na mesma semana, Ela foi procurar um ídolo vivo, gigante e eterno. Mesmo que tal ídolo jamais tenha defendido as cores nazistas – pouco importa: Ademir ainda tem evidência, ligações políticas, espaço na mídia, tudo que uma prostituta dessa laia preza.

E, vendo por esse ângulo, a humilhação do começo da semana se inverte: porque deixam morrer à míngua quem construiu sua própria história, enquanto escalam um homúnculo bizarro para chupar o pau de um camisa 10 do Palestra.

E faz questão de sair bonito na foto, o tal anão de circo, como quem diz: “olha só, mamãe:  olha como eu vendo minha camisa fácil, fácil”.

Cuidado, Urtigão. Cuidado, borboletinha… vocês são ídolos falsos de um time sem história, sem raça e sem caráter. Rodem a página para cima e leiam seu próprio futuro.

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Seguindo em frente, pois, com algumas notinhas colhidas pela rede – só para esquentar os tamborins.

* O Al-Ain perdeu por 2 a 1 para o Al-Nasr e ficou 7 pontos atrás do líder, causando a revolta geral da torcida: eles acham que o time é totalmente dependente de Valdívia (que ficou 2 semanas lesionado e voltou sem jogar bem), e que é melhor vendê-lo do que assistir o resto do time fazendo corpo-mole, esperando el Mago resolver…

** Dia 28 teremos de ir ao puteiro obsoleto sem Pablo Armero: o lateral colombiano foi convocado para atuar em sua seleção contra Bolívia e Venezuela (28 e 31 de março), por jogos válidos pelas eliminatórias da Copa.

* Ontem parabenizei os que conseguiram chegar ao Palestra Italia para apoiar o Verdão contra o Norusca: a chuva deixou o trânsito inviável em sampa, e foi um ato de abnegação total enfrentar a selva urbana e a queda de temperatura para comparecer na arquibancada. O que eu não sabia é que até o Verdão ficou sem ônibus, e o time todo teve de chegar ao Palestra de táxi: segundo informações oficiais, ao menos 10 ‘Jarbas’ foram acionados para driblar os congestionamentos e entregar o time em Casa a tempo da batalha.

* Palmeiras, Santos, Cruzeiro, Botafogo, Fluminense e Bahia têm compromisso com a história no dia 24. Leiam aqui.

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Não sei bem o que Kléber Pereira andou fumando ontem, depois do treino dos lambaris, para me vir com essa. Mas o bagulho deve ser bom…

De qualquer maneira, é uma boa oportunidade para o Palmeiras ficar quietinho e responder em campo. Eu havia deixado aqui meu palpite para o jogo (5×1), mas confesso agora que torço para uma goleada clássica pra cima deles: 3 x 0.

Não é difícil… Até porque o Santos, afinal de contas, não passa de uma Xuxa: montou em cima do Pelé e vive disso até hoje…

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Parpites? O meu é 5 x 1!

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As fotos são da globo.com, e acolaboração vem mais uma vez do nosso amigo Carlos Roberto, que anda impossível hoje!

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Botafogo

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Bragantino

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Rivales

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Guara

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Guarani

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Ituano

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Marilia

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Mirassol

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Mogi-mirim

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Oeste

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Bicampeãs

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Paulista

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Ponte Preta

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Lusa

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Santo André

Santo André

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Lambaretes

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São Caetano

São Caetano

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Gente, lendo esse texto DUCA!… escrito por Barneschi, peço a licença de entrar na onda, mesmo que seja repetindo em dois dias um texto do nosso arquivo:

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O time mais comum do mundo!…

Não é uma ironia? Tantos anos de empenho financeiro para firmar seu time na imagem do torcedor como uma agremiação ideal, “diferenciada”, ao mesmo passo em que ostenta as características mais banais entre todos aqueles que escreveram a filosofia da bola?

No Chile, temos o Universidad Catolica; no México, é o América. Há o Independiente, na Argentina, como o Real Madrid, na Espanha. Ou o Chelsea, britânico, hoje nas mãos de Felipão. E pela Rússia afora, como nas Arábias…

É aquele time que, em qualquer lugar do Globo, ninguém leva muito a sério. A garotada manja: é o riquinho da rua, que não sabe jogar bola, mas tem dinheiro para comprá-la: papai provém. Então a gente deixa entrar na roda, finge que respeita, mas no fundo todos sabem: trata-se de um bosta que não tem a menor intimidade com a brincadeira. Sempre que perder a bola, vai gritar, chorando, pedindo falta. E os moleques se entreolham, e pensam: “bom, a bola é dele…”.

É assim que essa gente sobrevive. Eles precisam se fazer de vítimas, para ganhar notoriedade e respeito. No Brasil, esse time genérico adota o nome de São Paulo Futebol Clube. Time de merda, como os de seus “co-irmãos”. Um pouco mais sujo, pois se aproveitou da ditadura militar para poder erguer seu patrimônio e angariar os títulos que não conseguia. Não adiantou nada. Porque ninguém mais respeita.

Todo mundo sabe que é puta: é pegar o que quer ali, e depois voltar para casa.

Quando cresce, o garoto meia-foda, enjeitado pelos amigos, é o primeiro a se dar bem: papai paga um curso de fachada e ele já começa de gerente. Mandando naquela gentalha que torce para os outros times… E aí ele pode destilar sua vingança.

STJD, FPF, GLOBO, FSP, LANCE, MP, PQP…. se apoiam em qualquer lixo que possam comprar para afirmar sua existência.

Mas nós (Palmeirenses, lusitanos, corinthianos e peixeiros) faremos tudo para que o riquinho não nos leve embora a bola, que nos deixe brincar.

E assim eles sobrevivem!

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1) O Parmera:

Em 1947, era dado como certo o primeiro tricampeonato da triste história leonoresca. Seria o terceiro título paulista em três anos, mas o Verdão entrou em campo para rasgar as vestes da meretriz, aplicando-lhe um 4 x 3 e desmanchando seus sonhos.

Campeã paulista de 48 e 49, Madame chegava ao ano santo de 1950 novamente embalada e favorita ao título; mas teria de enfrentar e bater os Homens de Verde para conquistar a glória inédita do tricampeonato, e aí não deu… Em uma partida no Pacaembu que entrou para a História como “o Jogo da Lama” (devido à emoção da peleja e à forte chuva que esmerdeou o gramado, não graças a mais uma falcatrua do emo-clube), o Alviverde conquistaria seu segundo título do ano (conquistaria mais três, fechando as Cinco Coroas do ano santo).

Já na década de 70, Madame fez tudo direitinho: tinha um ditador de presidente, árbitros que eram coniventes com o poder público, por bem ou por mal, e ainda conseguiu transferir todos seus jogos importantes para o Privadão, que fica ali na chácara da esposa de Adhemar de Barros. E assim sagrou-se bicampeã paulista, nos anos de 70 e 71. E, em 1972, o clube bem-amado fazia uma campanha impecável, e chegou ao final do certame invicto: agora vinha o tri?

Bom, acontece que participava daquela disputa uma certa Academia, que estava tinindo, e que havia anotado uma campanha ainda mais irretocável. Na hora do “vamo vê”, sobraram os dois, invictos, e os Homens de Verde jogavam pelo empate. E foi com um clássico 0 x 0 que o Palestra novamente frearia os anseios da grande cortesã, sagrando-se campeão paulista.

Pulamos para a década de 90 quando, sob a liderança de um bonequinho de marquetíngue que vendia Danete, Madame obteve êxito em 91 e 92, abocanhando mais um bi Paulista. 1993 chegava com a promessa de levar para o Jd. Leonor a primeira honra de um tricampeonato. Nesse ano, porém, as meninas sucumbiriam diante do nosso rival nas semi-finais. Mas, por um capricho histórico, no ano onde novamente o tri não viria, o Palmeiras se sagraria campeão.

Quatro vezes. No cu dela.

Aí vieram as obsessões que a nossa geração já conhece: Madame bate o pé e afirma ser tricampeã mundial, mesmo a Fifa desautorizando, mesmo que ela compute nessa soma dois jogos na neve do Japão, às 9:00 da manhã, contra times mistos da Europa em pré-temporada. Em um deles, ganhou contra o Milan, que nem campeão europeu havia sido – estava lá somente para tapar o buraco do Olympique, pois o time francês acabara de ser banido de competições internacionais justamente por se comportar nos bastidores de uma maneira à la SPFW.

Ganharam, sim, três Leonores de América. Mas não foi na sequência e foi daquele jeitinho que já nos cansamos de mostrar, eliminando à fórceps seus concorrentes indesejáveis, como o Palestra, mais recentemente, por exemplo. Um torneio que nunca mereceu destaque algum na grande mídia, até que o mais querido conquistasse o primeiro triunfo.

Porque aqui, entre os nossos, onde o futebol é escrito com F maiúsculo e onde todos desprezam essa corja imunda, não conseguiram nenhum tri, não: sempre apareceu o Palestra Itália para restabelecer a ordem das coisas, sempre que foi necessário.

Por isso fiquei feliz domingo à noite, quando olhei a tabela. Agora sei que seremos campeões.

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2) A Putana:

*Se você passou hoje pelo blogue no Palhaço Juquinha, já deve ter visto essa: o chupa-ovo deixou um post maldoso ali, tirando sarro da condição etílica de Rubens Barrichello na festa que sucedeu aquela veadagem de F1. Sim, o P.J., o mesmo garoto de recados que teve de ligar para o resgate e precaver os paramédicos para que comparecessem com litros de glicose à sede da ESPN, após entrevista com J.J. Scotch Whiskey. Mas, sobre isso, você não vai ler uma linha lá.

*Palavras de José Roberto Wright, que, não por acaso, faz um biquinho nas páginas do Boletim de Madame: “Não acho que haja dolo ou complô por parte da Comissão Nacional de Arbitragem ou dos mesmos. A maior besteira que escuto seguidamente é que os apitadores querem ajudar os clubes de São Paulo. Quanta bobagem!

Também acho, Wright. Afinal, o único time de sampa na disputa é o Verdão, que tem sido seguidamente prejudicado. Santos e Lusa estão se afogando, o rivale nem está entre nós e aquele time genérico (por todo canto do mundo há um time de elite, que joga sujo e que todos rejeitam) poderia ter surgido em qualquer lugar onde as liberdades individuais de um povo fossem suprimidas.

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3) O cabeçudinho:

É tanta falta de cultura que nem sei se vale a pena responder a esse parasita sem talento. Diria que o comentário da leitora Mi é mais que suficiente para reduzir à insignificância o caráter do filho do camelô midiático. Mas vou deixar aqui pequenas considerações; assim, da próxima vez que ele for tentar ser mal-educado com um torcedor que lhe apresenta argumentos, pelo menos não vai passar o vexame de se mostrar um ignorante que só está onde está porque o papai tem dinheiro.

* Em primeiro lugar, se fosse realmente preciso, pegaríamos em armas, sim. Nossos antepassados fizeram isso para defender os constitucionalistas de 32, pelo simples fato de que queriam ser vistos como brasileiros, queriam ser aceitos pelo próprio povo… Entre outras coisas, não queriam ver um verme sem cultura e sem história como você vir vomitar esse tipo de merda 80 anos depois.

* Outra coisa, orlandinho: a Academia foi prejudicada, e muito. O time da ditadura militar, aquele para o qual papai te ensinou a torcer porque “é uma grande moleza”, garfou o título de 71 quando o sr. Armando Marques anulou gol legítimo de Leivinha, com medo do governador biônico que estava sentado no banco de reservas e era presidente da Boutique. Nem isso você sabe, marginal…

Vai estudar, vagabundo!

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O Gladiador, suspenso da batalha do Parque Antárctica, comemora primeiro gol Alviverde. Danilo Verpa/Folha Imagem

O Gladiador, suspenso da batalha do Parque Antárctica, comemora primeiro gol Alviverde. Danilo Verpa/Folha Imagem

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1) O Parmera:

Já narrei o fato em alguma postagem anterior, e me repito agora: em 1984 o futebol vivenciou uma barbárie no Brasil; uma decisão jurídica sui generis marcaria o Campeonato Paulista daquele ano e marcaria nosso calcio. Porque tratou-se de uma aberração, não um precedente. Mário Sérgio (o Rei do Gatilho, o técnico que nos ajudou hoje no Olímpico) foi o protagonista.

O Verdão, que havia começado com Mário Travaglini uma bela campanha, já emplacara 7 vitórias seguidas. Era apontado como favorito ao título, que encerraria um jejum de 8 anos. Faltava, porém, enfrentar aquela que nos perseguia pela vida – Madame. E ganhar significava afastar quem nos perseguia na tabela, o Rivale.

Na bola, 2 x 1 Verdão. E o jogo encerrou-se em um dos maiores quebra-paus entre jogadores que o país já havia visto. Na época, quem indicava o jogador que deveria fazer o exame antidoping era o médico do clube adversário; no caso do São Paulo, o doutor era Osmar de Oliveira.

Mário Sérgio havia se apresentado ao Palmeiras vindo do clube leonor, onde todos (jogadores, diretores e departamento médico) sabiam de seus amores – os cavalos, a vida noturna e o pôquer…

Seu teste apontou positivo para anfetamina, verdade que o atleta confirmou anos mais tarde. Em sua defesa à época, Orlando Duarte testemunhou na corte que Mário Sérgio tomava a substância somente para se manter acordado na jogatina, não com objetivo de melhorar seu desempenho e sob sua inteira responsabilidade.

Mas esse não é o caso; nem é o caso de reviver o argumento de que as luzes foram apagadas, as amostras trocadas na contra-prova, blá, blá… Nem o D.M. de Madame me incomoda, porque o Santos seria campeão com Chulapa, para minha alegria. O que marcou o episódio foi o fato da pena imposta ao Palmeiras ser inédita, arbitrária, impensável até mesmo nas cabeçinhas dos procuradores de hoje: tiraram os pontos da vitória do Palmeiras. O clube foi punido como se fosse o autor do crime, como se acobertasse e drogasse o habilidoso ponta para tirar proveito em campo dos adversários. Tiraram os pontos da vitória do Palmeiras…

O disco quebrou: tiraram os pontos da vitória do Palmeiras. Inédito. Extinto.

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Nesse ano de 2008, em apenas uma semana, duas definições a gol marcarão novamente a história da nossa grotesca arbitragem.

Por duas vezes, o juíz voltou atrás de sua decisão após uma equipe ter concluído o momento máximo do espetáculo. Por coincidência, ou não, o beneficiado foi o mesmo.

Botafogo x São Paulo: quarta-feira, dia 29, Engenhão. Os visitantes ganhavam por 2 x 1 quando, aos 35m do segundo tempo, o Botafogo empata com um balaço da entrada da área. Após o caga-regras ter sinalizado o gol, seu bandeira o chama e pede a anulação do lance. Alega que o impedimento passivo de um botafoguense (que abriu as pernas para se esquivar do lance) influiu na decisão do goleiro adversário. O arqueiro leonor então peita o juíz, que se encolhe e volta atrás, fato esse tão desmoralizante quanto raro.

(Desculpem, mas cabe um aparte: quem defendeu a legitimidade da decisão do bandeira do Engenhão, na imprença, vai dizer o quê agora, a respeito da posição de Borges no primeiro gol contra o Internacional?)

Pois bem. Domingo, Finados, Vila Belmiro. O Palmeiras vencia os anfitriões até o início do segundo tempo; mas, em um escanteio a favor do peixe, Kléber Pereira se antecipa a Bruno no primeiro pau. Vendo que não iria alcançar a bola, estica o braço para tentar empurrá-la. Bruno, praticamente um estreante na Academia, quer que seu braço alcance antes a pelota: gol do Santos.

Wilson Luíz Seneme não se dirige ao centro do gramado: tendo percebido a artimanha do matador santista, o bandeira sinaliza para o árbitro a irregularidade do lance, e Seneme anula o gol. O que viu-se então foi um massacre: todos os jogadores do Santos cercaram o bandeira, sob os urros da massa enfurecida. Logo, o árbitro vem em seu socorro, tira-lhe o peso dos ombros e toma uma decisão retroativa: agora é gol do Santos.

Pela segunda vez em uma semana os árbitros rasgaram seu livro de normas, seu código de ética e sua pretensa paixão pelo esporte: negaram sua autoridade, rejeitaram sua profissão. A troco do quê, é o que me pergunto agora.

Sabem o saldo da confusão? Luxemburgo, o técnico Alviverde, foi expulso…

Mas cabe aqui outro aparte:

A partir de novembro de 2008 fica instituído que o braço do atacante de linha pode ser usado para se tentar fazer um gol no futebol, desde que ele não alcance a bola. Isso também aconteceu duas vezes em uma semana, quando a regra foi formalmente oficializada no dia de Finados…
Coincidência, ou não, o time prejudicado foi o mesmo.

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2) Tocando no assunto, vamos parar de bobagens?… Luxemburgo não começou a carreira ontem, muito menos fez sua fama por ser ingênuo. Porra, vocês sabem disso, amici! Vamos, pois, encerrar essa falácia de “Luxa x Belluzzo”. Tá na cara que um bate e outro assopra o cu de Madame. E quem assopra é o cara que tem de lidar com a comissão de arbitragem e quer ver seu time bem na fita, cáspita! Se ainda não deu resultados, isso é outra coisa. Mas as duas declarações da semana foram muito bem coordenadas, não tenham dúvidas disso.

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3) Eugenia. E a Mídia Palestrina anda incomodando, I

Esse blog vai adotar esse termo, a partir de hoje, quando abordar seu tema primeiro, o caráter da “sub-raça alienada”… Para dar uma conotação mais ampla, antes que alguém se sinta ofendido, ou entenda que comparo o sofrimento do Palestrino às provações dos campos de concentração nazistas da Segunda Grande Guerra.

É que uma palavra mal colocada pode servir de arma para o inimigo que te espreita. Gente burra e covarde.

O texto que deixo linkado é uma peça de obscuridade e hipocrisia que eu poderia, modéstia à parte, dissecar e destruir sem muito esforço mental ou estilo literário. É uma merda de texto escrito por um são-paulininho que não consegue se esquivar no closet. Cita “uma tal de Mídia Palestrina” para se remeter às origens do termo Clássico do Ódio – e o faz usando o Cruz de Savóia como gancho.

Curioso é que no texto ele acusa nossos avós de serem partidários de Hitler; mas sou eu, o pequeninho, quem tem que se precaver dos sentimentos das minorias…

Façam sua própria leitura e análise, depois a gente conversa:

O Clássico do Ódio

De resto, é Avanti, Palestra! Contra tudo e contra todos, minha esperança renasce!

Eles nunca foram tricampeões. Sempre pararam na gente… Sempre. Fico feliz em ver a tabela.

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É isso, tenho esquecido de mandar aquele vídeo pé-quente do pré-jogo, está mais do que explicada nossa instabilidade nos últimos jogos! Ainda bem que lembrei a tempo, e agora a vitória é certa!

Recorremos a nossa aprazível Videoteca para achar um jogo de responsa na Vila, de 96, com o time dos 100 gols deixando 6 deles só com as sardinhas, em uma bela tarde de domingo! Se não valesse pelos lances e golaços, valeria pela comemoração de Djalminha após cobrança de pênalti, melindrando o arqueiro Gilberto de tal maneira que quase o jogo não acaba… Ou pelos comentários de Avallone, montado sobre suas convicções escatológicas e seu calçado Di Polini! Confira essa partida inesquecível, parte da saga da campanha histórica do Paulista de 1996:

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Não é uma ironia? Tantos anos de empenho financeiro para firmar seu time na imagem do torcedor como uma agremiação ideal, “diferenciada”, ao mesmo passo em que ostenta as características mais banais entre todos aqueles que escreveram a filosofia da bola?

No Chile, temos o Universidad Catolica; no México, é o América. Há o Independiente, na Argentina, como o Real Madrid, na Espanha. Ou o Chelsea, britânico, hoje nas mãos de Felipão. E pela Rússia afora, como nas Arábias…

É aquele time que, em qualquer lugar do Globo, ninguém leva muito a sério. A garotada manja: é o riquinho da rua, que não sabe jogar bola, mas tem dinheiro para comprá-la: papai provém. Então a gente deixa entrar na roda, finge que respeita, mas no fundo todos sabem: trata-se de um bosta que não tem a menor intimidade com a brincadeira. Sempre que perder a bola, vai gritar, chorando, pedindo falta. E os moleques se entreolham, e pensam: “bom, a bola é dele…”.

É assim que essa gente sobrevive. Eles precisam se fazer de vítimas, para ganhar notoriedade e respeito. No Brasil, esse time genérico adota o nome de São Paulo Futebol Clube. Time de merda, como os de seus “co-irmãos”. Um pouco mais sujo, pois se aproveitou da ditadura militar para poder erguer seu patrimônio e angariar os títulos que não conseguia. Não adiantou nada. Porque ninguém mais respeita.

Todo mundo sabe que é puta: é pegar o que quer ali, e depois voltar para casa.

Quando cresce, o garoto meia-foda, enjeitado pelos amigos, é o primeiro a se dar bem: papai paga um curso de fachada e ele já começa de gerente. Mandando naquela gentalha que torce para os outros times… E aí ele pode destilar sua vingança.

STJD, FPF, GLOBO, FSP, LANCE, MP, PQP…. se apoiam em qualquer lixo que possam comprar para afirmar sua existência.

Mas nós (Palmeirenses, lusitanos, corinthianos e peixeiros) faremos tudo para que o riquinho não nos leve embora a bola, que nos deixe brincar.

E assim eles sobrevivem!

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Painel CZ – 2O de outubro de 2008
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Painel Cruz de Savóia

RAGAZZO CON FLATULENTA – cruzdesavoia@gmail.com

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Assalariados. Sabe aquele esqueminha de notas frias do Chiqueiro? Então, decidi apelidar de “mensalinho do Parque Antarctica”. Assim eu ofendo o Palmeiras e o governo Lula ao mesmo tempo, duas coisas que a gente não gosta por aqui.
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Gato e rato. A gente insiste em explicar para essa gente que o estádio de Perdizes está morto para a Copa, mas eles teimam no assunto: Agora dizem que não teremos investidores para reformar nosso estádio, por conta da crise econômica… Veremos!

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Estaca zero. Andam vomitando por lá que, como eles já têm parceria firmada e dinheiro da WTorre, seriam os únicos a não sofrerem com a recessão. Só que aquela italianada, que adora colocar a culpa na eficiente burocracia, ainda não saiu do zero, como grifei acima.

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Acordão. Na marginal, o imbróglio continua: é ex-mulher com bens sequestrados, sócios irregulares, acordos de ocasião, enfim: uma festa pra gente aqui da redação!

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Pote de ouro. E o Santos, hein? Vai ter que sair vendendo meio time para sustentar o clube da Vila…

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Passe preso. E o Parreira não pode ir para o Fluminense. A Traffic, que manda em tudo lá no Palmeiras, não deixa.

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Dividida

“Se os negócios no São Paulo têm nome e RG por que eles não divulgam quem são os agentes e empresas donas de seus atletas?”

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De ANDRES SANCHEZ, presidente do Corinthians, pondo seriamente em risco nossa máscara de transparência.

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Amici, na minha modesta opinião, continua tudo verde. Podemos lamentar aqui as chances perdidas, a bola de Kléber na trave, mas a verdade é que o empate no Orlando Scarpelli é um resultado “dentro da grade”. Tão normal quanto o Grêmio bater o Santos no Olímpico.

Não era uma rodada muito legal para o Alviverde e quem quer ser campeão tem que passar por isso, bem sei. Mas o time que está na nossa frente não será campeão – e os que estão abaixo não nos alcançarão nessa rodada. É simples assim, por isso não há desânimo ou desespero. Temos é que ganhar o próximo jogo.

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* Os juízes do STJD já absolveram Diego Souza, indo de acordo com a interpretação do árbitro da partida, que não viu “ato hostil” por parte do jogador; entenderam os magistrados, da mesma forma, que Lenny não cometeu “ato violento” após sua expulsão contra o Cruzeiro. Então, por que esse leonorzinho de gaveta, disfarçado de promotor, não vai procurar alguma coisa mais digna para fazer? A quem ele quer agradar?

É, sim, o caso de se perguntar, uma vez que sua arrogância deve causar mal-estar dentro do próprio Tribunal. Não há cabimento em discordar da decisão dos juízes a todo momento, como se soubesse mais do que o rei, somente porque quer abanar o rabinho e ganhar um biscoito canino na porta dos fundos da Boutique. Nojento, isso.


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Está tudo verde pelos lados do Palestra Itália, mas uma coisa é verdade: o jogo contra o Figueirense tem “peso 2” para as contas do Palmeiras, se considerarmos os próximos jogos de nossos adversários mais diretos:

o Grêmio enfrenta o Santos em pleno Olímpico. Se o limitado time gaúcho é poderoso em seus domínios, o Santos tem mostrado um desempenho pífio longe da Vila;

o Cruzeiro pega o Ipatinga em casa… Sem comentários.

o Flamengo não deve ter grandes problemas para vencer no Rio o medíocre Atlético MG (que joga ainda sem Marques, expulso contra o Verdão).

a Rainha do Posto 5 pega o Náutico no Privadão: adversário mais covarde quando joga fora, não há.

E o Verdão é o único que viaja, com a obrigação de vencer. Lembremos do 1º turno e entremos mordidos em campo: esse time já nos levou 2 preciosos pontos de dentro do Palestra – é hora de ir até lá, na casa deles, pegá-los de volta. E faremos isso, não tenho dúvida!

* E a BWA, hein? Eu não tenho a menor competência para fazer julgamento sobre a qualidade do sistema que será implantado em convênio com a Caixa, mas:

o que a gente sabe é que é uma empresa de fachada, tocada por bandidos.

O que a gente já descobriu é que trata-se de uma firma criminosa, que confecciona ingressos falsos e contrabandeia os verdadeiros para os cambistas; e essa máfia agora ainda quer nos cobrar R$15,00 (além dos R$ 30,00 da arquibancada) para adquirir um “cartão de ingressos” e que, a cada compra de bilhetes, ainda teremos que pagar R$2,50 por uma “taxa de administração”. É brincadeira dessa corja…

Não nos esqueçamos que o grande avalista da BWA, Marco Polo del Nero, foi quem patrocinou o lançamento do mais novo estelionato de sua empresa amiguinha…


* Atenção: tremei, Palestrinos! Deu no site oficial de Madame: Muricy afirma que SPFW “encaixou de novo“.

Imagens do último e empolgado treino não deixam dúvidas quanto às palavras do treinador:

Percebam também que agora está explicado o cheiro de gás que aflige o vestiário leonor.

Mas vamos pegar leeeve… Afinal de contas, Muricy tem razão: após a vitória sobre o todo-poderoso Ipatinga, o Village Team cresceu: passou do 5º lugar para a 5ª colocação da tabela – e pela 5ª vez consecutiva.

PROMOÇÃO DO BOLÃO DO SAVÓIA
No primeiro turno, demos 2,4 pontos extras para quem conseguiu enviar uma matéria comprovando o rebaixamento de Madame no Paulista de 1990. Dessa vez, o incentivo é maior para o jogo do enterro leonor: você tem até dia 17 de outubro para mandar para nosso mail (cruzdesavoia@gmail.com) um texto de pelo menos 10 linhas contando qual jogo Madame ganhou na mão grande e do qual você nunca se esqueceu.

Não precisa ser um jogo contra o Palmeiras, mas

NÃO VALE citar qualquer dos jogos que já tenham sido publicados na série “Souvenirs de Madame”, senão fica fácil. Mas podem escolher algum jogo ganho por Ela em uma manobra de bastidores somente, coisa farta na Boutique, desde que o fato seja bem descrito no texto do apostador.

Atenção, amici: todos tem 11 dias para garantir nada menos do que 43,2 pontos extras na tabela do bolão!!! É isso mesmo:

43,2 pontos extras,


sendo cada ponto uma homenagem a cada milhão que o time da ditadura deve atualmente ao INSS.

Reforçando: mandem via e-mail somente! É só lembrar de algum roubo incontestável e descrevê-lo em 10 linhas (qual campeonato, contra qual time, como foi o assalto, etc…): depois é ir para o Palestra dar aquelas boas vindas ao nosso inimigo…

Voltaremos após o almoço em outra edição para lá de ordinária, amici! Abraços Verdes!

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Painel CZ – 23 de setembro de 2008
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Painel Cruz de Savóia

TESTA DI CAZZO
(interino e obediente) –
cruzdesavoia@gmail.com

Padrão de qualidade

Alerta: se o time da Barra Funda conseguir alcançar a Libertadores, a Traffic vai injetar mais dinheiro no time verde! Se bem que a diretoria não pode nem dar palpite no assunto: José Cyrillo Jr. disse que gostaria de contar com 2 ou 3 jogadores de peso mas, como quem manda no Palmeiras é a Traffic, ele já está avisado que só virão mesmo 20 ou 30 jovens que servirão para a investidora lucrar em cima, contando sempre com a ajuda do

Laranja Luxemburgo. Que, aliás, também já foi avisado que a crise política no chiqueiro não pode servir de desculpa para o iminente fracasso do time no Brasileiro.

Neutro. O técnico já fez isso antes para largar o time rebaixado de 2002, lembra Mustafá. Dessa vez é bom que fique de longe do quiprocó verde, e nem dê pitaco no assunto.

Caldeirão. A Câmara Municipal ressucitará Palaia nessa quinta-feira; o ambiente é o ideal para a diretoria pastelônica se encontrar e fazer algum conchavo político que enterre a imensa crise do Palmeiras.

Costas. Cartolas santistas culpam Kléber Pereira pelo mau desempenho fora da Vila. Alegam que longe de casa ele não marca gols; fez apenas um contra a porcada – o que não é nenhum mérito.

Eu, não. Falando em desgraça alheia, a atual diretoria do time da marginal reclama que não recebeu sua comissãozinha no caso do rolo com Dentinho, André Santos e Renato.

Entrão. O presidente do clube também ficou de mãos vazias e não gostou de saber que um ex-funcionário fez toda a tramóia pelas costas dos comparsas.

Fenômeno. Ronaldo pagou R$800,00 reais para uns garotos do Flamengo baterem bola com ele: mandou ver oito vezes, os garotos só duas.

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Colaborou: Chiacchierone Sporadico, da lojinha do Rio.

Dividida

“Eu não teria ido para o Manchester City. É difícil justificar uma transferência do Real Madrid para o City por razões esportivas”

De MICHAEL BALLACK, que é inglês, não é o Robinho – e não teria cagado na saída.

Clique aqui para ler o outro painel de hoje (para assinantes).

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Painel Cruz de Savóia

TESTA DI CAZZO
(interino e obediente) –
cruzdesavoia@gmail.com

DOMÍNIO AMPLIADO
O grupo de Affonso Della Monica, para a felicidade dessa coluna, pretende ampliar o seu pedido para alterar o estatuto do clube e se manter no poder junto com seus conselheiros, que passariam a ocupar seus postos até as próximas eleições do time do gás. Se a proposta for aceita pelos sócios, isso prova nossa tese que eles continuam iguaizinhos ao que sempre foram, um time de colônia querendo manter um presidente por longos anos no cargo, sem dar satisfações a ninguém. E prova ainda que esses outros clubes de São Paulo não são diferenciados como aquele que a gente gosta, e que tem o mesmo presidente diferenciado que conseguiu anular no tapetão o rebaixamento de sua equipe diferenciada no Paulistão de 1990.

Em branco. O presidente da FPF, que é palmeirense, não quis colocar sua assinatura no documento, alegando que não sabe para que fins será usado e mostrando que essa gente não confia nem nos seus.

Aprovado. Della Monica, no entanto, já conseguiu as assinaturas necessárias para que possamos fomentar outra crise na imprensa.

Trabalho. Jogadores evangélicos do Santos não aceitam a contratação do mandingueiro para o qual o Palmeiras apelou há alguns anos atrás.

Indicação. Nós aqui achamos que esse macumbeiro só pode ser coisa daquele técnico marqueteiro que trabalha no Palmeiras e por isso afirmamos, sem nenhuma prova, que Robério de Ogum foi indicação dele para o Peixe. Só para conturbar um pouco mais o ambiente.

Hóspedes. O arquiteto diferenciado Rui Othake (sim, o h do sobrenome viria antes do t, mas a gente aqui na redação tem o costume de ser vagabundo e não checar nada), responsável pelo projeto do nosso clube diferenciado na Copa-2014, diz que os jornalistas terão tratamento VIP. O jabá da gente vai vir em forma de ingressos para shows e restaurantes. Oba!

Clique aqui e leia o outro painel de hoje (para assinantes).
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Notinha solta do Boletim Oficial de Madame, edição fresquinha de hoje:

Se há um fato que marcou o ano de 2008 no marketing do futebol foi a divulgação de valores mentirosos de patrocínio. Um diretor do Palmeiras vazou que o contrato da Fiat seria de R$ 19 milhões por ano, quando o correto era R$ 8,5 milhões (…)”

Marcelo Damato, o abominável.

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MEA CULPA
Quem gosta de criticar tem que ter auto-crítica. Ou seja, às vezes falo tanta merda que até eu mesmo me assusto. Ontem, por exemplo, foi uma noite para queimar minha língua eternamente. Tiago Cunha, Denílson e Luxemburgo provaram o quanto andei errado aqui. E O Verdão no Brasileiro têm me mostrado que opinião cada um tem a sua, e a minha de vez em quando é uma merda. E, se cabe aqui me defender de tantos enganos, há que se relevar o fato do futebol ser uma coisa tão passional que mexe com o equilíbrio dos mais apaixonados pela bola, e as opiniões mudam da água para o vinho.

Mas, ao menos pelo que vejo fora de campo, ainda posso afirmar que as moscas são as mesmas.

Abraços, amici! Fiquem com os melhores lances da vitória lindamente Palestrina de ontem:

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Thiago Capixaba (nos tempos de Santa Cruz), ou Fábio dos Santos, ou Fabinho (quando atuava no Guarani) ou Thiago dos Santos (hoje na franquia da Turiassu),  chegou com moral do Iraty:Vanderlei (no Palmeiras), ou Wanderley (na PF) retirou a inscrição de Jorge Preá na Sulamericana para exibir os dotes do gatinho aos interessados pela TV e, com sorte,  para os empresários de todo continente. Ninguém falou um A.

Assim como ninguém reclamou quando o bom Wendell (que começou no Iraty) foi empurrado por Luxemburgo para o Santos, onde o empresário ainda mantém uma barraquinha de feira com jogadores que ele plantou do… Iraty! Assim como todos acharam normal quando o estrategista escalou Dininho no Flamengo ou Nem no Atlético-MG,  enquanto trazia para sua nova loja Jéci,  Gladstone e… Paulo Miranda,  esse direto do Iraty!

Antigamente, Luxemburgo (o cara que não precisa de Valdívia) era mais focado e tinha um prazo de validade mais estendido;  o incontestável treinador ganhava dois, três títulos seguidos antes de deixar o departamento de futebol de um clube em estado petição de miséria. Mas,  para nosso azar,  seus negócios se expandiram e acho que já começamos a pagar o preço da omissão de nossa diretoria:  a escalação do Palmeiras ontem foi algo, no mínimo,  suspeito. Maurício e Gustavo não podem jogar lá atrás, enquanto o gatão do Iraty já chega furando fila lá na frente?  Isso é normal?  É opção tática?

Talvez ganhemos da Lusa no domingo – o time deles está na draga e jogaremos em casa. Com mais três pontos, permaneceremos mais um pouquinho no G4.  Será o suficiente para manter nossa torcida de olhos fechados?

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